Cap. 34 - Más escolhas.

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CHEGUEI!!!!

SÁBADO 21:00h os capítulos serão postados.

Como vcs estão, meninas?

Espero que bem humoradas rs...

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L A U R E N

Algo que meus pais sempre fizeram questão de nos ensinar foi união. Eles diziam que um dia distante, não estariam aqui para nos abraçar tampouco cuidar e resolver nossos problemas. E essa seria o momento em que seus ensinamentos começariam a ter vida própria. Para nossa maior felicidade, nossos pais ainda estavam aqui, mas agora seria o momento exato para aproveitar a união fraterna. 

Eu mais do que nunca precisaria de Chris ao meu lado.

Enquanto aguardava minha cunhada Ellie chamar meu irmão, eu observava de longe Cathy e Camila em cima do sofá — como já havia previsto — dançando uma música animada no Just Dance. Apesar de abalada, a latina estava fazendo o possível para se distrair e se manter sã diante de todo o estresse que teria que passar para recuperar o que era seu por direito.

Eu costumava ligar para você quando queria dinheiro. —­ a voz de Chris me tirou do transe e eu sorri. — Fico feliz que agora o papel tenha se invertido, mas me diga, que número é esse?

— É da casa de Camila. Ou seja...

Relaxe, não é como se eu fosse expor o telefone dela para toda América. — ­eu podia vê-lo revirar os olhos do outro lado da linha. —­ Apenas me conte, o que está acontecendo e como eu posso ajudá-la.

A história seria longa, mas, de grande importância e urgência.

— Camila precisa de um advogado que esteja limpo de qualquer sujeira que envolva a Issartel Records.

Hum, eu já entendi tudo... Como ela tem um cunhado lindão que por acaso estudou direito...

— A parte do lindão eu não tenho muita certeza. — brinquei dando uma gargalhada alta. — Mas a do direito sim, inclusive eu o ajudei por diversas vezes, não é?

Você tem talento para direito, deveria repensar isso.

— Enfim, Chris... — não queria continuar enrolando, tampouco entrar nesse assunto outra vez. — Tudo o que eu preciso saber de imediato é se você está dentro e topa ajudá-la.

Qual é o tamanho do problema que a cunhadinha se meteu? — admito que ouvi-lo chamar assim era um pouco estranho. Talvez apenas por falta de costume. 

— É enorme. Caso de vida ou morte, não num sentido real da palavra, mas...

Eu imagino

— E então? — perguntei mais uma vez, esperançosa. 

É óbvio que você pode contar comigo, não há nem motivos para me fazer uma pergunta cujo a resposta sempre será sim!

Dei um sorriso aberto no exato momento em que suas palavras saíram. Me tranquilizar com o fato de que eu poderia sempre contar com ele me aliviava não só a cabeça, mas o coração. também.

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