A DAMA
Nós continuamos a andar por mais um dia desde que encontrei o Justin, a Amber e a Caitlin. Alec e Justin por incrível que pareça não estavam brigando, mas também não estavam se tratando como melhores amigos, eu não perdia uma oportunidade de provocar a idiota da Amber, ela até que estava mais na dela e Caitlin quando não estava falando que iria matar a Amber, estava falando da Megan. Eu vou ter que confessar, até eu tô sentindo falta daquele toco de gente.
Eu estava muito cansada. Eu precisava de um banho, sei lá, estava faminta, nós achamos uma árvore com laranjas. Eu fiquei super feliz por isso, eu podia comer a vontade que não iria me engordar, mas não matou a minha fome o suficiente. Infelizmente. Ah, céus, que chatice. Eu quero sair logo desse inferno.
— A gente tinha que parar pra descansar, já tá escurecendo. — Caitlin falou. Eu estou exauta. Que vontade de desmaiar nesse chão e dormir aqui mesmo, mas é muito anti higiênico, imagina se eu pego uma ancilostomose, pior, imagina se o Justin não pega, ele estava andando descalço só pra que eu pudesse andar com os seus tênis confortáveis. Ele não é maravilhoso? Me trata que nem a princesa que eu sou, as vezes, mas quase de vez em sempre. Caitlin tinha razão.
— A gente pode ficar por aqui mesmo. — Alec falou olhando o lugar. Ah, que merda, não tinha nem uma cama, que droga, dormir com grilos, insetos, bichos, eu já estava toda picada.
— Vou mijar. — Justin saiu indo a direita. Nossa, voltando no assunto, é ótimo que ele me trate que nem uma princesa, mas eu não disse que ele é algum príncipe. Onde fica os modos dele? Eu segurei o meu xixi por um dia, graças a Deus a Caitlin reclamou que estava com essa vontade também. Eu deixei ele ir e suspirei. Pelo menos eu podia dormir vendo o céu e até que estava bonito.
— Eu fico de vigia hoje. — Amber disse. Eu ri por dentro, ah ta bom, se ela ficasse de vigia estávamos todos perdidos.
— Você fica quieta, hoje sou eu quem fico. — Alec falou pra ela. Eu precisava de um super banho de espumas, eu tô falando sério, não tô aguentando mais, podia até ser em algum rio, não faz mal, com tanto que eu passe alguma água no meu corpo. Me sentia suja demais.
— Você não faz a mínima ideia de onde nós estamos? — Eu resolvi perguntar pra Amber. Eu não aguento mais andar e ficar nesse lugar horrível. Que saco. Respirei fundo.
— Faltam talvez uns 3 ou 4 quilômetros pra nós chegarmos na casa da minha tia. — Ela deu de ombros. Isso é sério? ela não estava zoando com a minha cara? Como eu fiz o dia inteiro com ela, ah não, é bom de mais pra ser verdade. Caitlin olhou pra ela não acreditando nisso. Eu também não estava acreditando.
— E por que você não disse antes? Nós podíamos ter acelerado os passos! — Caitlin reclamou.
— Ninguém perguntou. — Ela deu de ombros. Ai que idiota.
— Relaxa, a gente descansa e quando amanhecer nós continuamos. — Alec falou. Eu não consigo relaxar nesse lugar, é impossível, como eles conseguem não reclamar disso? É horrível. Eu não aguento mais.
— E aí ela morre. — Eu falei amenizando a minha consciência. Ah, mal posso esperar pelo amanhã.
Olhei ao redor. O Justin estava demorando. Eu não estava escutando ele.
— Justin está demorando. — Amber falou. Eu dei permissão pra ela falar do Bieber? eu acho que não, hein. Ah, caralho, é só o que me falta ele ter se perdido. Eu não acredito nisso. Ele foi aqui do lado, qual é o problema de voltar logo?
