Chegamos no hotel a pé mesmo enquanto eu e Emanuel levamos as motos até a garagem.
Logo depois, fui até o balcão e pedi um quarto grande.
- Oque? Vamos dormir juntos?.- Cristina pergunta.
- Sim. A menos que queira passar fome e dormir na rua nos próximos dias.- Respondo.
Ela olha para mim, olha para cima, bufa e responde;
- Tá legal.
Depois de eu ter pego as chaves, subimos.
Entramos no quarto e logo percebemos que não era um dos melhores, mas que não tínhamos muitas escolhas.
- Peguem os dois colchões e coloquem no chão.- Digo.
Emanuel e Hanna vão pegar o colchão enquanto Cristina e eu vamos pegar os lençóis.
Alguém bate na porta.
- Pode abrir...- Emanuel diz.
Uma mulher abre a porta e pergunta;
- Precisam de algo?...
- Não obrigado.- Respondo a mesma.
- Lucas, estamos com fome...- Cristina diz.
- Tudo bem, Emanuel vai comprar algo.- Digo.
- Okay.- Cristina responde.
- Bom, já que não precisam de nada, irei me retirar, com licença.- A mesma que estava antes batendo na porta, diz e sai.
Dou uma quantia para Emanuel e o mesmo vai comprar algo.
Me jogo feito uma bigorna no colchão que já estava arrumado ao chão.
- Que dia!.- Digo.
- Acha que estamos seguros aqui?.- Hanna pergunta.
- Acho que não estamos seguros em lugar nenhum...- Respondo olhando para o teto.
- Concordo.- Cristina diz.
Depois de um tempo, Emanuel volta.
Todos pegam suas comidas e sentam.
- Lucas, acha que nossos familiares estão bem?.- Cristina pergunta e come.
- Não sei...- Respondo e dou uma mordida em meu hambúrguer.
De repente, ouvimos pisadas fortes vindo das escadas.
Olho para Emanuel, ponho o hambúrguer no chão e me levanto de vagar.
Vou até a porta e abro a mesma sem fazer barulho. Ao olhar, vejo sombras subindo as escadas.
Corro até a janela e a abro. Logo, perceb o que tinha uma lata de lixo abaixo e que poderiamos pular.
~ Perfeito. Não vai doer nada.- Penso.
- Vamos, vamos!.- Digo não muito alto.
Hanna e Cristina dão as mãos e pulam.
- Pula Emanuel!.- Eu digo.
- Primeiro você!.- Ele responde.
- Que droga!.- Digo e logo depois pulo.
Emanuel pula logo em seguida.
Nossas motos estavam muito longe para corrermos e ás pegar. E era um fato de que eles iriam estar no mesmo lugar que as mesmas.
Simplesmente corremos.
Logo a frente, haviam dois deles.
- Correm p'ra lá!.- Digo e as empurro para um beco.
Emanuel e eu nos viramos e corremos em direção aos homens, para os enfrentar.
Os mesmos, apontam suas armas para nós.
Dou uma rasteira, levanto deixando apenas um joelho no chão e dou um soco, levantando o braço direito de um deles para o alto.
O mesmo, da 2 tiros para cima e eu pego sua arma, dando com a mesma no queixo do homem.
Olho para o lado e Emanuel havia jogado o outro no chão, chuto a mão do mesmo que estava caido e Emanuel a pega.
Vamos andando para trás e quando percebemos que já estávamos longe deles, pegamos nas mãos das garotas e corremos.
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Inevitable Chase
Teen FictionComo enfrentar decisões? Lucas Chase tem apenas 17 anos e em seu momento de formação de opiniões e decisões em sua vida, não imagina o que à por vir. Com sua mente ainda em formação e outras milhares de opiniões formadas por outras pessoas, ten...
