Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Após cerca de vinte e cinco minutos naquele trânsito intenso, cheguei, finalmente, à mansão. Assim que estacionei a moto, segui rapidamente para a entrada dos fundos, guardei minha mochila e fui para a cozinha. Por enquanto, Levi não estava por perto. Fui até o depósito, onde ficavam os materiais de limpeza, e peguei tudo o que seria necessário. Ao sair, encontrei Levi na cozinha, de braços cruzados e com uma expressão séria. Respirei fundo, me preparando para o que vinha.
— Você está atrasada — ele disse, e eu revirei os olhos.
— Diga-me algo que eu não saiba — respondi, um pouco irritada.
— Não sei se você se lembra, mas eu mencionei que não toleraria atrasos — disse ele, caminhando em minha direção e parando a poucos metros de mim.
— Eu não me atrasei por querer, ok? Não tenho culpa de o trânsito estar congestionado — respondi, irritada com o tom arrogante dele.
— Isso não é problema meu. Apenas chegue no horário combinado — falou, o que certamente era para me provocar.
— Não é problema meu — imitei. — Da próxima vez, vá lá no trânsito e ordene que os motoristas saiam do caminho! — Bufei e saí andando. — Que idiota! — resmunguei baixo.
— Eu ainda não terminei, Haruno — Ele me fez parar.
— O que foi agora? — perguntei, impaciente.
— Quero que você organize os quartos de hóspedes. Meus pais chegarão à tarde e preciso que tudo esteja impecável — disse ele, com um certo tom de superioridade, o que me irritou ainda mais.
— Só isso? — perguntei, com tédio.
— Na verdade, tem mais uma coisa — Ele se aproximou novamente e sussurrou no meu ouvido: — É bom ter cautela com a sua linguagem. Acho que você não vai querer perder este emprego, não é mesmo? Afinal, eu sou sua única solução — Ele disse, convencido.
— Além de tolo, é convencido — cruzei os braços, afastando-me. — Você não é a minha solução — declarei, sarcasticamente.
— Sabe, eu não teria tanta certeza — Ele pegou uma mecha do meu cabelo.
— E o que te faz pensar isso? — Bati na mão dele, que segurava a mecha.
— Seu último emprego, simples — Ele zombou.
— O que meu último emprego tem a ver com isso? — perguntei, confusa e curiosa.
— Tão ingênua — Ele riu levemente. — Seu chefe era Danzou, estou certo? — perguntou, e eu confirmei. — Acontece que eu conheço a reputação dele. Ele provavelmente te fez uma proposta, e você, com essa personalidade, certamente recusou — Ele continuou, e eu arqueei uma sobrancelha. — E como ele é um sujeito de mau caráter e detesta ser contrariado, ele te demitiu e ainda difamou você para outras empresas, lojas, etc. — Ele falou, com um sorrisinho presunçoso. Eu finalmente entendi o que ele queria dizer. Aquele maldito Danzou! Como eu não tinha percebido isso antes?