— Eu já volto. — Falei pra eles indo atrás dele. Passei pelas árvores e andei alguns passos, tentei enxergar alguma coisa mas não vi nada, e nem ouvi também, céus, cadê você, J? Não tô pra brincadeira, eu quero descansar. Escutava so esses insetos inúteis, que saco. Espantei eles com as mãos.
— J? — Chamei por ele. Responder agora é luxo, que saco, cadê ele? Eu não podia andar mais que isso, se não já ficava um pouco longe de onde o Alec estava. Tentei ouvir alguma coisa, mas não conseguia. Bufei e fui andando pra frente, qual é, eu sou Angel Storman, ninguém pode comigo. Não preciso ter medo. — Justin? — Chamei mais alto por ele. Senti uma mão puxando meu braço com força e colando meu corpo com o seu enquanto tampava a minha boca. Meu coração começou a bater rápido. O que estava acontecendo?
— Shhh. — Justin falou pra mim. O que foi? Eu não estava entendendo nada, o que aconteceu? Tem alguém aqui por acaso? Ouvi um rugido. Ah, não, não, não, não, me recuso a passar por isso, eu já vi uma cobra gigantesca, um jacaré seja lá o que fosse, uma das aranhas gigantes hoje. De jeito nenhum que eu vou acreditar que dessa vez tem um leão a menos de 10 metros em algum lugar aqui. Não. Pelo amor de Deus, que isso não seja real. Meu coração não aguenta tudo isso. Eu fui e abracei o Bieber, eu definitivamente estava com medo, se ele nós visse, ouvisse, ele atacava e estávamos mortos, pronto. Não quero morrer comida por um leão. Justin segurou minha cintura enquanto eu abraçava ele morrendo de medo desse animal.
— Que não seja um leão. — Falei pra ele muito baixo no seu ouvindo.
— Não é. — Justin disse pra mim. Ah, que bom, menos mal. Nós estávamos atrás de uma árvore com o caule muito grosso, isso nos dava vantagem, mas não pra correr, caralho, imagina se Justin não tivesse me puxado? Esse bicho podia ter me atacado. É só Cristo na causa. — É uma onça. — O que? Que porra de diferença tem entre uma onça e um leão, os dois são carnívoros, os dois vão comer a gente vivo. Que merda! Ouvi Justin abaixando a sua mão devagar pra que ela não enxergasse nenhum movimento. Ah, ela estava farejando o nosso cheiro, caralho, eu vou morrer, eu não posso morrer, eu tenho muito pela frente ainda. Peguei a arma no bolso do Justin já que a minha mão estava mais próxima que a dele. — Essa não é a arma, Angel. — Ele falou rápido. Não? Ah, que merda, peguei na parte errada, mas o pau dele estava tão duro quanto uma arma, eu lá iria adivinhar. Peguei a arma dele e puxei passando pra ele. Eu que não vou atirar nesse bicho, eu sou boa em matar pessoas, não animais. Não sou capaz de fazer uma coisa dessas. Justin me deu um leve empurrão pra ele poder sair dali pra meter um tiro na onça, mas quem não garante que ela nos atacaria a partir do momento em que eu desse um passo pra traz ela iria ver, eu tenho certeza. Eu não queria morrer, eu já falei. Justin insistiu e eu acabei indo pra trás. Ele soltou o gatilho e mirou assim que a onça rugiu mais uma vez. Ele deu um tiro, eu acho que ele tinha acertado, mas ela veio pra cima de mim mesmo com uma bala dentro do corpo, por que ela não atacou o Justin? É ele quem atirou. Justin deu mais um tiro nela assim que ela chegou até mim. Ah, não. Justin se colocou na minha frente. Eu gritei. Meu deus, ele foi na minha frente. Justin deu mais um tiro nela fazendo ela finalmente cair nos pés dele, caralho, e quer parar de ser maluco, quem faz esse papel na relação sou eu.
