Quinta, 30 de Abril
Melissa
Faltava 5 minutos para o nosso vôo e nada dos meninos chegarem.
- Só falta esses dois chegarem na hora que o vôo tiver levantando vôo. – Digo já impaciente.
- Calma Mel. Eles devem estar chegando. O Bruno ainda ia passar pra buscar o Sal. – Digo e vejo ela revirar os olhos. – Mel, posso te perguntar uma coisa?
- Claro.
- Porque tu não gosta do Salvatore? – Ficou pensando um pouco antes de responder:
- Não é que eu não goste. Ele é legal, só acho que não daríamos certo juntos. Ele é chato, insuportável e adora me perturbar, as vezes tenho vontade de joga-lo por uma janela, mas eu gosto dele, um pouquinho. – Digo e ela ri. Não posso contar para a minha melhor amiga que gosto mais do que devia do melhor amigo dela. Era capaz dela sair espalhando para o mundo todo.
Na hora que ela ia falar algo, virmos os meninos chegar.
- Oi. Oi. Desculpa a demora, minha querida e inteligente irmã esqueceu o teu presente, tivemos que voltar pra buscar. – Bruno diz e olha para a irmã que apenas dá de ombros.
- Desculpa se eu estava ocupada. – Disse e logo em seguida deu língua pra ele.
- Tudo bem. Pelo menos vocês já estão aqui. – Digo calma.
- Oi Melissa. – Disse Sal em uma voz de quem acordou de bom humor.
- Oi Salvatore. – Digo fingindo um pouco de mau humor.
- Nossa, que mau humor é esse? Você está precisando de sexo, Mel. – Diz e todos caem na gargalhada, menos eu é claro.
- Haha, muito engraçadinho você.
Vôo 623 com destina a Las Vegas, embarque imediato no portão 3
- Chegou nossa hora de ir. Tchau Joca. Tchau Helô. – Digo enquanto sou abraçada pelos dois. Os outros também se despedem deles.
- Tchau pessoal. – Dizem os dois juntos.
- Boa viagem. – Diz Helô.
- Obrigado. – Maya diz já indo em direção ao embarque.
Depois de ver onde sentiríamos, uma vontade de matar a Maya apareceu, mas porque? Pelo simples motivo que ela sentou com o Bruno e eu tive que me sentar com o Sal. Seria meio difícil me controlar perto dele.
- Eles formam um belo casal não acha? – Pergunta Sal do meu lado. Olho para onde ele está olhando e vejo a Maya e o Bruno brincando como se fossem namorados.
- Sim. Eles são lindos juntos, é só uma pena não a Maya não veja que ele a ama.
- Eu concordo com o Bruno.
- Sobre? – Pergunto curiosa.
- Sobre ele esconder o que sente. Ele tem medo de levar um fora da mulher que ama. As vezes é melhor ela não saber do que te fazer sofrer. – Ele diz como se soubesse como é isso. Dei um suspiro, pois eu sabia exatamente como era isso.
- Sal, você já se apaixonou? – Porque diabos eu perguntei isso.
- Já sim. O nome dela era Julia. Ela morava na frente da minha casa. Namoramos por 6 meses até ela dizer que havia me traído e estava grávida do outro cara. Eu tinha 17 anos. – Ele diz e eu sinto meu coração ficar mole com isso. Eu sei um pouco dessa história pelo que a Maya me contou.
- Eu sinto muito. – Digo pegando na mão dele. Ao tocar, sentir tipo uma corrente elétrica passando por nós dois, mas nem isso fez soltar nossas mãos.
- E você Mel, já se apaixonou?
- Não. Nunca me apaixonei. Sempre foquei nos meus estudos, e a maioria dos caras só queriam saber de sexo.
- Nossa. Sinto muito.
- Tudo bem. Já me acostumei. Quem sabe em Las Vegas não ache alguém né.
- Sim.
- Bom vou dormir um pouco. – Digo tirando minha da dele. – Me acordar quando chegarmos.
- Tá bom.
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08 horas depois...
Quinta, 30 de Abril
Salvatore
Finalmente em solo Americano. Olho para o lado e vejo a deusa dos meus sonhos dormindo de boca aberta.
A cena seria linda se não ela não tivesse de boca aberta.
