Capítulo 35: Quarto Burguês.

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Heey, esse é o maior cap da história até agr, ihul \O/ espero que gostem.

Boa leitura, xoxo

A R I A

- Pelo amor de Deus, cuidado com o que vão fazer. - Tyler nos avisa, entregando os cartões-chave dos quartos de hotel.

Eu realmente ia começar a oferecer sessões de terapia pra equipe ou se não, eu mesma iria precisar começar a frequentar. Não estava mais aguentando tanta mordomia sem eu fazer a minha parte.

- Se troque que ás 18:00 sairemos. - Louis me dá basicamente ultimato e Niall passa por nós gritando "festa uh-uh"

Agora era um bom momento pra falar que eu não trouxe nada que se encaixasse na palavra "festa uh-uh"?

- Louis, eu vim pra isso como psicologa. Eu não trouxe nenhuma roupa pra festa. - Ele faz um sinal com a mão, tipo deixe pra lá e eu apenas obedeço.

- A gente resolve isso, agora eu realmente preciso ir dormir numa cama de verdade. Bora, Niall. - Um dos meninos dormiriam sozinhos e seria o Harry, provavelmente.

- Liam, você no meu. - Okay, eu não esperava por essa. Quando Harry e Liam seguem juntos e ficam eu e o Zayn sozinhos eu resolvo que era a minha hora de seguir viagem também, verifico o número do meu quarto no cartão e eu vou andando.

- Fui eu. - Só escuto isso e fico confusa. Ele me alcança no elevador e quando as portas se fecham eu pergunto.

- Foi você o que? - Zayn, que parecia já estar familiarizado com o hotel, aperta o botão do suposto andar.

- Que pediu acompanhamento psicológico. - Ai, maravilha! Eu estava genuinamente feliz por ter um propósito de trabalho.

- Por quê você não disse antes?! Sabe como eu estou me sentindo inútil esses dias? Tava pensando em oferecer sessões para os figuristas ou sei lá da banda. - Ele ri baixo e as portas do elevador se abrem. Zayn sai e como ele não tinha respondido, o sigo. Ele não faz nenhuma objeção, então acho que quer conversar sobre. Se eu tiver sorte, ter uma sessão também.

- Bem, isso não quer dizer necessariamente que eu vou me consultar. - Agora eu fico confusa.

- Por que? - Tento deixar o tom de indignação presente em minha voz.

- Você quer saber o porquê? - Foi o que eu perguntei, não foi, cacete? - Bem, digamos que eu esperava que arranjassem uma idosa, ou alguém casado e não você. - Levanto uma sobrancelha, confusa com a afirmação, porém ele não me olha, apenas para de frente ao quarto 502 e entra, deixando a porta aberta para mim.

Decido entrar e continuar a conversa.

- Então você não se sente confortável falando comigo por eu ser muito nova? - Estava tentando entender qual era a situação. - Prometo que serei o mais profissional possível, você não tem que se preocupar sobre isso.

- Eu queria que o problema fosse esse. - Ele fala quase rindo e indo na "cozinha" do quarto. Eu chamo isso de quarto burguês.

- Então, qual é? Porquê se você precisa de ajuda e não consegue isso comigo, pode falar com seja lá quem me contratou, vai ser péssimo pro meu currículo, mas bem, acontece, as vezes não conseguimos se abrir com um profissional e precisamos trocar pra outro e... - Meu deus, eu tava tão fodida.

- Eu não vou te demitir, Aria. - Ele fala como se a ideia fosse absurda. Confesso que fico aliviada, ir embora agora me deixaria muito triste. Além de desempregada. E com uma grande marca negativa no meu histórico.

Beyond Time - Zayn MalikHistórias para pegar e não largar. Descubra agora