Sakura Haruno: Uma garota determinada, que apesar de ter sofrido muito no passado nunca abaixou sua cabeça ou deixou alguém desmerece-lá...
Levi Ackerman: Um dos CEO's mais importante do mundo, frio, conservador e totalmente obcecado por limpeza...
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Eu realmente não conseguia entender por que aquela cena havia me afetado tanto. Ver Sakura beijando outro rapaz me deixou extremamente irritado, algo que não deveria acontecer. Afinal, ela não significava nada para mim, certo? Sim, ela vinha de uma família importante, mas isso não a tornava especial para mim.
Assim que ela se apresentou na mansão, dei a ela um tempo para relaxar, ou melhor, para pensar que poderia relaxar.
— Senhorita Haruno. Ou melhor, Senhorita Senju — disse em voz alta, observando-a estremecer levemente. — Precisamos conversar — finalizei.
Saí da cozinha, e ela me seguiu, resmungando algo como "Que droga". Paramos na sala. Ela me encarava séria, e sua coragem me surpreendia. Ela mantinha uma postura inabalável, como se fosse rebater tudo que eu dissesse com a mesma veemência. Ela era, de fato, intrigante, e isso me irritava profundamente.
— Então? Vai ficar me olhando ou vai dizer logo o que quer? — ela perguntou, cruzando os braços.
Selvagem...
— Em primeiro lugar, modere o seu tom. No momento, você me deve respeito.
Este é seu ambiente de trabalho, e eu sou seu empregador — disse com firmeza.
— Estou te respeitando. Estou apenas pedindo para ser direto. Tenho tarefas a cumprir, e se eu não as fizer, a reclamação virá depois. Gostaria de evitar isso — ela respondeu com uma falsa calma.
— Certo. Gostaria de falar sobre sua conduta de ontem. Sabe que foi uma total falta de respeito em minha residência, e...
— E lá vamos nós de novo — ela me interrompeu. — Levi, é o seguinte: fora do horário de trabalho, não sou nada sua. Não sou sua funcionária, nem sua servidora, nem nada do tipo. Eu estava no meu momento de lazer, em uma festa para a qual fui convidada.
Independentemente de ter sido na sua casa ou em outra, não devo satisfações a você. Se você está incomodado porque não se relaciona com ninguém há anos e ver isso ser feito na sua frente o incomoda, o problema não é meu — disparou, irritada, me irritando também. — Sugiro que procure um meio de desestressar. Tenho certeza de que isso pode ajudar. Se você não tem nada de profissional para me dizer, não tome meu tempo com bobagens. Sua frustração não me interessa. Agora, com licença, pois tenho mais o que fazer — disse, passando por mim e batendo os pés.
— Escute aqui, garota — Segurei seu braço, sem força para não machucá-la.
— Eu exijo respeito. Não me interessa o que você é ou deixa de ser fora do expediente — disse, irritado. Na verdade, nem sei por que falei aquilo.