Capítulo 52 - A resiliência inflexiva(2)

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[Os quatro cavaleiros do amanhecer - Cenário secundário.]

Conclusão: Derrote cada um dos principais especialistas dos 4 reinos em seu próprio campo e demonstre que sua rigidez é inútil (2/4)
Dificuldade: SSS
Prêmio: Pedra rúnica adaptativa(Lendária)

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Retirei o suor da minha testa com o braço enquanto via uma porta magicamente aparecer na parede, se abrindo mostrando uma passagem para o próximo chefe.

-Ainda faltam mais dois... O ferreiro e o sacerdote... Sacerdote... - Suspirei.

Conforme eu andava pelos corredores que pareciam um castelo eu suspirava...

Não, ainda estamos falando de um reino que foi construído com base em um dragão da origem como deus, é diferente de psicopatas...

Após chegar no final do corredor, uma porta se abriu. Do outro lado estava um ferreiro esqueleto. Ele tinha cerca de 3 metros, e eu sabia que ele era um esqueleto apenas por que ele não cobria o rosto. Seu corpo foi completamente adulterado com partes mecânicas.
Luvas, braço e pernas.

Ele estava martelando uma espada com muita força. Os estalos seriam audíveis do lado de fora da sala.

Nem mesmo no meu mundo chegamos a ter tanta tecnologia desde a queda das inteligências artificiais.

Após perceber que eu entrei ele parou de martelar. E eu escutei uma voz robótica, como se fosse uma mixagem de inteligência artificial de 2020.

-Mais um idiota? Eu já falei para os Greenstone e para os bastardos da família Hertstone que não tem como melhorar mais a forja. É inútil.

-Você realmente acha que é impossível?

Ele me olhou com o martelo na mão.

-Criança eu faço isso a mais de dezenas de milênios se tivesse como criar um artefato de constelação, ou ligas entre os principais minérios a qualquer instante eu já teria a história de «Ferreiro dos deuses». É impossível, eles são muito instáveis.

-Velhote você não me parece ser apenas um monstro qualquer.

-Há, agora está falando igual os últimos que apareceram aqui? Se quiser me matar me mate logo. Não vai mudar minha opinião.

Ele perdeu o interesse e voltou a martelar a espada.

-Você consegue ver meu perfil se eu te mostrar?
-E o que isso importa? Você não me parece ser uma constelação.

Eu fiz o movimento que aprendi com Morang e enviei uma versão resumida do meu perfil ao NPC.
-Abra. - Eu falei em tom solene.

Ele parecia desinteressado, mas abriu mesmo assim, ele ia bater seu martelo mais uma vez, mas o ar gerado ato de ele parar o martelo no meio do ar me jogou para trás.

«Historias coletadas»

‹A dor de uma mãe(2/7) - Semi-mitica›
‹O orgulho de uma mãe ferreira - Fábula›
‹Ferreiro dos deuses - Histórico›

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Ele riu enquanto colocava a mão no rosto envergonhado.

-Então... A história que eu estava buscando era o caminho errado?
-Sim. Você nunca conseguiria criar artefatos seguindo por esse caminho. Ser um ferreiro dos deuses é só o começo.

Ele colocou seu martelo ao lado da espada.

-Criança, não sei como você conseguiu convencer aquela velha dragão a te ter como aprendiz. - Ele olhava para o teto. - Eu tentei por muito tempo convencer Baran a me apresentar para a matriarca, mas ele sempre dizia que eu não era digno. Ele olhou para as próprias mãos calejadas.

Why Gods Are So DumbHistórias para pegar e não largar. Descubra agora