Capítulo Dezasseis

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Ely

A gente transou mais vezes no final da madrugada e por toda a manhã, fiz um pedido para o quarto e já são quase 3 da tarde, Tirania ainda está dormindo que nem um bebé, não a julgo, o serviço de quarto chegou ajudei eles a colocarem na mesa, felizmente Triny estava coberta, assim ninguém a veria mais do que deveria, terminaram e saíram, voltei para cama e não quis acordar ela, a envolvi em meus braços cheirei sua pele mais uma vez, agora ela era minha. Pode parecer loucura mas Tirania agora era a minha garota, e eu não estava disposto a ceder esse meu lugar a outro, nem a pau, e aquela merda de não se apegar, eu achava pra tal, eu não iria permitir que outro homem estivesse no meu lugar, não depois de tudo que a gente fez hoje, ela seria com certeza a minha perdição.

Passei a metade da noite transando e a outra com os cabelos dela no meu rosto, uma coisa é certa amei estar com ela, de certeza que os gemidos dela agora era a minha música preferida, eu vou querer ouvir ela sempre.

Espero não ter feito nada errado, espero mesmo não ter me aproveitado dela, mesmo que ela tenha dito diferente.

A respiração estava se alterando e o rosto  que estava tranquilo em um sono profundo, agora parecia que estava com medo, queria acorda-la mas não sei se é o correto, então a abracei e fiz carrinho em seus cabelos logo se normalizou.

Senti quando ela estava prestes a acordar então fechei os meus olhos, não queria que ela me visse a observando, mas logo a seguir abri de novo, eu não era mais um adolescente medroso, queria que a primeira coisa que ela visse ao acordar fossem meus olhos, eu queria que ela se apaixonasse por mim do mesmo jeito que eu estou por ela, merda, eu disse isso outra vez, pode de foder, estou mesmo apaixonado, não tem volta.

Com os olhos semi serrados tentando se adaptar a luz, com um sorriso ela me abraça mais, depósito uma beijo em sua testa.

— Bom dia! — ela diz sorridente e com os olhos totalmente abertos. — Bom dia meu brutamontes, gostosão e gato

— Na realidade é Boa tarde, daqui a nada será 5 da tarde.

— Como? O soninho estava tão gostoso.

— Gostoso quanto?

— Gostoso gostosinho, estou com muita fome, muita fome mesmo.

— Sorte sua que fiz o pedido a duas horas, vem! — digo me levantando e segurando sua mão. — Vem precisamos de um banho e depois comer!

— Ue, você não comeu?

— Não!

— Bom então, vamos logo que estou morrendo de fome.

Entramos no banheiro e as memórias de tudo vieram a minha cabeça, depois de ontem, voltamos aqui mais duas vezes pela manhã, espero que seja a valer, esfreguei as costas de Triny e ela as minhas, ficamos no chuveiro nos tocando, terminamos o banho e de roupão fomos a mesa posta, a comida deve ter esfriado, mas como o pessoal daqui não é burro não, eles trouxeram em tigelas térmicas eletrônicas, e esquentamos.

— Deve estar gostoso! — diz e toma o seu café! — Parece que fiquei sem comer por anos.

— Como seria isso possível?! — dou um gargalhada e também. — Bom apetite.

Seguimos em silêncio, ao menos ninguém disse nada, já a minha cabeça falava muita coisa, só me apercebi que eu queria tanto isso agora que tenho, eu não vou deixar Triny com outro cara, podem me chamar de obcecado que sim estou.

Terminamos de comer e ela de dirigiu até a cama, fiz o mesmo, coloquei ela em meu peito e beijei sua cabeça.

— Então! — disse baixinho — O quê quis dizer com foder do mesmo jeito que você fodeu com meu juízo? — perguntou se alinhando em meu peito.

TIRANIA, Meu Doce Caju.Onde histórias criam vida. Descubra agora