(EM HIATO )
É interessante saberem como o amor é desastroso e harmoniozo.
Complicado e Maravilhoso.
Any Gabrielly se encontrava vivendo em seu grande mundo do crime, felizmente ela não vendia drogas, mas matava por dinheiro. Fazendo de tudo para...
Comentem e Votem!!! (Postando um monte de cap, pq qro que a história ande pra vcs tbm!)
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Estive caminhando pela praia com Josh, por incrível que pareça durante o tempo em que ele não está me julgando de assassina, ou seja lá o que ele pensa que eu sou, ele é uma pessoa bacana. Pudemos conversar sobre Malia, ele a conheceu em uma festa. Fora isso, não falamos mais sobre assuntos como este.
O porquê de nos beijarmos feito loucos em seu apartamento antes de Malia chegar.
Creio que é um assunto não muito abrangente para ambos. Não convém a nós termos essa conversa, pois parecerá que tem algo a mais que uma pegação casual. O que de fato não tem. Só aconteceu uma vez e foi pela força do meu ódio, e pela força de todos os sentimentos negativos que ele estima por mim.
— Então por isso você veio para a América? — O olho com certa estúrdia.
( Estúrdia = Deboche e sinônimos)
— América, Josh? Eu vim pros Estados Unidos, na América eu já tava! — Ele me olha confuso, como se ele realmente não tivesse entendido.
— Que?
— Larga de ser Idiota, América é um continente, não um país... eu heim, gente burra! — Murmurei a última frase.
— Hm, entendi! — Sua voz soou com pouco caso da informação super relevante que eu o dei.
Meu telefone toca na bolsa, e pelo toque diferente sem que é do chip pessoal.
— Oi amiga! — Evito falar o nome de Savannah perto de Josh, por mais que ele pareça ter deixado de me querer atrás das grades, eu não confio em nem um fio de seus cabelos.
— Amiga?? Que isso Any? Se não me chama assim... tá precisando de dinheiro? — Eu rio, Beauchamp parecia interessado na conversa.
— Aí amiga, você é um barato! — Savannah parece pensar, quando ela solta um pequeno grito.
— Saquei já Any.. você está com alguém aí certo?
— Uhum!
— Ok... vem pra minha casa, vamos maratonar Once Upon a Time antes de eu viajar!
— Mas, você não pode ir de novo! — Josh levantava a cabeça repetidas vezes me perguntando com o olhar o que acontecia. Fiz um sinal de que nada estava acontecendo e o pedi para esperar, me afastando.
— Savannah é o seguinte.. o Josh tá no meu pé.. tô tentando fingir costume, Jajá eu chego beijos!
— Que filho da puta... mas ok! Beijos
Desligo a chamada, e volto para onde ele estava com um sorriso no rosto.
— Por que tá rindo que nem um doente? — Ele revira os olhos.
— Você é linda Any... tava observando você e acabei sorrindo! — Dessa vez eu reviro os olhos.
— Josh corta essa, que esse flerte barato não cola! Quer me conquistar me leva pra jantar no Providence e pague o vinho... — Ele parece pensar.
— Quer jantar comigo? — Meu Deus, ele tá jogando mesmo.
— Me diga o dia, a hora que estarei lá! — Digo, andando com minha peça de xadrez.
( Isso é teoricamente gente!)
— Eu poderia te buscar em casa!
— Não Beauchamp, já te acho stalker de mais... Eu tenho carro, eu vou! — Mantenho o equilíbrio, Josh mudou muito do nada e acha que eu me jogaria em cima dele? Tudo bem que eu já fiz isso, mas eu não pretendo fazer novamente.
— Você é dura na queda! — Ele põe as mãos no bolso. — Tudo bem.. Sábado que vem, as 9 da noite.. te espero no Providencie!
— Estarei lá! – Bato no ombro dele e vou saindo. — Se cuida tenho que ir!
— Até depois, Soares..
— Até depois, Beauchamp!
Entro em meu carro, e vou em direção a casa de Sav.. Hoje ela me faz um interrogatório!
Assim que entro no apartamento de Savannah sinto cheiro de batata frita. Ando até a cozinha e encontro Sav com um coque mal feito no cabelo, shorts, camiseta e um pano de prato no ombro.
— Que isso gente.. virou dona de casa? — Ela me olha.
— Meu apartamento tava fedendo a seu peido, fiz faxina! — Tiro meu santo e o casaco.
— Toma no cu Savannah! – ela ri. — Mas enfim... que história é essa que você vai viajar? — Sav põe a batata já frita sobre um pote com papel toalha.
— Na verdade nós vamos.. Nada demorado, temos que ir matar alguém em Dubai, vadia! — Arregalo os olhos.
— Dubai?? — Savannah balança a cabeça freneticamente.
— Simm, um tal de Jad Ardakani, o cara é libanês mas mora em Dubai e trafica mulheres do Brasil! Noah disse que foi o chefe de um grande tráfico brasileiro que pediu o cancelamento.. não lembro o nome, tenho que ver na ficha! — Ela desliga o fogo, logo jogando sal na batata.
Vou até a geladeira e pego uma garrafa de refrigerante Pepsi.
— Gente, mas quando vamos?
— Pera.. hoje é sexta né? – afirmo. — Então é no domingo.. só ficamos por 3 dias nos Emirados árabes, saímos de Dubai na quarta e chegamos aqui na quinta de tarde! — Minha cabeça começa a doer pela quantidade de informação.
— Qual o plano?
— Vamos fingir que somos strippers latinas que fomos emprestadas para a boate por uma noite.. no dia seguinte Noah disse que nossas "personagens voltaram" para "América latina", só que ainda estaremos lá.. e vai ser nesse dia em que mataremos o canalha! — Sorrio confiante. Essa é uma das partes mais divertidas no que eu faço. Traçar um plano e ver ele dando certo.
— Ok, eu amo a gente..
— Duas vagabundas.. que doidera né? — Sav diz trazendo o pote com batata até mim.
— Pois é... Que bizarro! — caímos em uma gargalhada.
— Vem Any, hora de maratonar!
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.