cenário

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Eles reagindo a [nome] tendo medo de chuva.

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Baki Hanma

Ele não é muito de sentimentalismo explícito, mas entende bem o peso do trauma e do medo. Quando percebe que você treme com o som da chuva, ele não ri, não minimiza. Só se aproxima com aquele jeito calmo.

— Não precisa se forçar a aguentar isso sozinha — diz, ficando ao seu lado.

Não tenta te distrair com conversa fiada. Ele apenas permanece ali, quieto, como se dissesse: "se isso é uma luta pra você, eu vou ficar no seu corner."

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Jack Hanma

Jack provavelmente vai reagir com zero tato no início. Ele enxerga o mundo em termos de “fraqueza ou força”, então o instinto primário seria:
— Você tá com medo... de água que cai do céu?

Mas quando vê que isso realmente te afeta, ele não tira sarro. Só fica em silêncio por uns segundos.

— Tá. Eu não entendo isso. Mas... eu entendo dor. E se isso dói em você, então me diz o que eu posso fazer.

Fica parado perto de você, como um paredão entre você e o mundo. Ele não fala muito mais. Mas você sente — ele tá ali.

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Kaoru Hanayama

Hanayama é um cara de poucos gestos e menos palavras ainda. Mas ele é puro instinto protetor. No primeiro trovão, você se encolhe. Ele não diz nada. Tira o paletó, coloca sobre você.

Acende um cigarro, e só então fala:
— Eu sei o que é ter medo.

Fica sentado ao seu lado, olhando pra chuva. Não tenta te fazer parar de sentir. Só faz companhia. Do jeito dele.

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Retsu Kaioh

Retsu provavelmente não entenderia o medo de chuva de cara — ele é um guerreiro da disciplina. Mas não subestima o que você sente.

— O medo, quando não enfrentado, se enraíza. Mas quando acolhido, pode ser dissipado.

Ele não te força a nada, mas sugere técnicas de respiração, oferece chá, acende uma vela. Tudo como parte de um “ritual” pra manter a calma.

— Você não está sozinha. Nem contra o mundo, nem contra você mesma.

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Katsumi Orochi

Katsumi provavelmente ficaria meio sem saber como reagir, mas tenta compensar na energia.

— Sério mesmo? Você fica nervosa quando chove? — ele pergunta, surpreso, mas não debocha.

Quando vê que o medo é real, fica 100% preocupado.

— Ok, sem pânico. A gente fecha todas as janelas, pega um monte de cobertor, e finge que tá num bunker, beleza?

No fundo ele quer muito te ajudar, mas é meio estabanado. Vai tentar fazer piada pra te distrair, mas se você começar a chorar, ele desarma na hora:

— Ei, ei... calma. Eu tô aqui. Ninguém vai te julgar por isso, muito menos eu.

Baki ImaginesHistórias para pegar e não largar. Descubra agora