Olá Amores, nova estoria chegando! Aproveite!!!
Eu deveria ter passado direto, mas quem se importa. Claro somente a minha mãe pra fazer da minha vida um inferno. Acabei de completar 24 anos e voltei a cidade onde cresci. Fui muito julgada pela minha própria mãe que deveria me proteger. Por saber que me apaixonei pelo homem, que ela diz ser o errado. Ele sempre foi o cara que fez meu coração bater mais forte. Minha pele arrepiar, meu ser inflamar por desejo. Como uma pessoa vive assim. Achei que minha mãe era minha melhor amiga, mas estava enganada, por ela, por meu pai que nos traiu, mentindo por ter outra família. Mas eu não queria mais ser enganada, e muito menos enganar o meu sentimento que era sincero. Eu não me esconderia e nem iria esconder o que sinto. Continuei a dirigir o carro que meu pai traidor tinha me dado, em breve me livraria de tudo o que eles me deram. Olhei pelo retrovisor e dei seta antes de entrar na garagem da casa dos meus pais. Estacionei ao lado do carro do meu pai. Desci e tranquei o carro. Fui ate a porta da frente e inseri a chave na porta. Abri e entrei, como já era noite notei que todos estavam na sala de jantar, eles teriam uma surpresa ao me ver. Deixei minha bolsa em cima da poltrona e entrei na sala de jantar. Minha mãe foi a primeira me ver e pela sua cara de susto e o grito que deu, deixando a taça cair na mesa, meu pai engasgou e olhou em minha direção quase como se não acreditasse no que via, por ultimo e nem menos importante o único a quem eu dava valor era meu irmão que me olhou e sorriu.
>> Maninha, bem vinda de volta ao inferno. – levantando veio me abraçar.
Meu pai também se levantou e esperou meu irmão me soltar pra vi ate a mim, ficou na minha frente bloqueando a visão de minha mãe.
>> Mônica, porque não avisou que vinha eu teria ido buscar você. – tentou me abraçar, mas o quanto antes o deixei de lado.
>> Maninha você esta muito bonita, o que será que você mudou... – rindo como se não soubesse o que meu cabelo agora era castanho escuro com mechas loiras nas pontas. Antes tinha uma cor ruiva viva, sempre me senti uma copia da mulher que me deu a vida.
Minha mãe ainda era a única que continuou sentada e olhando pra mim com a expressão de surpresa foi pra raiva, seus olhos tomados de ódio. Era sempre foi sua filhinha perfeita. A que nunca desobedeceu ou arrumou problemas. A única vez que deixei de cumprir seus planos foi quando decidi cursa filosofia ao invés de fazer medicina. Eu queria segui a careira que eu queria, e não o que ela queria. Antes de ir pra faculdade conheci o homem que me perseguiria em meus sonhos. Esses sonhos tinham corpo, rosto, cheiro e nome. Seu nome era Marcos Oliveira, um estrangeiro que veio morar aqui no New México. Comprou uma casa na área mais afastada do centro, abriu seu próprio negocio uma livraria, não era casado e nunca ouvi falarem algo diferente. Tinha 36 anos, era moreno com cabelos lisos escuros, um rosto perfeito de homem viril. Olhos também castanhos, nariz reto e boca pecaminosa. Eu nunca tinha imaginado sentir nada por ele como senti, quando o vi. Era festa da cidade e eu já estava de partida, minha mãe estava mais severa do que nunca, então queria logo me livra de suas inquisições, estava na roda gigante com meu irmão Joshua, quando vi-o e Noah Morgan bebendo perto da li. Não consegui afastar meus olhos dele, então seus olhos me encontraram e não consegui desviar, meu irmão me cutucou chamando minha atenção e virei o rosto. Quando olhei novamente para sua direção ele e Noah já deixavam a barraca. Fiquei impaciente pra descer logo dali e segui-lo. Mas só fui encontrá-lo nas férias de verão e conheci sua loja. Sempre que podia ia pra ver se tinha livros novos sobre filosofia. Ele sempre tão gentil e engraçado. Achei que me chamaria pra sair, mas nunca deu indícios que sentia atração por mim. Quando achei que iria explodir se não contasse pra alguém, escolhi a pior pessoa pra falar sobre sentimentos. Ela foi dura e me dizia que vida aquelezinho iria me dar. Eu chorei muito, pois ela me proibia de ir lá, ficava na minha cola o tempo todo. No ano passado quando eu voltava de um passeio com uns amigos, passei em frente da sua loja e pelo horário deveria estar aberta. Mas quando vi a placa de fechado, desanimei, passei pela vitrine e vi-o e Noah conversando quase no fundo na loja, olhando pra mim, não sabia o que fazer ate bater no vidro e pedir pra entrar. Marcos logo veio abrir a porta e me deixou entrar, meio sem graça cumprimentei o Noah e perguntei se tinha livros novos, ele me mostrou dois e um dele eu já tinha. Pedi o outro e ele falou do livro como se já tivesse lido, eu já estava mais do que convencida, paguei e levei, quando me devolveu o cartão de credito ele acariciou meu dedos e arfei assustada pela intimidade. Eu me despedi e logo sai da loja. E fui pra casa, pra minha surpresa meu irmão estava sentado na entrada. Perguntei se estava tudo bem e ele falou que sim. Entramos e ele foi pro quarto dele. Segui para o meu e deitei na cama, peguei o livro e foliei as paginas ate encontrar um pequeno papel dobrado, sentei nervosa e abrir o papel.