— Justin? — Chamei ele. Justin se segurou no meu braço fazendo força pra não cair. Ela tinha atacado ele mesmo? não pode ser, ele matou ela a tempo, não matou? Ai, não. — Olha pra mim, tá tudo bem, relaxa. — Tirei a arma dele da mão guardando no meu bolso de trás. Ele se virou pra mim gemendo de dor. — Fala que tá tudo bem, por favor, J. — Eu pedi a ele.
— Calma. Ta ardendo pra caralho. — Ele disse. Eu virei o seu corpo pro resto de luz que sobrava pra eu ver o que tinha acontecido. Puxei sua camiseta pra cima. Ufa, não foi tão feio assim. A onça só tinha perfurado com os dentes o seu abdômen, ela não chegou a morde-lo ou a tirar um pedaço dele. Por sorte só a marca dos dentes dela estava ali, sangrou um pouco, podia ter sido bem profundo. Que merda, mas podia ter sido pior. Por que ele estava todo fresco com isso então?
— Não tá tão feio. Vai ficar tudo bem, não precisa se preocupar. — Eu falei pra ele.
— Meu braço. — Eu ajudei ele a se sentar no chão. Justin é pesado, precisava de um regime. Ele sentou e eu fui pra perto dele ver o que aconteceu com o maldito braço que ele reclamava. Nossa, que merda, o braço dele estava jorrando sangue de graça, estava sangrando muito meu deus, o que eu faço? Coloquei meu cabelo atrás da orelha pensando. Essa onça filha da puta arranhou o braço dele com as suas garras. Que droga.
— Puta que pariu, ele tá fodido demais. — Falei pra ele não conseguindo esconder, ele sabia que estava fodido, ele podia sentir o sangue descer. — Calma, eu tô aqui com você, já passa. — Abracei ele fazendo carinho no seu cabelo.
— Angel eu não sou criança. — Justin disse.
— Seu insensível, eu tô tentando ajudar. — Falei pra ele. Respirei fundo. — A gente precisa da jaqueta da Caitlin pra cobrir isso aí. — Falei pra ele. Justin assentiu. Olhei ao redor, eu precisava do Alec. — Consegue andar? — Eu perguntei pra ele.
— Não, minha barriga tá doendo pra caralho. — Era só o que faltava, a gente encontrar uma onça e ela ainda atacar o Justin. Que droga. Eu não ia aguentar carregar o peso dele até onde o Alec estava, sem falar que eu nem sei pra que lado é esse caminho, nós estamos um pouco afastados de lá.
— Angel? — Caralho, é o Alec? Nossa, ele é o anjo da minha vida. — Que merda aconteceu aqui? — Ele perguntou.
— Essa onça atacou o Justin. — Eu falei. — Você precisa me ajudar a levar ele pra lá. — Alec assentiu. Alec ajudou o Justin a se levantar. Eu não acredito que eu estou vivendo pra ver isso. Justin se apoiou no Alec e meu irmão ajudou ele a ir. Uau.
— Valeu. — J disse pra ele.
— Eu te devo essa. — Será que finalmente pelo menos metade dos meus problemas vão acabar depois dessa pequena "reconciliação" do meu irmão e do meu namorado? É sério, é um saco ficar no meio de duas pessoas que eu amo.
[...]
Caitlin concordou facilmente em ceder a sua jaqueta pra segurar o sangue do Justin, fala sério, ele tinha salvado a vida dela e da filha dela. É o mínimo. Eu fiquei junto com o Justin enquanto ele dormia, fazia tempo que ele não dormia, sem falar que não teve descanso nenhum, ele merece né. Assim que amanheceu a gente voltou a andar. Com a mesma rotina de sempre, mas tudo bem, eu sempre saia por cima e isso que importa.
Nós estávamos mais devagar por causa do Justin. Não muito devagar, mas geralmente andávamos rápido. A parte boa daquela onça é que ela serviu como carne, Alec é louco, ele quis assar aquele animal, e a gente comeu, não estava tão ruim assim. Mas o pior agora não era fome, era sede de água, nós só achávamos água de rios, que eram muito poluídas. Que nojo, era isso ou eu morreria.
