Alves
O Thur me adora me colocar nesses momentos constrangedores, pra que que ele foi falar aqui pra mãe dele. E agora ele vai ficar me chamando de apelidos carinhosos na frente da família dele, não ligo para os apelidos, mas na frente da família aí é foda né.
Acho fofo ele me chamando assim, ainda não me sinto a vontade de chamar ele assim. Eu tenho vergonha.
Estou no quarto tomando banho, sair do banho coloquei um short azul e uma blusa branca, não passei maquiagem ia ficar em casa, só passei um batom de morango.
O Thur estava jogado na cama mexendo no celular. Como sou uma pessoa muito carinhosa fui até ele. Ele está com uma roupa diferente. Será que ele tomou banho?
- Thur. - Deitei em cima dele cheirando o pescoço e beijando- Se já tomou banho? - Perguntei.
- Já, no quarto da minha mãe. - Colocou a mão na minha cintura.
- Que cheiroso. - Cheirei mais. Coloquei a minha mão dentro da sua blusa e fui fazendo movimentos leves arranhando. Sentir ele arrepiar. - Arrepiou hein.
- Lógico né. - Ele tirou a minha mão de lá. E me beijou.
- Vamos almoçar? - Eu não queria descer sozinha. Sair de cima dele.
- Bora. - Ele segurou na minha cintura trazendo pra perto. - Mas antes... - Ele me beijou, um beijo bom cheio de desejo com pegadas, que pena que acabou. - Agora sim vamos. - Disse depois de ter dado três selinhos.
Chegamos na sala ade jantar na estava tudo pronto, o pai dele não está a em casa.
- Mas e os seus pais? - Tia Valéria pergunta.
- Eles.... Estão na Espanha viajando a trabalho. - Da última vez eles estavam na Espanha agora eu não sei.
- Hum entendi. - Deu uma garfada. - Você não vai pedir ela em namoro não? - se fudeu.
- Mãe.... É um assunto meio delicado sabe. - Bebeu um gole do refrigerante.
- Da próxima vez que vocês vierem aqui, eu quero ela um anel. - Minhas bochechas devem estar completamente vermelha.
- Ok. - Continuamos a comer.
- Deixa que eu lavo. - Falei recolhendo os pratos da mesma
- Não precisa norinha. - Que isso.
- Mais já está assim mãe. - Questionou. - Eu nem estou pensando em pedir em namoro ainda. - Nossa tá bom né vai ser assim. Amigos que se pegam no off, foi para ficantes oficial, eu achei que estava rolando alguma coisa.
- Coitada da menina filho. - Me deu um aperto no coração quando ele falou isso. Levei os pratos até a cozinha e lavei, eles pareciam estar conversando alguma coisa mais não deu pra ouvir.
Fernandes
Depois que eu falei aquilo pra ela, ela saiu da mesa levando os pratos. Confesso que fiquei triste por ela, mas logo, logo o pedido vem, agora não sei como, preciso da ajuda das meninas.
- Arthur porque você falou aquilo pra ela? - Minha mãe pergunta furiosa.
- Mãe, eu vou pedir ela em namoro. - Sussurrei. - Ela não sabe que eu comprei já o anel. - Expliquei.
- Mas precisava falar desse jeito pra ela? - Cruzou os braços.
- Se você não estivesse perguntado. - A culpa é dela.
- E eu tenho bola de cristal muleke. - Saiu da mesa.
Já se passaram um bom tempo que eu não vejo ela, sair pela casa em sua procura, ela estava deitada na rede mexendo no celular.
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Minha Vizinha
CasualeA história conta de uma garota chamada Maria Júlia que sempre está mudando de cidade com a sua família por causa das empresas, ela não gostava pois sempre que arrumava algum amigo/a ela tinha que mudar de cidade.
