Hey, boa noite.
A música título de hoje é The Less I Know The Better, Tame Impala.
Enjoy :)
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- Quem diabos é Papi?
Dinah questionou, fitando o rosto sério de Normani.
- O nome não me é estranho... já pude ouvi-lo, mas não lembro onde.
Camila suspirou.
- Posso pedir a Dylan que pesquise dentro do arquivo de Detroit. Talvez ele tenha alguma passagem pela polícia.
- Se não houver nada, voltamos a estaca zero.
Lauren comentou.
- Talvez devêssemos voltar a Detroit.
Camila induziu, baixo.
- Lauren fica, óbvio, mas talvez haja algo interessante sobre isso lá.
- Eu acabei de chegar e vocês já querem voltar?
Normani reclamou, rolando os olhos.
- Ninguém suporta mais aquela cidade, sabemos, mas é a nossa única escolha.
- A empresa aérea vai acabar nos dando um avião por tantas viagens.
Dougie comentou, arrancando algumas risadas fracas. A tensão era demasiada naquele momento.
- Vocês podem usar meu jato, se quiserem.
Lauren proferiu, baixo. Camila a observou. Sabia o quanto era ruim para ela estar presa ali.
- Alguém deveria ficar aqui.
A morena afirmou, vendo a bela mulher sentar-se em um dos bancos postos a frente do grande balcão de mármore preto, ao seu lado.
- Eu vou ficar bem, Cam. Não se preocupe.
Dinah sorriu lateralmente ao ouvir o apelido, mas nada disse. Camila assentiu.
- Vamos todos, então?
Camila questionou, e todos assentiram.
- Tudo bem.
Finalizou, sentindo dedos frios e hesitantes discretamente cruzarem com os seus.
- E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. Lucas 10:27. Amém.
- Amém.
Ally ouviu o coro de pessoas proferir, apaixonadamente. Procurou na primeira fila e fitou James, sorrindo e discretamente acenando para si. Desceu do palco, vendo um grande fluxo de pessoas deixar a igreja e ele vir até si.
- Isso foi incrível, Ally. A tempos eu não me sentia tão conectado com Deus quanto agora.
Ela soltou um riso fraco, fitando o lugar ao redor de si. Amava aquela igreja como sua vida, ao mesmo tempo que sentia como uma gaiola em volta de si.
Ally sentia vontade de viajar, conhecer o mundo e ter experiências que nunca teve durante toda uma vida dedicada ao catolicismo, mas não podia. Poderia sentir Philip em si, dentro de sua cabeça e ele sim sabia exatamente o que fazer, como fazer. E ela faria.
Era como se houvessem duas pessoas presas em si, ansiando pela liberdade, pelo fim daquela jaula que parecia comprimir-se a cada dia, se tornando um mar de angústia que a fazia explodir em surtos enérgicos durante a noite. Se o inferno realmente existia, ele estava dentro de si.
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Detroit
FanfictionPoder. Cinco letras, uma obsessão. Em um lugar onde o pecado é rotina, onde tudo tem um preço, há aqueles que fariam tudo para obtê-lo. Os fins podem justificar os meios, mas os meios poderiam justificar os fins? Essa era a pergunta em questão.