Olhei pro Justin e vi que eles não me levaria no colo de jeito nenhum. Ele não é muito fã de fazer as minhas vontades, sem falar que estava machucado.
— Alec? Eu tô cansada. — Falei pra ele. Alec olhou pra mim e bufou. Ah, qual é, eu sou mais leve que a Caitlin, ele me aguenta levar sim.
— Você é pior que criança. — Alec disse pra mim e fez sinal pra eu subir nas suas costas. Ele não é lindo? Ele é né, eu sei. É o meu irmão, dá licença. Depois de pelo menos uma meia hora a gente achou uma casinha de madeira, ela era do tamanho da minha sala de estar.
Eu olhei pra Caitlin e depois pra Amber.
— Não acredito, chegamos. — Amber disse apressando os passos e indo pra dentro da casa sabe se lá de quem. A gente foi atrás dela é claro, eu espero que essa família pobre dela não sejam como ela, ou como eu, espero que sejam como... sei lá... como a madre Teresa de Calcutá. Amber bateu na porta.
— Tá tudo bem? — Perguntei olhando pra J. Ele assentiu. Com a luz do dia eu pude ver melhor o seu machucado, os dentes daquela onça perfuraram mesmo o peitoral do Justin, que merda, eu não fazia ideia da profundidade daquilo, mas se fosse fatal ele já estaria morto. E o arranhão dele estava horrível, eu me sentia mal só de olhar pro braço dele, eu tenho certeza que vai acabar ficando uma cicatriz ali. Infelizmente.
— Chaz? — Eu olhei pra ver quem nos atendeu. O Chaz? Que merda ele estava fazendo ali?
— Caralho mano, até que enfim, entra aí. — Ele deu espaço pra gente entrar. Eu queria saber que merda o Chaz estava fazendo aqui, ainda mais que a vadia da Amber disse que era a casa dos familiares dela.
— Cadê os meus primos? Meus tios? — Amber perguntou muito bravo pro Chaz.
— Nossa, eles são seus tios? — Chaz perguntou. Amber olhou com uma cara muito séria pra ele, cara de puta como sempre. — Deixei eles presos no sótão. — Chaz deu de ombros. — O que aconteceu com tu, dude? — Chaz veio perguntar pro Justin. Eu sai de perto deles pra ir ver como era essa casa, que coisa mais de pobre, eu hein. Fui até a geladeira, ela estava desligada, a abri, tinha poucas coisas, mas tinha uma boa água gelada, ah eu nem acredito nisso, fui pegar um copo pra que eu pudesse beber. Que delícia, eu não exaltei tanto uma água como hoje. É sério, nunca pensei que iria ficar sem uma maldita gota de água limpa. Ah, eu precisava de um banho, é sério, nem que seja nesse chuveiro de pobre, mas eu super precisava de um banho quente.
Voltei para a onde os garotos estavam. Estavam faltando algumas pessoas ainda. Nolan, Ryan, Carly, Wes e pelo o que a Amber disse, o Logan também. Que droga, Carly. Respirei fundo. Os tios/primos da Amber estavam descendo as escadas do sótão surpresos com a gente. Qual foi? Parece que nunca viu um grupo de mafiosos.
— Caramba, quanta gente, querida. — A tal tia dela disse para ela. Amber revirou os olhos.
— Tia, eu só preciso que você dê um telefone pra eles, é sério, eu tô correndo riscos de vida se a senhora não concordar com isso. — Amber falou toda vítima. Ah, coitadinha, ela se paga de santa pra família dela? Que nojo, eu já tinha dado um murro no meio da cara. Ninguém merece.
