São Paulo.
Sexta-feira, 13 de maio de 2005.
Entre 13h00min e 22h00min.
Maio é o mês de Maria, mãe de Jesus Cristo, segundo a Igreja Católica. Além disso, temos outras comemorações referentes ao mês. No dia 11 de maio, no Brasil, comemora-se O Dia Nacional do Reggae. No dia 12, temos o dia do Enfermeiro. E no dia 13, temos o dia do Zootecnista, Nossa Senhora de Fátima, que é uma das designações atribuídas à Virgem Maria, pois, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu repetidamente a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, sendo a primeira aparição no dia 13 de Maio de 1917, e Lei Áurea, ocorrida em 13 de Maio de 1888, que Aboliu a Escravatura no Brasil com a lei nº. 3.353.
Além de outras menções muito importantes por outras partes do mundo que já existia, maio ganharia mais uma marcação no dia 13, principalmente em São Paulo, Em maio de 2005.
O Centro Cultural do Banco do Brasil da capital paulista, que foi inaugurado em 2001, no dia 21 de abril, tem sua sede na Rua Álvares Penteado, 112, na esquina com a Rua da Quitanda, no centro histórico da cidade. Ele ocupa o prédio construído em 1901, hoje numa via de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Foi reformado em 1927, projetado pelo arquiteto Hippolyto Pujol, e tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital. A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção tem cinco andares, subsolo e mezanino e foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo. A escolha do prédio, no centro histórico de São Paulo, reflete a preocupação do Banco do Brasil com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico. Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente pela região, e o Centro Cultural Banco do Brasil funciona como um ponto de convergência não apenas para a observação, mas também para a popularização, a disseminação e o debate sobre as principais questões culturais no mundo contemporâneo. Como fomentador da arte, o Banco do Brasil apresenta uma programação original, em áreas como música, artes plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas educativos. Além das várias linhas de ônibus que passam perto do local, o prédio fica próximo às estações Sé e São Bento. Podendo ser feito o acesso por metrô.
A sede tem cerca de quatro mil e duzentos metros quadrados e conta com salas de exposições, um cinema, um teatro, um auditório, salas de vídeo, restaurante, bombonière e cafés. Esse centro Cultural possui uma enorme janela no topo que ilumina os andares inferiores a ela. Um lugar lindo e bem cuidado.
Por volta das 13h20min de sexta-feira, no dia 13 de maio de 2005, o lugar estava, como de costume, muito cheio. As pessoas se acomodavam em suas confortáveis poltronas da sala de cinema do CCBB como é conhecido o espaço para ver uma reprise do filme Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones. Um dos filmes da série Star Wars, de George Lucas, que foi lançado originalmente em 2002, sendo o quinto filme da saga apesar de ser intitulado ''Episódio II'', já que não fora lançado em ordem cronológica. Foi a quarta maior bilheteria do seu ano de lançamento, arrecadando 649.398.328 milhões de dólares, alcançando a 63ª maior bilheteria na história do cinema.
Aquela era a última seção de uma maratona especial que já havia mostrado os episódios antecessores da saga, um em cada semana, feita pelo CCBB com intuito de relembrar os fãs sobre a trajetória alucinante dos personagens, promovida antes do lançamento do tão aguardado Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith. Último filme da famosa série, que ocorreria nos próximos seis dias seguintes, no caso, dia 19 de maio daquele ano, em 2005.
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Tempo é dinheiro - Uma herança de John Dillinger
AksiO Homo sapiens sempre levou a vida social mais complicada do reino animal, sempre em comunidades cheias de intrigas, fingimentos, traições. Saber o que se passava na cabeça do outro era questão de sobrevivência - e até certo ponto ainda é. A melhor...