CAPÍTULO 30.

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JAKE VOOHEERS

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JAKE VOOHEERS.

Cerro os punhos, meus nós dos dedos ficando brancos enquanto o Mustang do Bill rosna e para a quinhentos metros do armazém. a raiva corre pelas minhas veias ao pensar em Elizabeth colocando as mãos em Angel - minha Angel. respiro fundo algumas vezes, tentando acalmar meus nervos desgastados.

— Você está pronto para isso? - a voz áspera do Bill quebra o silêncio tenso. eu dou a ele um breve aceno de cabeça, meu maxilar cerrado.

Saímos do veículo, o cascalho estalando sob nossas botas. meu olhar percorre o prédio dilapidado, avaliando nosso alvo. graças ao meu hack nos sistemas da Elizabeth, sei que ela não tem mais do que dois capangas com ela. ainda assim, me recuso a subestimá-la aquela vadia ciumenta está desequilibrada e desesperada.

— Lembre-se, fazemos isso limpo e silenciosamente. - murmuro para Bill enquanto nos aproximamos da entrada lateral. — nenhuma vítima, exceto Elizabeth, mas quero que ela sofra.

Bill grunhe em reconhecimento, seu corpo enorme irradiando uma violência mal contida. com movimentos hábeis, anulo a fechadura eletrônica e abro a porta, estremecendo com o rangido enferrujado que perfura o silêncio.

Nós nos movemos como sombras, nossos passos abafados no chão de concreto. o ar viciado cheira a mofo e desuso. Virando uma esquina, eu paro, forçando meus ouvidos. um gemido abafado, inconfundivelmente do Bill, faz meu coração trovejar contra minhas costelas.

A fúria me dá velocidade enquanto corro pelo corredor, Bill em meus calcanhares. eu imprimo por uma porta e paro, a cena diante de mim acendendo uma raiva primitiva tão aguda.

Angel está sentada amarrada a uma cadeira, seu lindo rosto manchado por lágrimas e maquiagem borrada. um fio de sangue escorre de cortes em seu braço e peito ferimentos infligidos por aquela vadia sádica, sem dúvida.

Verônica está diante dela, com uma lâmina perversa brilhando em sua mão enquanto ela provoca minha doce Angel.

Eu aponto a arma para Elizabeth, a fúria gravando linhas duras em meu rosto. — afaste-se dela. agora.

Os olhos da Elizabeth se arregalam em choque enquanto seus olhos se movem rapidamente para cima, disparando entre o cano apontado para seu coração e meu rosto contorcido de raiva. — Jake? Como você fez?

— Cale a boca. - rosno, me aproximando com a glock firme em minhas mãos. — você vai pagar pelo que fez.

Angel choraminga da cadeira, seu olhar implorando para mim. a visão dela amarrada e sangrando acende um calor abrasador em meu âmago o instinto de protegê-la, de destruir qualquer um que ouse machucá-la.

— Eu só estava dando uma lição na vagabunda. - Elizabeth gagueja, aquele sorriso cruel tentando torcer seus lábios. — ela precisa aprender seu lugar e entender que ela nunca poderá realmente ter você.

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