baby's firsts

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𝘮𝘢𝘴 𝘦𝘶 𝘴𝘰𝘶 𝘧𝘰𝘨𝘰 𝘦 𝘷𝘰𝘶
𝘮𝘢𝘯𝘵𝘦𝘳 𝘴𝘦𝘶 𝘤𝘰𝘳𝘢𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘧𝘳𝘢́𝘨𝘪𝘭 𝘲𝘶𝘦𝘯𝘵𝘦.
peace, taylor swift.

Verônica Lodge Pov

— Você arruinou completamente nosso negócio, Verônica! Você não consegue simplesmente fazer algo direito nessa empresa? — Marie gritava comigo há mais de 20 minutos. E eu não era a melhor pessoa para escutar gritos.

— Marie, por favor, me desculpe. — suspirei.

Você conhece sua chefe, Verônica, sabia que bastava estragar um negócio e ela ficaria fula.

— Não, não quero ouvir. Tu es virée. — seu tom de voz baixou com a frase em francês e eu franzi as sobrancelhas.

— O que isso significa? — cocei a nuca.

— Significa que eu não quero mais você trabalhando com a Savoire. Volte para Chicago de onde não deveria ter saído. Está demitida.

Meu queixo caiu e a única coisa que eu quis fazer foi chorar. Chorar e bater nessa velha que por alguma razão me odeia de morte. Eu não posso voltar para Chicago, eu tenho uma filha e uma noiva aqui!

Peguei em minha bolsa e saí de seu escritório. Os colegas do departamento me olharam e isso me fez andar mais rápido para o elevador. Felizmente, Cheryl estaria em casa. Passaram alguns meses desde o parto então ela já está trabalhando. Mas ela trabalha de noite e isso acaba por fazer que quando eu chego a casa, ela esteja lá.

A não ser quando está trabalhando o dia todo e aí eu encontro uma babá ao entrar em casa. Como você diz a sua futura esposa que foi demitida? Entrei em casa praticamente tremendo. E não era do gelo que estava lá fora.

— Olha Love, mamãe chegou. — a voz de Cheryl rapidamente surgiu do sofá e eu olhei p'ra ela, vendo minha filha bater palmas e rir p'ra mim. Merda, Verônica, engole o choro. — Amor? Você está bem?

Limpei as lágrimas dos olhos me aproximando do sofá e peguei em minha filha. A menina se agarrou a mim e eu sentei no sofá. Sorrindo para Cheryl.

— O que foi, pequena? Por que está chorando? — Cheryl tocou meu rosto e também limpou a parte de baixo dos meus olhos. Sentei Love no meu colo para poder dar um selinho em minha noiva.

— Eu não tenho trabalho em Paris, Cher.

— Como assim não tem... Não, ela não fez isso. — a ruiva abriu a boca.

— Ela fez. E ou eu volto para Chicago ou eu estou desempregada. — encolhi os ombros sentindo as lágrimas surgirem novamente.

— Não, vem cá. — Cheryl envolveu seus braços por mim com cuidado para não machucar nossa bebê. — Nós vamos dar um jeito nisso. Não tem uma forma de você trabalhar à distância?

— Seria bastante complicado, amor. Por conta das reuniões e estratégias.

— Então eu... É... Você não pode voltar p'ra Chicago, Verônica.

— Eu sei. Mas nós temos uma filha e uma casa para sustentar, Cheryl, eu não posso ficar de braços cruzados. Eu deveria falar com a empresa de Chicago e ver se eles me arranjam solução.

veronica in paris ⋅ cheronica [𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐢́𝐝𝐨]  Onde histórias criam vida. Descubra agora