× PRÓLOGO (PARTE DOIS)

2.2K 218 48
                                        

Fazer medicina nem sempre foi uma vontade minha e alem do meu interesse ter partido de uma simples serie, não foi tão forte assim até meu pai também querer

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Fazer medicina nem sempre foi uma vontade minha e alem do meu interesse ter partido de uma simples serie, não foi tão forte assim até meu pai também querer. De qualquer modo,me chamem do que quiser, mas eu fiz tudo para ver meus pais felizes. 

Até meu pequeno desvio de conduta.

Minha vida inteira foi uma completa rotina. Quase não havia emoção o suficiente, quase que era tudo no automático. A medicina despertou um pouco como alguém que sacudia um livro empoeirado e depois disso eu tive minha autonomia. Morar sozinha foi um triunfo.

 E agora, eu era uma mulher adulta, com responsabilidades enormes, cuidando da vida dos outros e sem poder cuidar e controlar a minha. Quanto tempo iria demorar até eu surtar? Me pergunto por quanto tempo eu me segurei para chegar a aquele ponto.

Agora aquele homem enorme, de cabeça raspada, olhos lindos e cara de mau me encarava provocando coisas estranhas no meu corpo.E eu não consegui não ficar mexida quando escutei sua voz grossa, ou quando ele tirou a camisa.

Sua audácia me deixava um pouco sem reação, mas eu me puxava para a superfície daquele poço que era o meu tesão acumulado e me forçava a respirar e trabalhar.

Todos os dias eu me olhava no espelho e perguntava porque raios eu estava trabalhando numa prisão com homens enormes e assustadores com crimes tão horríveis que eu nem podia se quer imaginar.
E todos os dias eu não tive resposta. Até aquele.

Eu realmente nunca me achei grandes coisas. Eu não tinha um sorriso que fodia cabeças como nos livros, um cabelo ou um corpo incrível. Na maioria das vezes o tamanho do meu corpo era um incomodo, até eu crescer e deixar isso finalmente para trás.

Mas aquela parede de músculos e poço de testosterona havia me notado. Ou porque não via uma mulher há anos, ou porque realmente havia se interessado.
Eu preferia a segunda opção.

— foi um prazer, doutora Silver.

Eu odiava meu nome como o inferno. Odiava ter nome de um metal que nem era tão precioso assim. Eu não sabia que merda meus pais tinham na cabeça, mas naquela hora, meu nome sendo pronunciado por aquele homem enquanto ele estava sendo levado da minha sala, era a coisa mais sexy que já havia escutado.

Me abanar com o papel não foi o suficiente para diminuir o calor naquela sala.
Talvez eu precisasse dele para o diminuir. Para o apagar.
Eu precisava daquele homem me devorando. Cumprindo a promessa que ele prometera com os olhos e com os lábios.
E eu estava enlouquecendo. Eu havia perdido completamente o juízo.

Onde mais eu havia visto essa história? 

A porra da Harley Quinn e o Joker. Duas pessoas insanas que eu realmente me comparei quando me vi marcando o nome dele na minha lista para consultas futuras.
Dois dias era a diferença. E eu não conseguiria esperar dois dias porque o calor havia tomado meu corpo e abrir as janelas do meu apartamento não eram suficientes. 
Eu precisava dele e eu fiz com que ele viesse novamente.
Com certeza uma das maiores besteiras que eu já havia feito na vida.

Com absoluta certeza.

Mas minha cabeça não pensou nisso. Voou para longe quando o sorriso contido dele entrou no meu canto de visão dois dias depois.
Eu era muito fraca quando o assunto eram homens. Ou talvez quando o assunto era ele.

— doutora Blythe, qualquer coisa só chamar, estarei na porta.

— tudo bem, eu hoje farei uma, — engoli em seco com o nervosismo tentando não o encarar.— consulta mais demorada.

— tudo bem.— o encarou.— estou de olho, seu filho da puta.

Ele nem mesmo reagiu. Apenas estendeu os braços indicando para as algemas que foram logo retiradas. Tayler enfiou suas mãos nos bolsos com um sorriso de lado.
Eu tremi.
A porta fechou e eu engoli em seco sentindo o arrependimento dar as caras.
Suas sobrancelhas se arquearam em minha direção e ele se aproximou da maca tirando a camisa e se sentando.

— chamou, aqui estou, doutora.— sorriu.

— e-eu preciso ver uma coisa aqui. Aquele dia eu fui um pouco bruta, nem mesmo te examinei direito.— menti.

— estamos perdendo tempo.- falou entediado.

— de quê?

Meu olhar subiu e minhas mãos travaram antes de tocar seu abdómen. Trayler pulou da maca ficando a centímetros de distância de mim e eu pude reparar como ele era muito mais alto do que eu.

— eu sei que quer que eu te coma, doutora. Só espero que não faça muito barulho quando eu te foder.

Então meu juízo foi para qualquer lugar, menos ficar ali.
Eu me vi tirando o jaleco, a blusa e a calça, agarrando minhas pernas em volta de sua cintura e me deliciando com seu peitoral quando fui encostada na parede.

— camisinha.— suspirei contra sua boca.— na gaveta tem, por favor.— pedi quase sem ar e ele se afastou  me deixando ali.

O pacote prateado foi rasgado e ele desceu as calças revelando um membro duro e de um tamanho que apenas me atiçou mais.

Tayler se aproximou novamente redefinindo a posição e entrou em mim lentamente para que eu acostumasse.

— ah meu deus!— gemi.

— shhhhhh... Sem barulho.

Era extremamente difícil cumprir sua ordem quando ele me invadia lentamente, me beijando e apertando meu corpo com força.
Nossos corpos se colidiram quando ele começou entrando mais forte e veloz, me fazendo sentir todo o seu comprimento dentro de mim sendo tomada por espasmos de prazer e sendo atingida pela loucura da situação.

Eu precisei daquilo minha vida toda. Precisei de adrenalina. Precisei de loucura.

— gostosa do caralho!— gemeu mordendo meu lábio inferior.

— não para!— quase gritei e ele cobriu minha boca com a dele.

O clímax veio forte e de uma forma arrebatadora como eu nunca sentira, nem depois de muito tempo nem nunca. Meu corpo deu espasmos o apertando dentro de mim e ele continuou forte, veloz e fundo até explodir mordendo meu ombro ao mesmo tempo.
E então eu fiquei mole. 

Demoramos algum tempo ali até que ele me colocasse no chão segurando minha cintura e meu rosto. Seus olhos focaram nos meus e uma onda elétrica percorreu meu corpo num arrepio.
Eu queria repetir aquilo. Eu precisaria de mais uma dose daquela loucura e adrenalina e eu tive a certeza naquele momento.

Ele me segurou no colo me colocando na maca enquanto eu me recuperava e se livrou da camisinha começando a se vestir.
Eu nem mesmo havia notado que estava apenas de sutiã, então me arrastei começando a me vestir a tempo de o ver sair.

Eu nem mesmo havia notado que estava apenas de sutiã, então me arrastei começando a me vestir a tempo de o ver sair

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

× Gostou do capítulo? Comente aí o que está achando e não se esqueça de fazer a estrelinha brilhar...

× Me siga aqui no wattpad, adiciona minhas histórias, compartilhe com a prima, o avô, o papagaio e não se esqueça que estou no insta também.

Bjos de luz

Desvio De Conduta Histórias para pegar e não largar. Descubra agora