Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
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— Você realmente acreditou que Sasuke a amava? — Perguntou Ino, com escárnio, enquanto abraçava a cintura de Sasuke. — Você não passava de uma aposta, um mero brinquedo que Sasuke descartaria assim que vencesse.
Um nó se formou em minha garganta, e a vontade de chorar era iminente.
Respirei fundo para não ceder às lágrimas. Observei a cena com repulsa, as pessoas cochichando, rindo e apontando para mim. Para culminar, Ino e Sasuke se beijavam à minha frente, como se eu fosse invisível. Reuni o pouco de dignidade que me restava e me afastei.
Ao fundo, ouvi chamarem meu nome.
— Sakura — a voz de Naruto se fez presente, mas, ao me virar para encará-lo, ele se tornava cada vez mais distante, assim como sua voz...
Acordei assustada com o toque insistente do telefone. Tentei tatear o criado-mudo em busca do aparelho. Assim que o encontrei, abri minimamente os olhos, acostumando-me à claridade. O visor mostrava um número desconhecido. Bufei, irritada. Quem seria o inconveniente a me ligar às cinco da manhã?
— Alô — respondi, com rispidez.
— Oi, Saky, eu a acordei? — perguntou uma voz desconhecida do outro lado da linha.
— Quem é? — Eu não conseguia reconhecer a voz, talvez por estar grogue de sono.
— Sou eu, Saky, Mikasa! — Aquilo foi uma surpresa. Eu a ouviria primeiro e a censuraria depois; eram quinze para as seis, e ela me ligava a uma hora imprópria.
— Ah, oi, Mika. Respondendo à sua pergunta, sim, você me acordou — respondi, com amargura. — Aconteceu algo?
— Me perdoe, Saky, mas eu não conseguia mais esperar para falar com você. Sim, aconteceu, e é uma excelente notícia: consegui convencer Levi a contratá-la — disse, animada. Pulei da cama, incrédula.
— É sério? — perguntei, eufórica. — E quando eu começo? — A essa altura, eu já não me importava por ter sido acordada tão cedo.
— Então, ele solicitou que você compareça ao escritório dele hoje, após o término das aulas, para uma avaliação, uma espécie de entrevista, para verificar se você é adequada para a vaga. Mas relaxe, tenho certeza de que ela é sua — disse, confiante. Fiquei um tanto apreensiva com a entrevista, mas logo me recompus. Afinal, era apenas uma entrevista; o que de pior poderia acontecer?
— Eu nem sei como lhe agradecer, Mika. Você terá minha gratidão eterna.
— Imagine, Saky. Amigos servem para isso. Saky, preciso desligar agora. Liguei apenas para lhe dar a notícia, estava muito ansiosa para contar. Quanto ao endereço, não se preocupe, pois eu a acompanharei até a empresa. Faz um tempo que não vou lá, então aproveitarei para fazer uma visita.