√ COMPLETO
Silver Blythe odiava muitas coisas.
Odiava café, gatos, bananas, dias quentes e até seu próprio nome. Aos doze ela perguntou aos seus pais o porque dela ter nome de metal e desde então isso entrou na sua lista de mais odiados.
Mas aos 26...
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Aquilo era a sua forma de dizer que se importava e que sentia. Era a sua forma de dizer que estava se apaixonando por mim. Certo?!
Eu conseguia acreditar agora. Eu queria e finalmente conseguia acreditar no homem que aprendeu a fazer panquecas para me servir num sábado ou domingo de manhã. Eu acreditei no homem que me acordava com beijinhos, que finalmente não causava bagunça em casa e que me devorava na cama ou qualquer lugar que nos desse vontade. E eu estava me tornando dele, ou simplesmente já era. Desde a primeira vez na pequena sala do presídio. Desde que meu corpo reagiu sem controle em sua frente.
Tayler me fez perder o controle de minhas ações e agora fazia o mesmo com meus sentimentos. E eu me via não querendo ter esse controle de volta.
— bom dia, doutora.— desejou afastando os lábios de entre minhas pernas.
— quando me chama assim eu sinto ainda mais tesão.
— ótimo, doutora. Era esse meu objetivo.
Sorri e espalmei as mãos em seu peito o empurrando na cama. Me sentei sobre seu colo posicionando seu membro bem sobre meu ponto de prazer e começei causando atrito. Um gemido escapou de sua boca.
— eu quero essa boca em mim.— ordenou.
Ele segurou meus fios curtos e me fez descer até a altura de seu membro ereto. O segurei beijando e lambi o colocando na boca.
— gostosa!
Aumentei o ritmo ainda sem tirar meus olhos dele e arranhei de leve suas coxas. Tayler me puxou para cima num reflexo rápido e me fez sentar sobre seu membro o encaixando bem no meu centro. Gemi.
— cada vez que eu tenho você parece que eu quero mais.— ele soltou.— você é mais viciante do que uma droga, doutora.
— isso é bom?— falei sentindo meus seios pularem.
— isso é incrível, como tudo o que você provoca em mim.
Gemi em resposta.
Eu estava quase lá assim como ele. Muitos dizem que no ponto alto do prazer nós falamos palavras desconexas ou então confundimos muitas coisas. Mas eu escutei bem, e ele falou com tanta convicção que nem mesmo tirou os olhos de mim.
" eu te amo, porra!", Foi isso.
Meu orgasmo veio junto ao seu e mesmo tomada de prazer o sorriso não me deixou em nenhum momento. Me dezabei sobre ele ofegante e suas mãos me embrulharam ainda sem sair de mim.
— Tayler..— falei quase sem fôlego.
— você escutou bem, doutora. Eu te amo pra caralho.
Sorri.
— eu também.— falei.
Uma onda de felicidade me preencheu após o ápice do prazer. Nós continuamos assim, deitados e sem desfazer um do outro. Entre carinhos, beijos e tapas na bunda.