15 _Nelly/ Corrigido

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REVISADO E CORRIGIDO

REVISADO E CORRIGIDO

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Depois daquele showzinho... Ele me arrasta para o quarto e começamos uma discussão acalorada! Viro-me para procurar a calcinha que tirei na raiva, e retiro sua camisa do meu corpo e solto toda minha frustração nele.

Nelly: Sinceramente não sei como você não percebeu que aquela lá é uma puta! Ela queria sim te ajudar, ajudar a faxinar sua virilha! Tirar suas teias de aranhas enquanto sobe desce no seu pau!

Ele está estranho e eu estou mais ainda.

Nelly: Idiota que você é! E essa cara ai é o que?

Ao achar a bendita calcinha me levanto e vejo-o se aproximando, não dou atenção e vou colocar a calcinha, mas ele arranca da minha mão e leva ao nariz e aspira, com olhos fechados, lambe os lábios e me puxa pela cintura e eu vou como uma boneca rendida. Começo retribuir o beijo, como despedida resolvo fazer daquela nossa ultima, a melhor transa! Ele vai se sentando a cama e me esfrego nele a procura de uma fricção mais forte e encontro seu pênis duro e pronto para mim... Coloca a mão o tirando da calça e me sento em seu colo nos encaixando de uma vez, fazendo uma pressão um pouco dolorosa porque estou ardida. Eu fico por cima comandando o ritmo e é a melhor das vezes, eu sinto toda a sua extensão, cavalgo com força deixando ele louco e gemendo alto. Ele fica alucinado quando eu hora vou bem lentamente hora aumento o ritmo e quase perco as forças! Ele toca no meu pontinho de prazer e eu explodo a sua volta o fazendo deslizar gostoso e gozar junto comigo, caio em seu peito até que nossa respiração volte ao normal, escuto Laysa bater na porta:

Laysa: Tia Nelly a Michelly está ligando no meu celular, ela quer falar com você!

Ai meu Deus, tento levantar, mas ele me segura e pede para eu esperar. Grita falando com a Laysa do outro lado da porta.

Marcelo: Laysa fala com ela que daqui a pouco a Nelly liga.

Eu espero e ele me solta e começo a levantar, vou em busca da minha roupa. Ele levanta também e vai para o banheiro. Após me vestir vou atrás de Laysa , peço o celular emprestado e ligo e falo com minha mãe que vou precisar de dinheiro e ela diz que me empresta, conto que perdi minha bolsa e que vou precisar ligar para cancelar meus cartões e fazer boletinho de ocorrência dos meus documentos, digo que vou chegar logo. Laysa quer ir comigo e decidir ir no quarto falar com seu pai. Eu continuo a me arrumar meu cabelo com o pente que peguei de Laysa, meu cabelo está úmido.

Saio do quarto com celular de Laysa pedindo um Uber. Uber marca 15 minutos. Na sala ele esta de pé e Laysa com uma cara triste. Ela vem até a mim e diz que não vai porque o pai não deixou. Olho para ele que parece com raiva, decido nem falar mais nada. Despeço-me de Laysa com abraço e saio. Ela me acompanha a porta e diz que nos vemos na segunda feira.

Desço as escadas até a calçada e aguardo o Uber. A noite está caindo, esta escurecendo e nada do Uber. Preocupação me bate, carros passam pra lá e pra cá, o Uber está demorando e querendo ou não eu estou na rua, é a calçada da casa deles, mas também é rua. Na varanda da casa, vejo Marcelo andando de um lado ao outro observando como um guarda. Ele desce a escada e vai apara a garagem, abre o portão e em minutos o carro para perto de mim, abaixa o vidro e diz arrogante:

Marcelo: Entra que eu te levo!

Ignoro sua carona, Finjo não ouvir porque tudo que quero é esquecer tudo que aconteceu e seguir adiante. Olho no relógio e são quase 19 horas. Aparentemente nervoso ele sai do carro e vem falar comigo:

Marcelo: Fica de cu doce não! Entra na porra do carro agora!

Olho dentro dos olhos dele e fico furiosa...

Nelly: Não sei onde você conhece as suas putas, mas eu não sou da sua laia! Nunca permiti e nem vou permitir que VOCÊ me trate mal! Estou na calçada de uma rua pública. Se te incomoda, foda-se porque eu não tenho nada a ver com isso! Finja que nunca me viu seu idiota! Porque é isso que estou fazendo contigo! E da próxima vez que falar comigo assim, você vai ver direitinho quem sou eu!

Viro-me de costa e saio andando, vejo um carro se aproximando e um cara sai... Marcelo se aproxima e o homem do carro pergunta: Alguém pediu Uber? Antes que ele responda eu entro no carro e fecho a porta. Marcelo se aproxima do homem e eles tocam as mãos em uma forma de cumprimento enquanto conversam:

Marcelo: A corrida é por minha conta André, leve ela sem problemas e com cuidado redobrado. Na volta passa aqui para receber!

André: Sim Capitão! Será um prazer!

Fico em silêncio e nem me dirijo o olhar em sua direção. Sinto seu olhar em mim e não retribuo. Quero sumir daqui! Tinha que ser alguém do clubinho dele né?

André dirige sem uma palavra. Quase 1 hora de transito, chegando a Dutra e ele segue as coordenadas e logo estamos chegando a meu portão. Peço a ele que aguarde um tempo, entro em casa e pego 100 reais. Volto e dou a ele que se recusa a pegar dizendo que a corrida será paga pelo capitão. Jogo o dinheiro no carro mesmo sendo o dobro do valor e ainda teria troco. Merda! Eu jamais aceitaria qualquer coisa daquele brutamonte!

MarceloOnde histórias criam vida. Descubra agora