Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
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Eu ainda estava incrédula com a presença dele. Embora eu estivesse sem meus óculos naquele dia, tinha certeza de que era o mesmo rapaz que havia visto na semana anterior, a caminho da cafeteria. Aquele corte de cabelo era inconfundível.
— Meu nome é Rock Lee, vim transferido da Universidade de Konoha — foi nesse momento que minha surpresa aumentou. Eu só conhecia um Rock Lee, meu melhor amigo de infância que se mudou há dez anos. Seria muita coincidência que fosse o mesmo, não é?
— Ei, Saky, você está bem? — Mikasa perguntou, visivelmente preocupada.
— Sim, estou bem — falei, recompondo-me.
— Certo, Lee, pode se sentar naquela mesa — O professor apontou para a mesa vazia ao nosso lado, e ele seguiu, sentando-se sem me olhar.
Contive minha curiosidade nas três primeiras aulas e, assim que o sinal do intervalo tocou, corri até ele para confirmar minha suspeita de uma vez por todas.
— Mikasa, já volto — falei, saindo rapidamente e deixando-a confusa.
— Ei! — gritei para o rapaz que já estava virando o corredor. Ele se virou. — Sobrancelhudo? — usei o apelido que somente o Lee saberia, e ele fez uma expressão de espanto.
— Cereja? — perguntou, surpreso, caminhando em minha direção.
Confirmei com a cabeça. — Não acredito! — Ele apressou o passo, e eu fiz o mesmo.
— Lee, que alegria te ver! — Eu o abracei, encostando o rosto em seu peito.
— Eu disse que a gente se reencontraria, não disse, Cereja? — Ele falou, dando um beijo no topo da minha cabeça.
— O tempo te fez muito bem, viu? — brinquei, desfazendo o abraço. Lee estava mais alto, mais forte, e o corte de cabelo continuava o mesmo, mas com um toque mais moderno. Ele também tinha algumas tatuagens e piercings nas orelhas. Ele realmente havia mudado para melhor. — Gostei das tatuagens — falei, tocando a tatuagem tribal em seu antebraço.
— Fiz essa em sua homenagem — Ele levantou o pulso, mostrando uma flor de cerejeira. Eu abri um sorriso encantado.
— E digo o mesmo de você. Embora você sempre tenha sido linda, você se esqueceu de crescer, não é? — Ele deu uma risada e deu duas batidinhas na minha cabeça.
— Ai! — ele reclamou quando lhe dei um soco no braço.
— Adorei a homenagem, mas não comente sobre a minha altura — cruzei os braços.