Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
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Que aquela garota não ia facilitar, isso eu já sabia. Não gostei nem um pouco quando ela revirou os olhos ao ser questionada sobre o atraso. Ela precisava de um ajuste, e eu estava totalmente disposto a dar esse toque.
Confesso que foi bom sentir os olhos dela me avaliando. Meu ego foi super alimentado com a atitude, e até fiquei um pouco curioso para saber o que ela escondia por baixo daquelas roupas mais folgadas.
As coisas ocorreram melhor do que eu esperava. Provocá-la naquele breve momento foi a melhor parte, e ver as expressões dela enquanto eu ditava as regras foi ainda mais divertido. Quando ela cruzou os braços, eu segui o movimento instintivamente, e isso atiçou ainda mais minha curiosidade. Tive que me controlar, pois ela percebeu.
Eu não menti quando disse que gostava de deixar meus funcionários à vontade, mas a provocação foi inevitável. E, como imaginei, ela foi direta, dando um verdadeiro "coice". O lado bom é que a diversão deste mês está garantida: irritá-la.
Após acertarmos tudo, voltei para a empresa. Liguei para Hange no caminho, pedindo que avisasse Erwin para me esperar no escritório, pois precisava conversar. Sei que ela ficou de "cabelo em pé" com meu pedido. Para ser breve: Erwin é apaixonado pela Hange desde que ela entrou, mas ela sempre ignora. Eu sei que o sentimento é recíproco—ela deixou escapar uma vez que gosta dele, mas não queria se envolver por considerá-lo um "chefe", já que ele me substitui. Sinceramente, acho essa história de antiético uma bobagem. Claro que cuido da imagem da empresa, mas se duas pessoas se gostam e o sentimento é genuíno, não tem por que não ficarem juntas, especialmente quando são pessoas de confiança. Eu não me envolvo com funcionárias, mas apoiava totalmente aqueles dois.
Chegando, fui direto ao escritório e flagrei Erwin no meio de mais uma tentativa de flerte com Hange.
Quase ri: Hange estava com cara de tédio, mas eu sabia que ela gostava da bajulação, e Erwin estava sendo ignorado com sucesso.
Fui até eles, agarrei Erwin pelo colarinho da camisa e o arrastei para o escritório.
— Ei, Levi, você atrapalhou! Eu estava quase lá! — ele choramingou enquanto eu o puxava.
— Humrum, sei — Revirei os olhos e olhei para Hange, que tinha um sorriso cínico. Murmurei para ela parar de complicação e se resolverem logo. Ela revirou os olhos e me deu o dedo do meio. Ri baixo. Eles acabariam juntos, era só esperar.
Entrei no escritório, arrastando Erwin, que continuava reclamando.
— Poxa, Levi, você sempre me atrapalha! Eu estava quase progredindo com a minha Zoe! — dramatizou.
— É, notei o progresso. Estava sendo mais ignorado que panfleteiro na rua — cruzei os braços.
— Que belo amigo! Em vez de ajudar, só desanima. Acho que vou reconsiderar essa nossa "amizade" — Ele fez aspas com os dedos.