- Mel. – Chamo baixinho enquanto melhor nela. – Mel. – Chamo mais uma vez.
- Oi. Que foi? – Ela acorda fechando a boca e limpando um pouco de baba que ficou no canto da boca. Nessa hora não conseguir me controlar e comecei a rir. – Tá rindo do que idiota?
- De ti dormindo de boca aberta e agora limpando a baba que ficou ao lado. – Digo e vejo ela arregalar os olhos e ficar vermelha.
- Porque não me disse que eu estava dormindo de boca aberta?
- E perder esse cena hilariante? Mas nem a pau.
- Vai te catar.
- Bem vindos a Las Vegas. – Diz o piloto do avião.
- Graças a Deus a gente chegou. – Diz Bruno se levantado da poltrona.
- Não acredito Bruno, tu tem medo de andar de avião? – Mel pergunta zombando dele.
- Quem me dera se fosse isso. Mas eu tô agradecendo mesmo por a gente ter chegou, porque assim a Maya para de comer tudo que vê pela frente. Ela comeu quase todas as comidas do avião. – Ele diz incrédulo. Eu e a Mel nos olhamos e caímos na risada.
-Não enche o saco.- Diz Maya se levantando também. – Vamos logo. E assim saímos do aeroporto.
- TAXI! – Grito para um taxi parado perto de nós. Entramos nele.
- Take us to Westgate Las Vegas Resort and Cassino.(Nós leve até o Westgate Las Vegas Resort e Cassino) – Bruno diz ao motorista.
- Ok.
Mais ou menos 30 minutos e estávamos na frente do hotel Marrom com janelas e portas de vidro. Saímos eu, Maya e Mel, Bruno ficou para trás para pagar o motorista.
- Vamos lá que eu quero almoçar e descansar. – Diz Bruno já indo em direção ao hotel. Nós todos o seguimos. – Good afternoon.(Boa tarde) – Uma morena de olhos azuis que está na recepção olha para Bruno.
- Good afternoon how can I help?(Boa tarde, em que posso ajudar?) – A voz dela é bonita.
- We have a reservation in the name of Maya Angelin.(Temos uma reserva no nome de Maya Angelin)
- Just a minute.(Só um minuto) – Ela começa a digitar algo no computador. – Here and welcome to Las Vegas.(Aqui e bem vindos a Las Vegas) – Diz ela com um sorriso no rosto.
- Thanks.(Obrigado)
- Que mulher é aquela papai. – Digo só para ver a cara da Mel e parece que funcionou porque ela revirou os olhos. Olhei para o Bruno com um sorriso imenso no rosto.
- Tu ainda vai apanhar dela um dia. – Bruno sussurra para mim. Apenas balanço a cabeça em positivo, pois eu sei disso.
Formos para o elevador. Bruno apertou o botão do sétimo andar. Chegamos e paramos esperando o mesmo falar.
- Meninas? – Ele chama as loucas que estavam praticamente dormindo em pé.
Como é possível caber tanto sono na Mel?
- Oi. – Diz Maya olhando para ele.
- Aqui a chave do quarto de vocês. Vocês ficaram no quarto de número 70 e eu e o Sal no quarto de número 71. – Diz entregando um cartão na mão da Maya.
- Então vou indo, preciso de um banho, comer e dormir. Preciso descansar.
- Eu queria saber pra onde vai tanta comida. – Digo fazendo graça com ela e vejo ela revirar os olhos.
- Haha, vai te catar Sal. – Diz pegando a mala e entrando no quarto sendo seguida por Mel.
- Ei? – Chamo as duas.
- Kie? – As duas me perguntam juntas.
- O que acham de todos nós descermos para almoçar juntos? – Pergunto e minha barriga ronca alto fazendo os três rirem de mim.
- Acho uma ótima ideia. – Diz Mel rindo.
Eu já disse que ela é linda sorrindo?
- Então a gente se ver em 30 minutos. – Digo e todos concordam. Entramos todos para os nossos quartos.
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Loucura em Las Vegas
ChickLitUm lugar onde tudo é possível, vários copos de bebidas e uma única pergunta: "O que aconteceu ontem?" Já imaginou sair solteiro e voltar casado e sem lembrar de nada do que aconteceu? Pois isso é o que acontece com os amigos Maya, Bruno, Melissa e S...
