Rodolfo olhou para a tela do celular. Já era tarde, embora ambos estivessem livres de compromissos naquele domingo tranquilo. A harmonia que sentia era palpável, uma sensação que ele gostaria de engarrafar e guardar para sempre.
Ao seu lado, sua amada estava tão próxima, dormindo suavemente em seus braços. Seus traços delicados, Rodolfo sentia cada leve movimento, o calor de seu corpo próximo ao seu, e o conforto indescritível daquela proximidade.
Rodolfo se permitiu um momento de pura contemplação, absorvendo a serenidade da cena. Havia algo de sagrado em estar tão perto de alguém que ele amava tanto, uma sensação de completude que era rara e bela.
Por mais que desejasse que aquele momento fosse eterno, Rodolfo sabia que precisava acordar Ana Elisa. O sol da manhã já começava a espreitar pelas frestas da cortina, e havia coisas a fazer, mesmo em um domingo preguiçoso.
— Amor, acorda — sussurrou Rodolfo, a voz suave e cheia de carinho, enquanto enchia o rosto de Ana Elisa com beijos delicados.
Ela murmurou algo incompreensível e enfiou a cabeça no travesseiro, tentando escapar daquele chamado amoroso mas inoportuno.
— Ah, não, amor — suspirou Ana Elisa, sua voz abafada pelo travesseiro, claramente relutante em abandonar o conforto dos sonhos.
Rodolfo riu baixinho, achando adorável a resistência dela. Ele sabia que tinha que ser um pouco mais persuasivo.
— Vamos passar em casa pegar uma roupa sua, você não pode ficar assim — disse ele, acariciando suavemente os cabelos dela.
Ana Elisa havia dormido com a camiseta preta que Rodolfo tinha tirado na noite anterior. Ela sorriu, ainda de olhos fechados, sentindo o calor do corpo dele ao seu lado.
— Não gostou da minha roupa? — perguntou ela, uma nota de brincadeira na voz.
— Gostei, meu amor. Quero que use novamente — respondeu Rodolfo, beijando-lhe a testa com ternura. — Mas quem vai ficar com o chicote sou eu.
Ela abriu um olho, um brilho travesso surgindo enquanto ela observava o rosto de Rodolfo.
— Ah é? — respondeu ela, provocadora.
— Hurum, e vai ser sua vez de ser uma menina boazinha — disse ele, um sorriso se formando em seus lábios.
— Quando eu não sou, hein? — Ana Elisa perguntou, roçando lentamente a bunda contra Rodolfo, uma expressão de pura provocação.
— Nem sempre, sabia? — respondeu Rodolfo, apertando-a levemente contra ele, sentindo o calor e a suavidade de seu corpo.
As mãos de Rodolfo levantava a camiseta, ele observava a pele nua dela se roçando contra ele como pedido, ele passou suas mãos pela parte interna da coxa de Ana Elisa, subindo até chegar ao seios, ele apertou o mamilo fazendo ela gemer.
— Por favor — ela pediu.
— O que você quer do seu escravo em? — Ele brincou mordendo o lóbulo da orelha de Ana Elisa, ele penetrou suavemente e ela gemeu — é isso que quer?
— Sim — ela suspirou.
Rodolfo segurou a cintura de Ana Elisa e começou a penetrar embalados pelos gemidos de Ana Elisa, seus corpos estavam em completa sintonia se movimentando suavemente.
— Ah meu amor — Rodolfo suspirou de prazer — você é maravilhosa.
Rodolfo apertou a cintura de Ana Elisa ajeitou sua posição e começou a se movimentar com mais ímpeto, junto ambos atingiram o orgasmo permanecendo um nos braços dos outros por um tempo silencioso, arrumando folego.
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A filha do Chefe
Romance[ D A R K R O M A N C E ] ❍ [ E M A N D A M E N T O ]❍ [ E R O T I C O] Rodolfo nunca imaginou que uma única noite de paixão poderia se transformar em um labirinto de problemas e dilemas. Quando se entregou ao desejo e à luxúria, estava convenci...
