(EM HIATO )
É interessante saberem como o amor é desastroso e harmoniozo.
Complicado e Maravilhoso.
Any Gabrielly se encontrava vivendo em seu grande mundo do crime, felizmente ela não vendia drogas, mas matava por dinheiro. Fazendo de tudo para...
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Assim que pôs meus pés em casa, podia sentir a brisa do outono invadir o ambiente. As pequenas flores que eu tinha espalhadas pela sala, dançavam com o vento que vinha da janela.
Me coloquei em direção ao banheiro, e me deitei na banheira. Preciso relaxar a mente, e apenas isso pode me ajudar. A leve iluminação, a base de velas me acalmavam e davam sono. Mas eu não posso dormir, Não agora!
Após relaxantes minutos, a água esfriou e eu senti meu corpo se arrepiar. Sai de imediato me enrolando em um roupão e indo para meu quarto, procurar uma roupa para hoje a noite. Pois se tem uma coisa que eu preciso fazer hoje, é causar.
Após me maquiar, coloquei uma calcinha rendada branca, e um vestido preto longo, com o decote frontal V, e uma bela e sexy fenda do lado direito. Coloquei o salto que Noah me deu, e a minha visão no espelho do quarto estava, modéstia a parte; Deslumbrante!
Pedi um carro no aplicativo, não poderia dirigir com esses saltos e essa roupa, acabaria com todo o trabalho que tive. O estresse de um trânsito é poderoso acredite. Assim que meu telefone apitou desci até a rua.
— Boa Noite.. — Me sentei no banco de trás. Em minhas mãos tinha uma bolsa sem alça, e meu telefone.
Você: Não vá para minha casa hoje, não sei se irei voltar!
Savannah C: Hmmm, ok mulher fatal! Estou em um planejamento mesmo!
Você: Noah realmente te jogou o meu serviço?
Savannah C:Não era sua obrigação, fazer esse cancelamento Any.. e você sabe, eu faço de bom grado!
Você: Tome cuidado.. eu amo você!
Guardei o telefone na pequena bolsa, quando o motorista disse algo.
— Prédio 314 senhorita? — Afirmei em um murmuro. — Então chegamos! Tenha uma boa noite! — Sai do carro, e dei um pequeno tchau para o motorista.
Andei pela trilha iluminada no jardim, e entrei no hall. Poltronas pretas e vasos de plantas dominavam o lugar.
— Oi boa noite.. eu preciso ir no apartamento do Josh, poderia liberar sem ligar? É uma surpresa! — O homem forte, uniformizado, pareceu cogitar negar meu pedido, logo dei um dos meus melhores sorrisos, e ele liberou minha entrada educadamente.
— Sabe o apartamento?? — Sua voz saiu grave, e concordo em assumir que me senti atraída por ele, durante milésimos de segundos.
— Sei sim.. 211 correto? — Ele sorriu afirmando. Dei um tchauzinho, logo entrando no elevador vazio.
A porta metálica foi aberta em um corredor escuro. Paredes bem arquitetadas, e um carpete no corredor. Beauchamp deve ter gastado uma grana pra comprar um AP aqui.
Procurei a bendita porta, e quando a encontrei sorri.
Tentei girar a maçaneta sem bater, mas estava trancada. Bati na porta por 3 vezes, e escutei Josh gritar.
— Estou indo, amor!
O sorriso que dominava seu rosto, foi trocado por um semblante curioso, e um olhar de fúria.
— Olá Beauchamp, tudo bem? — Josh parecia não saber o que fazer. Seus músculos estavam marcados em uma camisa social branca. O cabelo levemente bagunçado e suas calças tinham seu cinto desabotoado.
— Não vai me convidar para entrar? — Ele me olhou de baixo pra cima, como se não pudesse acreditar que eu estava ali.
— Soares, o que faz aqui? — Ele soltou-se da porta, e eu sorri entrando e fechando a mesma.
— Te pedir em casamento que não foi… — Ele revirou os olhos. Nossa, isso é sexy. Ele é todo sexy, quem eu quero enganar.
— Any Gabrielly o que você faz em minha residência, às 9 da noite vestida nesses trajes? — Dessa vez eu revirei os olhos. Me levantei da mesa de escritório que ele tinha na sala, e fui em sua direção.
— Qual é Beauchamp.. discurso decorado essa hora? — Suas mãos subiram até meus braços, e apertaram o lugar.
— Então me diga, senhorita Soares, o que você deseja!
— Você! — Empurrei Josh na parede, e ele não parecia resistir à minha pressão. Seus braços subiram por minhas costas, o tecido leve do vestido não me impediam de hiperventilar por sentir seu toque em uma área tão sensível.
— Não vai me parar? — Disse quando minhas mãos chegaram ao seu pescoço.
— Por que eu pararia? — Colei meus lábios nos dele, e o gosto de vinho branco era presente apenas superficialmente. Josh não parecia hesitar em parar, sua mão esquerda foi até minha nuca e puxou meu cabelo de forma sutil, enquanto invadia minha boca com sua língua. Agora sim eu podia sentir o gosto real do vinho, era forte e de forma sutil, bem suave. Seus dedos emaranhados em meus cachos me faziam suspirar a cada virada de lado que dávamos. Minhas mãos desceram até o início de sua blusa e fiz menção de tirá-la.
Novamente Beauchamp não hesitou. Eu estava começando a gostar do jogo dele.
Desgrudei nossos lábios e vi formar um sorriso safado em seu rosto. Com passos largos, o empurrei até o sofá, enquanto meus olhos continuavam vidrados nos seus. Me sentei em seu colo e retornei beijar sua boca, que infelizmente me levavam ao extremo. Se Josh não parar agora, eu também não irei.
Suas mãos subiram pela fenda, ele se aproveitou do momento e deslizou seus dedos por minhas coxas. Dei uma leve rebolada em seu colo, quando o escutei soltar um gemido. Sorri para ele, e seus olhos brilhavam. Foi quando a porta se abriu, revelando alguém que eu nunca imaginaria ver ali.
— Que porra tá acontecendo aqui Kyle? — Josh estava vermelho, e seu cabelo completamente bagunçado.
— Malia eu posso explicar! — Ele começou. Me retirei de seu colo, e senti meu coração se apertar quando o olhar de Malia caiu sobre os meus.
— Logo você Any? Por quê?
Antes que eu pudesse explicar qualquer coisa, Malia bateu a porta do apartamento, o barulho causou um eco no lugar. Josh correu atrás dela. Mas eu? Bem, eu não procuro secar o leite derramado. Apenas fui até a cozinha e me servi uma taça de vinho.
Até porque, eu ainda não fiz o que eu vim fazer aqui..
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