bonne année!

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𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘦𝘶 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘪𝘳𝘰 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰
𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘯𝘢̃𝘰 𝘦𝘴𝘵𝘢́ 𝘤𝘰𝘮𝘪𝘨𝘰?
breathe, little mix.

Verônica Lodge Pov

Era o último dia do ano, finalmente. Cheryl e eu passaremos a noite na Torre Eiffel. Jantamos perto dali e depois à meia noite, nos beijamos em frente à Torre.

— Merda! — ouvi minha namorada resmungar do quarto de nossa filha. O que ela está fazendo?

Baixei a temperatura do fogão e fui até
ao quarto.

— Cheryl, você está bem? — me aproximei para levantá-la do chão.

— Eu não consigo encaixar essa porcaria! — exclamou apontando para o berço.

— Que susto, amor. — eu ri. Cheryl me olhou furiosa. Oh, ela está alterada. — Certo, primeiro respira. Segundo, nós vamos conseguir montar isso, sim?

— Não vamos!

— Confie na sua namorada. — sorri e deixei um beijinho em seu nariz. Cheryl bufou e mostrou um sorriso.

Peguei nas peças e logo consegui encaixar tudo direitinho. O quarto da bebê estava ficando cada vez mais lindo.

— Como você conseguiu?

— Você não pode fazer as coisas nervosa, você sabe, amor. — peguei sua mão. — Vamos almoçar, vem.

— Não explodiu a cozinha? — Cheryl brincou e tentou controlar o sorriso.

— Não, senhora, não explodi. — respondi revirando os olhos.

Cheryl sentou no banco em frente ao balcão da cozinha e eu distribuí a comida por nossos pratos. De seguida, sentei ao seu lado.

— Sabe, amor. — Cheryl chamou minha atenção. — No início desse ano, eu estava péssima. Péssima de verdade, as agressões do Pierre se intensificaram e eu não me sentia sequer segura em minha casa.

Bebi um pouco do meu vinho tentando manter a calma ao pensar nisso.

— Uns meses mais tarde nós terminámos e depois eu descobri que estava grávida. Honestamente, não achei que ia sobreviver a esse ano. Mas então apareceu você. — a ruiva sorriu p'ra mim.

— E eu dou graças a deus por minha chefe ter ficado grávida. Caso contrário, eu não estaria em Paris. — respondi.

— Ela já teve o bebê?

— Oh não. Mal dava para perceber que ela estava grávida. Acho que você ainda tem primeiro. Assim espero. — sorri e baixei minha cabeça para dar um beijo em sua barriga.

— Você vai ser a mãe mais babada do mundo, amor. — Cheryl riu.

— Ainda bem que sabe, Sherlock. — pisquei e dei um beijo em sua bochecha.

Escutamos um bater na porta.

— À hora de almoço? — Cheryl perguntou franzindo suas sobrancelhas. — Eu vou abrir.

veronica in paris ⋅ cheronica [𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐢́𝐝𝐨]  Onde histórias criam vida. Descubra agora