Ana Elisa estava decidida a não se render à tristeza em casa. Enquanto escolhia sua roupa, o som das músicas sensual ecoava pelo quarto. Ela revirava o armário em busca de algo que a fizesse sentir-se poderosa, algo que a ajudasse a superar a dor que sentia.
Seus dedos tocaram as tiras de couro que ela iria usar, ela sorriu para a peça que havia comprado mais não teve oportunidade de usar, essa noite ela usaria, delicadamente ela coloco as tiras de couro finas que envolveram a pele nua de seu corpo, ela se encarou no espelho não estava vestida e sim nua, as fitas envolvia seu corpo mas não escondia nada, pelo contrario fazia suas curvas saltarem.
Completou o visual com um casaco preto, uma proteção contra o frio da noite e, calçou suas saltos os mais alto e mais finos.
Ao sair de casa, o ar gélido da noite envolveu-a. Quando avistou o carro de Bruna, uma onda de excitação percorreu seu corpo. Ela sabia que aquela noite seria diferente, cheia de possibilidades e aventuras.
Quando entrou no carro, Bruna olhou para ela com admiração.
— Oi linda — ela beijou o canto dos lábios de Ana Elisa — o que acha, vamos aprontar?
— Estou saindo pra isso — Ela comentou e observou Bruna elogiou — Que bela roupa.
— Achei que tínhamos combinados de usar couro, o que está usando? — Bruna questionou Ana Elisa, que abriu o casaco revelando o que realmente vestia.
Bruna encarou o corpo nu dela em volta dos seus seios tira de couro q mostrava seus mamilos e tiras se couro em volta da sua pélvis. Ana Elisa não fez questão de fechar o casaco, a musica erótica tocava no carro Bruna dirigia sua mão acariciava a perna de Ana Elisa subindo até a intimidade dela.
— Você devia prestar atenção no transito — Ana Elisa encarou Bruna que ainda passava os dedos por ela lentamente.
— Posso fazer ambos. — Bruna penetrou seu dedo lentamente fazendo ela gemer.
— Prefiro chegar viva — Ana Elisa sorriu, segurou a mão de Bruna que não disse nada apenas voltou as duas mãos para o volante.
A viagem não foi muito longa. Quando chegaram, Ana Elisa fechou seu casaco com um movimento decidido. Ambas desceram do carro, e Bruna segurava uma coleira na mão, um sorriso atrevido brincando em seus lábios. Hoje, ela estava decidida a não se deixar dominar, mas havia um jogo a ser jogado.
Ana Elisa, com um brilho nos olhos, puxou a coleira das mãos de Bruna e a prendeu em seu pescoço com um gesto firme e sensual. Bruna sentiu um arrepio percorrer sua espinha, uma mistura de excitação e submissão.
Elas entraram no local, as luzes suaves e a música vibrante criando uma atmosfera carregada de mistério e desejo. Ana Elisa conduzia Bruna pela coleira como se fosse sua cachorrinha.
— O que quer fazer, Senhora? — Bruna perguntou.
— Vamos beber — Ana Elisa puxou Bruna que a seguia como um cachorrinho bem comportado.
Ana Elisa se acomodou na banqueta do bar, pedindo uma bebida com um gesto decidido. Bruna, ao seu lado, permaneceu de pé, seus olhos fixos na amiga. Enquanto Ana Elisa levava o copo aos lábios, Bruna a observava tudo a sua volta procurando outras pessoas interessantes.
Do outro lado da cidade, Rodolfo e Peter avançavam pela noite. Rodolfo, ao volante, estava focado na estrada, cada quilômetro aumentando sua ansiedade. Peter, ao seu lado, estava um pouco mais relaxado, embora a intensidade de suas emoções estivesse camuflada. Peter tinha bebido muito.
Quando o carro se aproximou de um lugar com uma fachada preta, algo na atmosfera mudou. A fachada preta, iluminada por luzes neon discretas, exalava um ar de mistério e excitação. Ele sabia que aquele era um lugar onde Ana Elisa poderia estar, procurando afogar sua raiva.
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A filha do Chefe
Romance[ D A R K R O M A N C E ] ❍ [ E M A N D A M E N T O ]❍ [ E R O T I C O] Rodolfo nunca imaginou que uma única noite de paixão poderia se transformar em um labirinto de problemas e dilemas. Quando se entregou ao desejo e à luxúria, estava convenci...
