Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Incrédulo, essa era a minha condição. Eu jamais imaginaria que aquela garota era uma Senju, e ainda por cima a única herdeira da família. O que me deixava mais intrigado era: por que diabos ela estava trabalhando de faxineira na minha casa, se claramente não precisava? Isso ficou martelando em minha mente por alguns segundos até a voz de Mikasa se fazer presente.
— Eu devo estar ficando louca, aquela não é a Sakura!? — ela disse, ainda incrédula.
— Não, maninha, você não está. Aquela realmente é a Sakura — disse, tentando evitar que minha irmãzinha criasse qualquer ideia maluca.
— Que surpresa! — ela fez uma expressão dramática. — Como assim ela é uma Senju?
— Vou lá falar com ela — disse, saindo rapidamente.
Olhei ao redor, procurando Kakashi, mas ele já estava ao lado da garota sem que eu tivesse percebido sua ausência.
— É, meu caro Levi, parece que você está surpreso, hein? — Hange brincou, se aproximando de mim junto com Erwin.
— Não enche, Hange — resmunguei, um pouco irritado.
— Ih, parece que alguém está estressadinho — Hange falou, dando uma risadinha. — Mas, falando sério, quem diria que a "petulante" seria uma Senju. — Ela fez aspas com os dedos. — O que me intriga é por que ela escondeu o sobrenome — falou, pensativa.
— É, isso não faz sentido, já que descobrimos que ela é herdeira da família — concordei com Hange, lançando um olhar para Erwin.
— Cara, ainda bem que eu não sou você — Erwin caçoou.
— Bom, nós vamos lá cumprimentar a Senju, boa sorte, Levi — Hange falou, dando um tchauzinho, e eu bufei, irritado.
— Só pode ser brincadeira — resmunguei.
— O que pode ser brincadeira? — meu pai perguntou, surgindo atrás de mim, me dando um pequeno susto.
— Ah, pai, nada — falei, tentando disfarçar.
— Levi, eu te conheço. Quer mentir para mim? — ele disse, dando uma risada, e eu suspirei.
— Pessoas como ela me intrigam — falei, olhando para Sakura. — Eu não entendo o motivo de ela ter escondido o sobrenome e ainda por cima querer trabalhar como uma simples faxineira.