Chapter 11

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Olho para a janela com uma das vistas mais espetaculares desta cidade. A vista para o mar da janela do Eduardo.

  — Ela simplesmente esqueceu que tem uma filha. — hoje ele acordou furioso com a ex-esposa. — O que devo fazer?Devo entrar com um processo imediatamente?

— Não. — falo, tiro uma foto do oceano. — Primeiro conversa com ela.

— Bonnie não me escuta. Uma filha esquecida na escola, as notas caindo e simplesmente nem aí. Não aceito.

— Antes de entrar com ação judicial tente conversar com ela e avise de uma futura ação. Além do mais, sua vida é um pouco caótica e ela te acusaria disso. Se for fazer algo, coloque sua vida em ordem primeiro. — digo. Minha atenção está voltada para o oceano, vai cair uma tempestade enorme.

— Eu amo a minha filha e se for ter que largar essa vida para ela ficar ao meu lado, eu farei. — admiro o amor do Eduardo pela filha. Ele é do tipo que faria de tudo e daria até a própria vida para defende-la. Me recordo um pouco do meu pai.

— Tente. Uma batalha judicial é complicado, especialmente para a criança.

— Obrigado advogado. Quer alguma coisa para beber?

— O que tiver de mais forte.

— Problemas jovem lorde?Diga-me o que lhe aflige. —Ele está me sacaneando.

— Mulheres.

— Sempre elas. Mas, você Não tem problemas com essas gazelas, o que houve?

— Permiti que Elle se aproximasse. — ele me olha como estivesse tentando adivinhar qual seria a Elle. — A Lund.

— A que você diz que odeia, mas ama. Como que isso aconteceu?

— Estava preocupado com a saúde mental dela. A Elle está numa fase maluca e quis tirar um peso da vida dela..

— Hm... Não direi nada para lhe julgar. Então, novamente, uma outra vez, sempre, constantemente o seu problema é com a Elle.

— E a Lizzie.

— Explique.

— A Lizzie é instável. — respondo. — Tipo, quanto mais sei sobre ela, mais fico preso e com medo.

— Medo? — sei que parece não ter sentido.

— Lizzie chegou na minha casa de madrugada chorando por um problema pessoal e depois terminou eu fazendo sexo oral nela. A Lizzie é maravilhosa, não tenho palavras para descreve-la. Eu quero estar com ela, protegê-la, no entanto nada de relacionamentos. Não quero me envolver. Não estou afim de me machucar.

— Oliver, relacionamentos são assim. É como ganhar em uma loteria, não sabemos quando um vai dar certo, as vezes você pega um prêmio curto, outra para a vida inteira. Não se pode desistir na primeira tentativa, meu jovem.

— Eu sei, você já falou mil vezes. Eu só não quero, apenas isso.

— A Lizzie para mim parece ser uma boa garota, se você sente atração, porque não deixa aos poucos?

— Lizzie está perdida, não sei se ela quer algo sério. E você sabe, a maldita da Elle é como uma fantasma.

— Que você resolveu invocar. — ele me entregou um copo de bebida. — Não parece boa ideia deixar a Elle voltar, mesmo por problemas mentais, ela pode te causar o mesmo problema, aliás, já está causando. — bebo o copo de caipirinha que ele fez. — Uma brasileira me ensinou, Isabella. Boa?

— Não sei se conseguirei dirigir de volta. Forte. — faço até uma careta.

— Brasil, amigo. Isabella me ensinou a sambar e muitas outras coisas. Bela mulher.

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