Retumba em teus olhos vazios
A solidez imutável do metal frio
Em bruscos movimentos retumbam
As assonâncias que se aprofundam
Em seus corações de gelo
cortam, ásperos e sem brios
[sem qualquer zelo, as esperanças]
Seus passos em avanço retumbam
Sobre a terra seca e os brotos tardios
Arremessando ao vento qualquer segurança.
Quando de escuridão os corações se inundam
Vem os olhos vazios e os corações de gelo
Trazendo a luz fria com desmazelo.
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Ana Inconsequente
De TodoUm conto, uma crônica curtinha ou um poema feito com palavras inconsequentes, muito amor e atualizações constantes. As fotos do início dos capítulos são de minha autoria ❤️ (Não deixe de conferir Ana Aleatória, que concorre ao #TheWattys2016) Feed...