— Calma, Amber, vai ficar tudo bem, eu não admito nenhum tipo de violência aqui. — A tia dela falou dizendo para todos. — Catarina e João, voces tratem de ficar ao lado da prima de vocês. — Ela disse aos supostos filhos, e onde é que estava o marido dela? Não tinha não? Mas nossa, vou ter que falar, os filhos dela não eram nada bonitos, me desculpe a sinceridade. A filha dela parecia ter a minha idade, mas... uau, ela usava óculos e aparelho e tinha um cabelo todo ressecado. Sem falar que não tinha peito e nem bunda, uma verdadeira CDF. O menino era um pouco menor, talvez uns 14 anos. Não sei. Eles assentiram pra mãe deles. Respirei fundo. — Bem... Eu sinto informar que a energia só passa uma vez por dia aqui, apenas as 8 da manhã, então vão ter que ficar por mais um dia aqui até o telefone funcionar. — Ah, não acredito, olhei ao redor, tinha um relógio aqui, era formato 24 horas aqui no Brasil? Que estranho, mas tudo bem. Eram 10 da manhã. Que saco.
— Da licença? Você tem um banheiro? Eu preciso muito tomar um banho. — Eu perguntei pra ela não dando a mínima para o telefone. Ela arqueou as sobrancelhas pra mim. O que? Eu tô imunda, fala sério.
— Olha só, Catarina, agora tem uma garota pra brincar com você. — A mãe delas crianças disseram. Brincar? Espero que ela não esteja falando de mim, por que eu só gosto de brincadeiras que nenhuma outra adolescente iria gostar. Amber deu risada. Eu olhei para aquela garota feia e ela riu, caramba, essa garota precisava de um dentista.
— O banheiro...? — Continuei com uma cara de nojenta.
— A esquerda. — Ela acabou me dizendo.
— Eu vou com você, preciso lavar esse braço. — Justin falou pra mim.
— Não, não! Se quiserem ficar aqui é sob as minhas regras, nada de namoros aqui! — A tia da Amber reclamou. O que? tá me zoando? Justin suspirou.
— Chaz, coloca ela de volta lá encima. — Justin falou pra ele. Assim está melhor. Olhei pra aquela garota bizarra que agora olhava pro Justin. Credo, que horror, acho melhor ela tirar o olho, garota ridícula, deve ter puxado a prima.
Virei a esquerda e abri a primeira porta vendo que ali era o banheiro. Eu nunca fiquei tão feliz em toda a minha vida por ver um banheiro tão podre. Eu liguei o chuveiro rapidamente, eu não sou nem louca de ficar suja desse jeito. Olhei para o Justin que fechou a porta e a trancou.
— Deixa que eu te ajudo. — Falei pra ele indo tirar a jaqueta que estava presa ao seu braço segurando o seu sangue. — Eu nem te agradeci J. Aquele bicho podia ter tirado um pedaço de mim se não fosse por você. — Eu disse pra ele vendo o seu braço. Que horror, é uma sensação muito ruim ficar olhando pra esse braço. Respirei fundo. Ele precisava que um médico enfaixasse isso para ele.
— Não precisa agradecer com obrigado, boneca. — Ele disse pra mim. Sorri de canto pra ele. — Pode ser com outra coisa. — Eu entendi o tom da sua voz. Eu com certeza iria agradecer de outro jeito.
— Coloca esse braço de baixo do chuveiro, a água tá gelada mesmo. — Eu falei. Iria ter que enfrentar essa água gelada ainda, mas é melhor do que nada. Pelo menos estava calor, eu não iria passar frio. Eu tirei a minha blusa, ela estava horrível. Tirei o tênis dele e a meia e por fim o meu short. Eu não vou nem citar as minhas pernas, eu estava cheia de picadas. Que horror. Eu nunca mais ando de avião.
Eu olhei pro Justin.
— Vem cá. — Ele me chamou. Eu ri de canto.
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Lethality
FanfictionA Dinastia Storman está passando pelo momento mais delicado de sua vida, após dezenas de crimes cometidos, eles estão prestes a pagar pelos seus delitos. Então, Alec Storman decide tentar a única chance dele e de sua irmã, a assassina cruelmente con...
