Entramos na sala de jantar, a qual ficava no primeiro andar da Mansão Real, e nos deparamos com Ruby, Christin e July, além de Martha, Laura e Chloe. Cumprimentei as “visitas” e selei os lábios de July, que ainda não havia visto naquele dia, tudo sob o atento olhar de Chloe, que analisava a cena com interesse.
- Sente-se melhor, Rubs? - perguntei à minha loba, que agora parecia mais corada.
- Agora sim. - sorriu gentilmente para mim – Obrigada por pedir que o cheff fizesse uma sopa para mim. - fez uma careta.
- Não se compara a sua comida, mas para ruim também não serve. - falei, sabendo que na verdade os trejeitos eram por ela detestar sopas.
- Boba. - me disse, entendendo a brincadeira.
Segui conversando com minhas companheiras, Laura e Martha, praticamente ignorando Chloe. Minha aura realmente não havia cruzado com a dela e com certeza a antipatia era mútua. Ela permanecia em silêncio, em respeito à minha autoridade e por estar em minha casa.
Melissa, Emma e Aisha continuavam dormindo. Era sempre assim quando saíam e retornavam tarde. July sempre foi de dormir pouco, então costumava ser a primeira a se juntar com o restante de nós quando as acompanhava nas noitadas.
- Aisha não vai se juntar a nós? - a voz inconveniente soou pelo local e me contive para não revirar os olhos.
- Ela ainda está dormindo. - July explicou, já que permaneci calada, me negando a dar qualquer tipo de explicação a ela.
- Achei que ela havia sido proibida de se comunicar comigo. - provocou e meu sangue ferveu. Eu conseguia ignorá-la, mas não tinha sangue de barata.
- Não estou entendendo sua insinuação. - falei calma, mais uma vez me controlando para não voar no pescoço daquela mulher insolente – Apesar de Aisha ser uma de minhas princesas, ela jamais foi ou será proibida de fazer alguma coisa que queira. A única coisa que ela nos deve é respeito, assim como nós devemos a ela. Eu não tenho minhas companheiras em cativeiro ou incomunicáveis, senhorita Sholt, caso seja isso que está querendo insinuar. - disse a encarando – E caso a senhorita tenha esquecido que apesar de estar hospedada em MINHA casa, está cumprindo um regime de detenção até segunda ordem, justamente em razão de sua inconveniência. Ademais, não se esqueça, que mesmo sendo, neste momento, minhas vestimentas e o meu comportamento informais, eu ainda sou sua Rainha e você me deve respeito.
Sentenciei e todas na sala permaneceram em silêncio. Chloe finalmente parece ter caído em si e ruborizou, baixando levemente a cabeça, em um gesto de respeito, que eu não tinha certeza se era de fato verdadeiro.
- Me desculpe, Majestade. Realmente tenho que aprender a refrear minha inconveniência. - declarou e dei o assunto por encerrado. Não queria estragar o resto de meu dia com aquela mulher intragável.
…
Estava deitada cochilando em um dos sofás em frente a lareira da sala de estar. O dia chuvoso estava propenso para preguiça e me dei a este luxo. Senti o sofá afundar ao meu lado e um corpo se aconchegar ao meu. Pelo perfume percebi ser Aisha, que me envolveu pela cintura e beijou meu pescoço.
- Acordei você? - perguntou, percebendo que eu não estava dormindo.
- Não, só estou com preguiça. - declarei com um sorriso leve nos lábios.
- Fiquei sabendo do comportamento de Chloe no almoço, me desculpe. - disse séria.
- Não é culpa sua que ela seja uma pessoa totalmente inconveniente, Ash.
- Sei que não é culpa minha, mas eu a conheço há anos e sei bem como é a personalidade dela. Chloe sabe ser bem impertinente, arrogante e inconveniente. - falou visivelmente chateada – Não devia ter aceitado a proposta dela em tocar na boate. Já devia ter previsto uma atitude dessas vindo dela, já que nunca aceitou o final do nosso namorico de adolescência, que não passava apenas de beijos e amassos. Transar comigo sempre foi uma obsessão para ela. - girou os olhos em contrariedade.
- Por isso terminou com ela? - perguntei, momentaneamente curiosa.
- Por isso também, mas principalmente porque ela era muito ciumenta e possessiva, não queria que eu tivesse amigos e nem que saísse para a rua sem ela. - declarou.
- Então essa foi a razão dela ter insinuado que eu havia te proibido de almoçar conosco para não ter contato com ela.
