Unidade Polunsky – Prisão de segurança máxima.
POV Justin Bieber.
– Acho melhor você sentar. – ela levantou o olhar, o sorriso fino nos lábios carnudos e avermelhados. – Na verdade eu não acho. Eu mandei você sentar.
– Sabe, eu adoro quando homens mandam em mim. – Vivih deslizou a mão entre os seios. – Isso é uma delícia.
– Delícia vai ser quando eu te prender em uma salinha escura sem roupa e ver você morrer lentamente de frio. – a empurrei e seu corpo se chocou contra o colchão. – Agora eu acho melhor você responder as minhas perguntas, sua situação não é das melhores no momento.
– Só porque eu causei uma rebelião? – disse debochada. – Isso não é nada perto do que eu posso fazer... E algo m diz que é por isso que você está aqui, não é? – ela mordeu o lábio inferior e eu suspirei tentando manter a calma. – Como está Caitlin?
– Se preocupe com você! – disse alto deixando meu rosto próximo do dela. – Ela pode não ter te matado, mas não duvide que eu possa fazer isso por ela. – sua cabeça caiu para trás e uma risada tomou o cômodo. – Me diga quem é George Martin e o que ele tem haver com você.
– Hm. Não sei se posso responder isso. – minhas mãos estavam dentro dos bolsos da calça para não grudar em seu pescoço a cada vez que ela dizia alguma coisa. - Sabe, isso é muito complicado.
– Complicado vai ser quando eu pedir a pena de morte pra você. Vivian Iark: líder de uma rebelião; ameaça a um promotor; assassinato e tortura. Eu consigo isso fácil.
– Você é cheio de ameaças, por quê? – a cama rangeu e ela gemeu levando a mão até o curativo. – É assim que funciona entre você e Caitlin? Pelo jeito ela gosta. Espera! – ela gritou quando minha mão já estava erguida a cima da minha cabeça. – Eu respondo, mas vamos fazer do meu jeito. Meu jogo.
– Quem é George Martin. – deslizei a cadeira sentando bem a sua frente.
– Ele era um colega de trabalho. – ergui a sobrancelha e ela entendeu que aquilo não era suficiente. – Digamos que trabalhávamos para a mesma pessoa antes de eu vir parar aqui.
– Pra quem você trabalhava?
– Isso eu não posso responder. – ela ergueu as mãos com medo de que eu me levantasse. – Mas essa pessoa passou alguns trabalhos para George, trabalhos que ele não era capaz de fazer, o que o forçou a mudar de lado.
– Primeiro: – levantei o dedo indicador e seu olhar repousou no mesmo. – Que tipo de trabalhos. Segundo: O que isso tem a ver com Caitlin Blake e o fato dele estar naquela cabana.
– Matar. – ela disse com tranquilidade. – Era isso que eu fazia. E não adianta que você não encontrará nenhuma prova contra mim, eu era boa. Mas George... essa nunca foi a praia dele, ele curtia mais a emoção das drogas e vivia com o seu código moral de não tirar vidas inocentes. Mas quando eu fui presa ele teve que assumir e pareceu não gostar da ideia e... bem, mudou de lado.
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Injeção Letal.
FanfictionNos Estados Unidos, 34 de 50 estados são a favor da pena de morte. Caitlin Blake é condenada por ser acusada de matar três pessoas: Hanna Cruz, sua melhor amiga, George Martin e Wes Montês, o filho do renomado primeiro ministro e também acusada de t...
