CAPÍTULO 12.

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JAKE VOOHEERS

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JAKE VOOHEERS.

Sigo Bill para dentro da cela, apreensão misturada com antecipação. o cheiro de sangue e medo paira pesado no ar. Esta é a parte que espero ansiosamente.

Os homens que deixamos estão quase mortos, com o sangue pintando o chão de concreto. um ainda está suspenso no teto, seu corpo mole, rosto machucado e inchado. o outro está curvado sobre a mesa. suas costas arqueadas, mãos perfuradas por facas que o prendem no

— Vamos acordá-los. - sugere Bill.

Pego o dispositivo de eletrochoque, os pinos de metal brilhando na luz fraca. com um clique, o dispositivo ganha vida, e eu toco os pinos no pescoço do homem enforcado, aplicando um choque elétrico. seu corpo sofre espasmos, os olhos se abrem rapidamente, um gemido gutural escapa de seus lábios. Fazemos o mesmo com o outro homem, trazendo-o de volta à consciência.

Os homens choramingam, seu medo é palpável.

Bill se aproxima. — vocês, garotos, causaram muitos problemas. agora é hora do grand finale.

Dou um passo à frente, meu olhar fixo no homem pendurado no teto. com um sorriso sádico, afrouxo as correntes, saboreando o jeito como ele choraminga enquanto o liberto.

Ele cai no chão, ajoelhando-se diante de mim como um pecador penitente. coloco uma mão em sua cabeça, empurrando-o para baixo ainda mais, e digo. — você vai desejar estar morto quando terminarmos.

O pânico nos olhos deles é quase tangível. eles tentam se esquivar, mas seus esforços são inúteis. Bill e eu somos os mestres deles agora.

— Alguma última palavra antes de começarmos a festa? - pergunto, com a voz calma.

— Por favor, cara, tenha misericórdia. - ele implora.

Com uma risada cruel, Bill se move em direção à mesa.

Eu observo com uma sensação de prazer distante enquanto Bill se move com precisão cirúrgica, esculpindo a carne deles com uma lâmina. seus gritos perfuram o ar, transformando-se em gorgolejos sangrentos enquanto a vida lentamente se esvai deles. é uma sinfonia de agonia, e eu quero saborear cada momento.

Um dos homens, o que ainda está preso à mesa, ainda está consciente, com os olhos arregalados de terror enquanto nos encara.

O outro homem está mole, com os olhos fechados, a respiração agitada no peito. Bill se aproxima dele, com um sorriso diabólico no rosto, e corta sua garganta, acabando com sua miséria.

Dou um passo à frente, meu coração batendo forte de antecipação. quero que esse momento dure para sempre. levo meu tempo, extraindo o medo, saboreando seu desespero. com um movimento rápido, acabo com sua vida, silenciando seus gritos.

Ficamos ali, recuperando o fôlego. o cheiro acre de sangue enche a sala.

— Vamos nos livrar das evidências. - diz Bill, quebrando o silêncio.

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