Capitulo 10 “Marcos”
Quando á campainha tocou as cinco e quarenta da manha eu já imaginava que seria ela. Era uma situação meio desconfortável, parecia não querer assumir que queria minha companhia. Agora com ela confortavelmente dormia em meus braços não fiz questão de perguntar, seria bom aproveitar o momento e não fazer pressão. Mas umas explicações teriam que ser feita qualquer hora dessas. Seu corpo quente contra o meu era bom, gostoso e me fazia deseja-la mais. Acariciei suas costas com uma das mãos e com á outra a ponta rosada mais intumescida do seu seio, salivei com á vontade de tê-la na boca, que meus lábios já passearam por todo o seu corpo e tocou em lugares que á levaram ao êxtase mais á vontade ainda persistia e era grande. Enquanto á acaricia seu corpo sedoso logo tremeu e seus olhos verdes olharam pra mim. Toda vez que ela me olhava, era uma coisa doida, mas pra um homem experiente como eu aquele sentimento era compreensível, bem que não queria admitir, mas tenho sentimentos profundos por ela, mas e á duvida de que ela não sentiria o mesmo por mim
. Atração nem sempre é amor, e olha eu aqui, deitado na cama com uma linda mulher, pensando que já á amo. Fechei os olhos e senti suas mãos quentes acaricia meu rosto e descer pelo pescoço, ela ficou de joelhos entre minha cintura e senti meus doces lábios entre os meus. Estou romantizando legal esse momento, não tinha como ser diferente então vou aproveitar. Ela pegou meu membro inchado e logo sua boca estava sobre ele. Ah que doce sensação, ela chupou á ponta e foi afundando, segurei seus cabelos e ajustei melhor a pegada, era bom, quase gozei, e á tirei dali. Peguei á camisinha e coloquei e me enfiei na sua entrada quente, ah que bocetinha doce! Quente como uma fornalha e úmida, deslizou fácil e vi seu rosto estampado com um desejo luxuriante enquanto cavalgava no meu pau. Ah não queria que aquele momento acabasse, mas meu fim estava próximo, pois sua boceta mamava meu pau pra dentro dela e aquela visão era o céu e o inferno. Seus seios espremidos entre seus braços e seguindo a subida e descida do seu corpo. Segurei sua cintura e fui mais bruto e nossos gemidos se misturava no quarto iluminado pelo sol. O gozo chegou e me forcei pra mais fundo dentro dela, como se fosse possível. Senti seu estremecimento e seu gozo juntando ao meu. Assim que nossa respiração voltou ao normal, sai de dentro dela e levei no colo ate o banheiro. Tomamos um banho e nos vestimos. Levei ate a cozinha e preparei o café, com ela sentada próximo ao balcão.
- Um ótimo jeito de começar o dia né?- olhei pra ela- Espero que não sai correndo e me deixe alimentá-la.
- Desculpe, pela aquela vez.
- Achei que o sexo foi ruim, já que você foi embora correndo. – colocando o café na xícara e sentando ao seu lado - E você nem estava vestida pra correr.
- Nossa, não... Bom eu fiquei nervosa.
- Ok, aceita almoçar comigo amanha?
- Aceito.
Depois que terminamos o café, escovei os dentes e ofereci carona, ela aceitou. Levei ate sua casa e vi sua mãe com a cara amarrada entra num carro e sair.
- Hoje será um ótimo dia. – disse ironicamente.
- Bom uma hora alguém iria nos verem juntos. – me virei pra ela e indaguei - Isso te incomoda?
- Não, mas se eu puder evitar o conflito agora, seria bom. – ela me olhou e disse – Seria ruim, se esse sexo, ficasse entre á gente?
-Não. – falei mal humorado.
-Ok, então, passo amanha pra irmos almoçar.
- Faça o que quiser. – olhei no relógio e disse – Tenho que ir.
- Claro.
- Tchau
Ela acenou e bateu a porta do carro. Isso foi serio? Pedir pra nos encontramos em segredo. Puta que pariu. To fudido. Querendo uma mulher que quer me esconder. Calma Marcos, as vezes é como ela mesmo disse. Mas como estou bolado. Segui pra loja e abri e comecei meu dia. Passou voando e nem me lembrei de almoçar. Estava nervoso então, limpei ate o teto. Fechei mais cedo e me tranquei no escritório, fiz umas ligações e á ultima foi do Noah.
- Você está nervoso com isso?
- É claro, desde quando sou homem de esconder alguma coisa.
- Bom, deve ser pelo fato de que ela não quer que as pessoas daqui, falem sobre esse romance de vocês.
- Aceitei de mau gosto, mas fazer o que né?
- Aproveite e me deixe jantar com á minha esposa, nos encontramos amanha?
- Claro.
Desliguei e voltei pra casa, tomei um banho e jantei e fiquei no escritório. Assim que terminei meus afazeres, fui pra cama. Tentei dormi, mas não consegui, tomei outro banho, so que agora gelado. Não sabendo como lidar com aquilo. Voltei a cozinha e peguei uma cerveja, divagando, acabei que tomei todas garrafas e apaguei no sofá mesmo.
Acordei com uma tremenda dor de cabeça e atrasado, pois já passava das oito da manha. Tomei um banho e bebi só café, pra tentar curar minha ressaca. Fui pra loja, a manha mais uma vez passou voando e uma da tarde, Mônica entrou na loja, e meu coração bateu muito rápido. Franzi o cenho e á olhei, tentando ficar calmo e relaxado.
- Oi, pronto pra irmos?
- Oi, sim, vamos?
Levei ate um restaurante e assim que chegamos, encontramos um amigo dela saindo dela. Eles se cumprimentaram e sentamos-se à mesa.
- O que gostaria de comer? - indagou ela.
- O do dia.
Depois que fizemos os pedidos, ficamos em silencio, era constrangedor, não sabia como agir agora. Mas estava foda.