- Ela disse isso? - questionou, meneando a cabeça em negação – Vai querer te provocar de todo jeito, principalmente depois que nos viu transando em minha sala, na boate. - seu tom era de desprezo.
Já estava cansada de falar sobre Chloe, então puxei minha latina para mim e afundei meu nariz em seu pescoço, aspirando seu perfume inebriante.
- Vamos deixar de falar dela e vamos namorar um pouquinho? - perguntei de forma manhosa já ficando praticamente por cima dela, a deitando no sofá.
Ficamos conversando, rindo e dando uns amassos por mais ou menos meia hora. Seu corpo era uma delícia e eu sabia bem como aproveitá-lo em todos os sentidos, assim como ela aproveitava o meu.
- Estou ficando com vontade… - gemeu praticamente dentro da minha boca.
- Você ainda não percebeu que eu já estou faz tempo? - questionei maliciosa, pegando uma de suas mãos e levando ao meio de minhas pernas. Meu membro entumecido gritava por ser satisfeito.
- Está me enrolando por quê, então? - perguntou com urgência.
Nossos corpos estavam totalmente preparados já fazia algum tempo. Tirei sua blusa e me ergui um pouco para tirar sua calça de moletom. Fiz o mesmo com minhas roupas e sem pressa alguma a admirei. Que mulher gostosa era aquela, minha Deusa?
Ela me olhava de volta. O dedo indicador preso nos dentes enquanto analisava meu corpo com cara de safada, fixando o olhar em meu pênis, que estava tão duro quanto uma barra de ferro. A provoquei ficando apoiada em apenas uma das mãos e com a outra pegando-o e espalhando meu pré-gozo desde a glande até a base, fazendo o caminho de volta e repetindo mais uma vez.
- Quer sentir? - perguntei maliciosa e quando ela foi levar a mão a segurei pelo pulso, a impedindo. Aisha me olhou com cara de reprovação, que logo foi substituída quando me sentiu baixar o quadril e esfregar minha ereção em sua intimidade encharcada. - Assim é bem melhor. - falei sacana, movendo meu quadril e friccionando minha intimidade na dela.
- Por que tem que ser tão provocante e gostosa? - falou entredentes, louca para que eu a fodesse como ela estava querendo, enquanto pressionava a cabeça de meu pau em seu clitóris inchado.
- Sou apenas seu reflexo, baby. - rebati e baixei minha cabeça em direção a dela, beijando-a com ardor.
Minha latina arqueou o quadril, buscando um contato mais intenso entre nossas intimidades, que já ansiavam por algo mais. Ainda tomando sua boca a penetrei. De início vagarosamente, mas nosso ímpeto intensificou ainda mais nosso desejo. Me movi com força e rapidez. Somente nossos quadris eram os protagonistas daquela dança. Nossos corpos colados, quentes e levemente suados, estavam unidos por cada centímetro de nossas peles.
Aisha arranhou minhas costas até chegar em minha bunda, onde cravou as unhas com força. A dor serviu para aumentar ainda mais meu tesão. Mordi seu ombro com a mesma intensidade e ela gemeu de prazer.
- Estou perto. - falou sôfrega – Me morde de novo…
Ouvi-la me deixou ainda mais fora de razão e voltei a cravar meus dentes em sua carne, a marcando agora mais perto do pescoço. Ela ganiu satisfeita e gozou. Senti meu pau esmagado dentro dela e joguei minha cabeça para trás, me deleitando com aquela sensação maravilhosa que me tomava pelo orgasmo que estava percorrendo meu corpo enquanto eu continuava a me mover dentro dela.
Caí no sofá a puxando para mim. Estávamos totalmente satisfeitas, ao menos por hora.
- Amo quando você me marca. - disse depois de um tempo, fazendo desenhos imaginários sobre minha barriga.
- Você me tira do sério. - falei simplesmente.
- Todas nós te tiramos. - riu e eu tive de acompanhar, porque era a mais pura verdade, cada uma tinha um jeito de me enlouquecer e encher de tesão.
- Realmente, vocês são minha perdição. - declarei e a beijei para selar minhas palavras.
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Harém
Romance"Uma alfa. Sete companheiras. Um reino ameaçado por uma iminente guerra. Amor. Paixão. Luxúria. Uma profecia. Oito pessoas. Um único destino." História com personagem G!P!, você não é obrigado a ler. Muito hot, muito meeesmo (praticamente isso). His...
