Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
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Eram quatro e meia da manhã quando a insônia me pegou de novo. Junto com ela, veio uma sensação estranha, como se algo ruim estivesse prestes a acontecer. Resolvi ignorar e, já que dormir não era mais uma opção, treinei um pouco para gastar energia.
Depois de um treino longo e um banho, fui para a cozinha preparar algo para comer.
— Droga, droga! — Mikasa passou por mim como um furacão, praguejando.
— Leva junto! — resmunguei.
— Levi, agora não! — ela respondeu, alterada. — Preciso ir! — Sua aflição me preocupou.
— Aconteceu alguma coisa? — perguntei, curioso.
— Nada que eu não consiga resolver. — Ela foi apressada, sem me dar chance de perguntar mais nada.
Tomei meu café tranquilamente enquanto respondia a alguns e-mails da empresa. Meu telefone vibrou no balcão: era Kakashi, avisando que precisava conversar sobre algo que descobriu nas investigações. Sem pestanejar, o chamei para cá para conversarmos melhor. Em meia hora, ele já estava na sala com várias pastas e papéis, e eu mal podia esperar para ver.
— Você precisa dar uma olhada nisso — ele disse, sério, me estendendo a pasta e os documentos.
Abri a pasta, vendo várias fotos de um carro preto e mais imagens do acidente.
— Foi esse carro que usaram? — perguntei, já imaginando a resposta.
— Um Nissan Sentra preto. Consegui essas fotos com uns contatos da segurança pública. Ele foi visto seguindo o Kisashi e, pela última vez, entrando em um ferro-velho que faz desmanches — ele apontou para a foto do lugar, que ficava quase na saída da cidade. — E este é o verdadeiro laudo da perícia.
Alguém subornou a equipe para alterar o original. Os freios tinham sido cortados, e o carro estava vazando óleo.
— Conseguiu algo que identifique o motorista ou quem pagou o suborno? — Ele balançou a cabeça.
— Ainda não. Mas acho que se formos lá, conseguimos algo, uma pista que nos leve ao culpado.
— Ou vamos perder a viagem — suspirei. — Qual é, Kakashi? Já faz anos! A pessoa que recebeu esse carro pode não estar mais lá ou nem estar mais entre nós. — Não queria acabar com as esperanças dele, mas precisávamos ser racionais.
— Só... vamos tentar! Qualquer coisa que possa nos dar uma pista será de grande ajuda — ele implorou.
— Tsc, certo. Vamos logo. — Peguei as chaves do carro e fui para a garagem, seguido por ele.