Livro 2 - Para melhor compreensão, recomendo ler "Réu".
Contaremos aqui, a história de Michelle e Pezão, que já foi adiantada em Réu. Porém, pra melhor entendimento, iremos voltar em alguns acontecimentos Ok..?
Não sou nenhum exemplo de língua port...
Acho que chegamos ao ponto da história que todas nós que acompanhamos 'Réu' estava esperando. Por isso, eu quero muitos comentários aqui. Seus comentários são de suma importância pra mim, pra que eu veja que rumo tomar na história.
Fora que Tia Dani Ama e passa o dia inteiro lendo os comentários!
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Michelle
Ele me estuprou. Mais de uma vez.
É o mais terrível dos pesadelos, e eu não desejo nem pra meu pior inimigo, nem pra biscate a Nathalia que eu já sei que é a responsável por tudo isso que eu tô passando.
Toda vez que ele vem, eu travo. Eu sei que preciso reagir, pelo menos tentar repelir ele, mas eu fico com tanto medo que simplesmente travo. E, pelas minhas contas, ele já tá perto de chegar. Mas hoje eu não vou facilitar pra ele. Não mesmo! Ouvi o trinco abrir, e já fiquei alerta.
Tenente: E aí minha putinha..? Sentiu saudades? - hoje ele tava fardado, o que apenas fazia meu nojo aumentar
Miih: Eu vou matar você - disse baixo, num sussurro
Tenente: O que vc disse? - perguntou encostando o ouvido próximo a mim - repete
Miih: Eu disse que vou matar vc - ele riu
Tenente: Sei. De prazer acho que vai mesmo, porque eu vou comer muito vc ainda. Tá sangrando ainda?
Miih: Sim. E estou com dores também - eu estava sentindo muitas cores no pé da minha barriga.
Tenente: Isso seria uma merda se eu me importasse. Vai, tira a roupa - disse apertando aquele membro asqueroso por cima da roupa
Miih: Não.
Tenente: O que?
Miih: Vc não vai encostar em mim hoje - disse me encolhendo perto da cabeceira da cama
Tenente: Vc fala como se tivesse escolha - veio vindo em minha direção
Miih: NÃO SE APROXIMA
Tenente: Se vc colaborar, vai ser rápido - ele dizia manipulando seu pênis que já estava pra fora da calça, vindo em minha direção
Quando ele chegou próximo a mim, rápido igual o bote de uma serpente, ele me pegou pelos cabelos.
Tenente: que tal uma chupada hoje hein? - a ânsia veio forte quando ele abaixou minha cabeça com força - chupa meu caralho vadia
Eu estava apavorada, mas também estava decidida a dificultar as coisas pra ele. Então, eu abri minha boca, segurei a respiração pra não vomitar, e com toda a força da minha mandíbula, eu travei meus dentes, mordendo o mini pau dele.
Eu sabia que provavelmente ele iria me espancar, mas nada me deu tanto prazer quando o grito que ele deu quando mordi.
Tenente: Vagabunda - ele disse me jogando no canto do quanto pelos cabelos - cachorra. Vc me paga
Eu aproveitei que ele tava lento por causa da dor, e corri pra porta pra tentar fugir. A porta estava só escorada, e eu saí correndo. Era um sopro de esperança!
Eu corria tentando achar uma saída, mas não encontrei, já que a porta da frente tava trancada e todas as janelas tinham grade. Olhando pela janela percebi que gritar era inútil, já que estávamos num lugar ermo sem qualquer sinal de vizinhos.
Mas, eu não podia ficar parada. Talvez essa seja a minha única oportunidade de me salvar e sair daqui.
Corri procurando uma porta dos fundos, porque toda casa tem, não é..? Mas, quando tava procurando, ouvi passos. Era ele vindo. Eu precisava ser mais rápida!
Corri até um lugar que eu achava ser uma cozinha. Talvez eu tivesse alguma chance se encontrasse uma faca, e se isso for uma cozinha, deve ter. Mas, pro meu azar não tinha nada. Nenhum talher ou panela, ou qualquer coisa que eu pudesse usar.
Tenente: Cadê vc putinha? - ele tava se aproximando - quando eu te pegar, vc vai pagar por essa mordida. Eu não vou parar de meter no teu cu enquanto meu pau não estiver banhado de sangue
A medida que ele ia falando, um pavor ia percorrendo a minha espinha. Mas eu não podia ficar parada, precisava pelo menos me esconder.
Corri e me escondi atrás da porta, e vi ele entrando com uma corrente na mão. Ele pretendia me bater com aquilo? Deus, tem piedade de mim!
Fiquei o mais quietinha que conseguia, o que não era muita coisa, já que estava me debulhando em lágrimas.
Ele rodou o cômodo todo, e não me achando foi saindo devagar, e só então eu soltei a respiração que tava prendendo. Fui saindo do meu esconderijo, passo por passo, até esticar a minha cabeça pra olhar na sala. Eu não estava vendo ele em lugar algum, e não sabia se isso me tranquilizava, ou me apavorava.
Tenente: Oi putinha - ele disse atrás de mim, e eu senti meu corpo todo esfriar - achou que ia se esconder de mim??
Me virei devagar, já chorando muito, e ele estava com a cara mais psicopata do mundo, com a corrente na mão.
Miih: Por favor, me deixa em paz - eu soluçava, e ele nem me respondeu, apenas me deu um murro no olho que me fez cair pra traz.
Tenente: Vc é uma vadia, eu tava mesmo tentando te tratar bem, mas vc não merece - ele ia dizendo e me chutando na região do abdômen - se quer se comportar como animal, eu vou te tratar como animal.
Ele foi me arrastando pelos cabelos, até um quartinho que eu não conhecia. Nesse tinha só dois colchões velhos no chão. Ele me jogou em um deles, e acorrentou meus pés, me fazendo ficar presa naquele lugar. Depois disso, ele puxou um canivete, me fazendo entrar em desespero, ele vai me matar!
Miih: Não, não.. pelo amor de Deus! Não faz isso! - eu pedia desesperada e ele nada respondia, apenas se aproximou e rasgou todas as minhas roupas me deixando totalmente nua.
Tenente: vou cumprir minha promessa puta.. quero seu cu agora - o desespero me fez apelar para que ele não fizesse isso, mas ele parecia em transe.
Mas, Deus é bom. Porque quando ia começar meu calvário, o telefone dele tocou. Ele atendeu, e trocou algumas palavras
Tenente: Ah Michelle, nosso momento vai ter que ficar pra depois. Agora, vou ter que ir ali matar seu namoradinho, e quem mais se colocar no meu caminho. Mas, não me demoro. Volto pra nós terminar
Ele saiu, e eu chorei com pesar. Eu estava passando por aquilo tudo, mas nada me deu tanto medo quanto pensar que ele pode machucar Pedro, ou minhas irmãs, ou qualquer um dos meus amigos.
Deitei naquele colchão, sentindo todo meu corpo doer, e um frio fora do comum, apesar de estar suando muito. Eu me tremia tanto, que não tinha controle do meu corpo. Peguei um lençol que estava sobre o colchão, e me cobri pra ver se diminuía meu frio e os tremores, mas depois disso não me lembro mais de nada. Apaguei total!
Quando acordei, já não estava mais sozinha. Alícia estava comigo, o que me fez tremer de medo, de que ela passasse pelo mesmo que eu tava passando.
Eu podia passar por todo tormento, mas ela não. Nenhuma delas, não!