Aisha

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 Peguei a jarra de suco de morango na geladeira e a levei até a bancada da cozinha. Servia dois copos quando senti as mãos de Aisha em minha cintura. Elas imediatamente escorregam para o meio de minhas pernas e sem cerimônia alguma minha latina passou a massagear meus testículos e a estimular meu pênis. Sua boca procurou meu pescoço e deixava beijos quentes por onde tocava. Uma de suas mãos subiu meu abdômen chapado e massageou meus seios, ao mesmo tempo em que me prensava mais contra seu corpo. Podia sentir seus seios túrgidos contra minhas costas.

Ela continuava me masturbando e eu via as veias saltadas de meu pênis passearem pela palma de sua mão habilidosa. Meu membro já estava em riste, pronto para fazê-la minha mais uma vez. Afrouxei nosso contato e me virei para ela. A abracei contra mim e pressionei meu quadril contra seu púbis. A beijei lentamente, levando minhas mãos a sua bunda, puxando-a o máximo que dava para mim.

Sem que ela esperasse, girei nossos corpos e a icei pelas pernas, fazendo com que sentasse na ponta da bancada de mármore preto da pia. Entreabri suas pernas e me encaixei entre elas, roçando meu membro em seu centro molhado. Aisha tomou meus lábios mais uma vez, me abraçando contra ela. Eu mexia meu quadril, me esfregando nela e gemíamos com o contato de meu pau em suas dobras.

Sua mão passeou entre nossos corpos, me apalpando, e ao chegar a seu destino, pegou meu pênis e o encaixou na entrada de sua vagina lubrificada. Entendi que já era hora de parar com as provocações, levantei uma de suas pernas, encaixando em minha cintura e investi meu quadril para frente, penetrando-a vagarosamente, quase que de forma torturante.

Aisha gemeu enquanto me recebia e logo pediu por mais, enroscando suas pernas em minha cintura e me puxando de vez para seu interior. Gostei daquilo e sorri safada, começando a me mover dentro dela. Perdi a paciência que estava tendo para torturá-la, peguei firme com ambas as mãos em sua cintura, e acelerei minhas investidas contra ela. Sentia que ela tentava rebolar, mas a posição que estávamos fazia com que eu ditasse o ritmo da nossa foda.

- Que gostoso. - gemeu e eu a encarei com um sorriso malicioso, ela fechou os olhos, se deliciando enquanto meu pau a comia.

- Olha pra mim. - ordenei e ela abriu os olhos castanhos. Pupilas dilatadas. Rosto corado. A boca aberta. O corpo suado.

Ainda a encarando tomei sua boca num beijo pervertido. Atingi seu ponto de prazer em uma das estocadas e ela gemeu alto dentro de minha boca. Repeti o movimento e numa das investidas de meu pau em seu interior a senti gozar, sem qualquer aviso. Seu corpo estremecia e ela se contorcia enquanto eu seguia a fodendo, eu tá estava prestes a alcançar o orgasmo, mas o prolongamento de seu prazer fazia com que correntes elétricas atravessassem seu corpo a cada vez que eu a penetrava.

Me enfiei mais uma vez por inteiro dentro dela e rebolei. Jorrei minha porra em seu interior e finalmente a acompanhei no limiar do prazer.

Ainda permanecia na mesma posição e beijava Aisha quando Marina entrou na cozinha e sorriu de lado quando nos viu naquela posição. Se aproximou da bancada e pegou um dos copos em que eu tinha servido o suco, que havia jazido esquecido, e sorveu um gole, ainda nos olhando com o desejo.

Sorri para ela e a puxei pela cabeça para um beijo, antes de me afastar de Aisha e sair por completo de seu interior. Ela suspirou com minha ausência, mas não reclamou. Marina também buscou sua boca e a beijou com saudades. A ajudei a descer da pia e limpei o local, enquanto elas permaneciam se beijando de forma ardente contra a geladeira.

Às admirei mais uns instantes, sorvendo meu suco e pensando em como eu tinha tido sorte em ter mulheres tão lindas para mim.

HarémOnde histórias criam vida. Descubra agora