O que você faria se fosse obrigada a ter uma segurança particular?
Após uma festa muito louca regada a bebidas e drogas, Keana Issartel, empresária de Camila Cabello impõe uma segurança particular para acompanhar todos os seus passos e quem sabe ass...
Estou trazendo mais um capítulo para vocês e juro que eu estive muito ansiosa para escrevê-lo. Vocês entenderão o motivo KKKKKKKKKKKKKK.
Nos vemos lá embaixo, aproveitem. <3
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L A U R E N
Catherine havia completado um ano. Era a criança mais linda do mundo e digo isso não porque era minha filha, mas por ser uma verdade irrefutável. Ela era doce, brincalhona, amava meu colo e já conseguia dar seus próprios passos embora ainda não fossem tão coordenados. Seus pequenos e gentis olhos verdes tinham um brilho especial quando ela me olhava. Ela sabia que eu era dela e que ela era minha. Minha vida, meu futuro e todas as minhas ações agora eram destinadas àquela criança que mudou meu mundo da melhor forma. Forma que eu jamais imaginaria que fosse possível alguém mudar.
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— Você é linda, sabia? — rocei meu nariz no dela, ouvindo sua gargalhada ecoar pela cozinha.
Ela tinha a boca suja de morangos. Estava comendo sozinha... na verdade tentando.
— É sim! — ela amava minha voz melosa. Beijei o topo da sua testa, sendo invadida por seu cheiro de neném. — Coisa linda da mamãe.
— Ma-mam... — aquele pequeno sorriso com poucos dentes falando exatamente aquela palavra fez meu coração se esquecer de como se batia corretamente.
— Meu Deus! — eu quase gritei com a mão na boca. — O que você disse? Você falou "mamãe"? Cacete, você falou mamãe, eu não acredito.
— Mamam, ma-mam... — ela parecia feliz em pronunciar aquelas palavras.
A tirei daquela cadeirinha e a enchi de beijos. O amor era tão, tão grande que não cabia no meu peito e eu precisava demonstrá-lo a todo instante. Eu beijava suas bochechas como se minha vida fosse depender desse momento. Ela amava e sempre ria com um pequeno nervosismo, envolvendo suas pequenas mãozinhas no meu rosto enquanto eu lhe dava o mais puro e forte amor que existia.
Agora eu sorria orgulhosa enquanto via minha pequena mesmo que com um pouco de dificuldade, se vestir sozinha para a escolinha. Ela parecia estar levando uma surra da calça moletom que fazia parte do uniforme, e eu estava abobada demais para reagir e ajudá-la. Seus cabelos estavam com o penteado que eu amava fazer. Preso em cima e solto em baixo, com sua franja devidamente aparada e penteada. O pequeno casaco acompanhado da blusa social, uma legítima miniatura da mãe.
— Filha, vem cá. — pedi e ela veio com seus passinhos curtos. Ajeitei a calça, colocando-a devidamente na linha do quadril, não no umbigo como ela havia deixado. Logo aquela peça não caberia mais nela.