Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
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O trânsito fluía tranquilamente, o que era atípico para o horário de almoço. Mikasa mantinha a conversa por telefone, e, após alguns minutos, informou que estávamos próximas do destino.
Ela estacionou o veículo em frente a um edifício de alto padrão, que presumi ser a sede da empresa de seu irmão. Depois de encontrar uma vaga, estacionei minha moto e dirigi-me à entrada do prédio, aguardando Mikasa. Analisei a fachada com atenção e, ao ler o nome da corporação, senti um sobressalto. Levei a mão à testa, percebendo o que havia negligenciado: o sobrenome Ackerman. Eu o reconheci de imediato no momento em que Mikasa se apresentou, mas não ligara os fatos. Meu pai e meu avô frequentemente mencionavam a família, destacando seu poder e o grandioso império que haviam construído. Meu avô, inclusive, tentou uma parceria que, devido a imprevistos, não se concretizou.
Eu me repreendi por ter esquecido um detalhe de tamanha relevância.
— Ansiosa? — perguntou Mikasa, que, até então, estava em seu carro do outro lado da rua, aproximando-se de mim.
— Por que não me informou que sua família é proprietária de uma das maiores empresas automobilísticas do mundo? — questionei, ainda em estado de choque.
— Porque eu não sou — respondeu ela, com simplicidade. — Sou filha do antigo proprietário e irmã do atual — completou, encolhendo os ombros, como se fosse um fato irrelevante.
— Você poderia, no mínimo, ter me avisado.
— Bem, imaginei que, no dia em que me apresentei, você reconheceria este sobrenome "famoso" — disse, gesticulando com os dedos. — Confesso que até achei estranho você não me bajular como os outros faziam, e isso me agradou.
— Eu estava um tanto distraída naquele momento. Sabia que o conhecia de algum lugar, mas não conseguia me lembrar de onde — justifiquei, com certa frustração.
— Certo, agora você já sabe. Vamos, Levi detesta atrasos — disse, puxando-me para dentro do prédio, onde todos a cumprimentavam com respeito.
Seguimos para o elevador, onde Mikasa pressionou o botão do último andar. Ao chegarmos, constatei que se tratava da cobertura. Passamos pela secretária, que nos saudou de forma cortês, e paramos em frente a uma imponente porta de madeira rústica, que deduzi ser o escritório de seu irmão.
— Espere aqui, Saky. Vou avisá-lo de sua chegada — disse Mikasa. Confirmei com a cabeça e aproveitei para pegar meu currículo na mochila. Decidi trazê-lo para aumentar minhas chances, afinal, com a devida modéstia, possuo um ótimo histórico profissional.
— Saky, venha — Mikasa me chamou da porta. Respirei fundo e caminhei até lá, balbuciando um "com licença" ao entrar e parando no centro da sala.