15. Confusão de Pensamentos

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Domingo. Dezenove de Abril

Abro os olhos lentamente e um longo bocejo escapa da minha garganta no momento em que acordo. Olho ao redor e lembranças da noite passada surgem em minha mente, o que me faz engolir em seco. Se eu fechar os olhos outra vez, conseguirei facilmente reviver o momento íntimo que compartilhei com o Jimin. Seus toques incandescentes em minha pele e os suspiros roucos que escaparam de seus lábios, me fazem arrepiar.

Tive o homem que mais desejei em toda a minha vida, segurando o meu cabelo e me satisfazendo completamente, saciando assim toda a minha frustração. Seu jeito duro, dominador e instigante, quase não me deixaram dormir. A verdade é que descansei por apenas duas horas, pois julgando o fato de que a saída repentina do homem do meu quarto, me deixou extremamente pensativa. É óbvio que não dormiríamos juntos depois do que houve, disso eu estava ciente.

No entanto, após o Park se desfazer do preservativo, ele começou a se vestir apressadamente. Enquanto eu o observava caminhando em direção à porta, o meu peito começou a doer de forma estranha. Não porque eu estou apaixonada por ele, mas sim porque não recebi nenhum olhar de sua parte. Foi como se não tivesse sido bom para ele, como foi para mim. Mesmo sem preliminares ou experimentado outras posições sexuais, foi uma — se não a melhor —, transa que já tive com alguém.

No momento em que o vi bater a porta e levando consigo a garrafa de vinho, à realidade surgiu: caí em seus encantos e me entreguei covardemente ao desejo. Contudo, eu não estava pensando naquele instante e a tensão sexual gritante entre nós, contribuiu para que fôssemos para a cama. Suspiro e me sento sobre o colchão, afagando o meu próprio rosto com as duas mãos. Toco o chão gélido com os meus pés desnudos e mordo o cantinho da boca, vítima dos meus pensamentos impuros.

Que corpo perfeito, o pênis tão grosso e sexualmente apetitoso...

— Eu vou enlouquecer! — Choramingo.

Em fração de segundos, a frustração toma forma e rouba a minha alma para si. Eu deveria estar feliz depois de uma transa, no entanto, não é felicidade que estou sentindo agora. Se o Park não tivesse agido tão insensivelmente, talvez eu estivesse com um humor muito melhor. Suspiro novamente e levanto da cama, procurando por um par de chinelos branco. Assim que encontro, vou para o banheiro e penso seriamente em tomar um banho frio. Higiene em primeiro lugar. Sempre.

Puxo a camisola para cima e me desfaço da mesma, jogando-a contra o piso do banheiro. Encaro o meu reflexo no espelho e pelo suor expulso do meu corpo na noite anterior, decido lavar o cabelo. Giro o registro do chuveiro e todo o meu corpo se arrepia ao sentir a água fria. Tomo um banho demorado e digno, esfregando todas as partes do meu corpo. Lavo minhas madeixas com cuidado, utilizando do shampoo cheiroso e que tanto deixa os meus fios macios. Não deixo de pensar no loiro em momento algum.

𝐀𝐓𝐑𝐀ÇÃ𝐎 𝐏𝐄𝐑𝐈𝐆𝐎𝐒𝐀, 𝘗𝘢𝘳𝘬 𝘑𝘪𝘮𝘪𝘯Onde histórias criam vida. Descubra agora