Victor Augusto: Convencido, festeiro e orgulhoso. Sem dúvidas é um cafajeste de carteirinha...até conhecer Bárbara Passos: Doce, mas vibrante. Tímida, mas determinada. A garota que em uma só noite conseguiu virar a vida de Victor de cabeça para baix...
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— Já pensou em fazer um curso de culinária? Toda vez que venho aqui, você cozinha, e muito bem. — falo e dou um sorriso, sentindo as pernas de Victor entrelaçadas com as minhas debaixo das cobertas.
O corpo dele está grudado com o meu e seus dedos fazem carícias nas curvas do meu corpo.
— Não, nunca pensei....bom, talvez eu deva, quem sabe? — ele ri, pertinho do meu ouvido. — Sei lá, só aprendi a me virar na cozinha, já que eu moro sozinho. Não sabia cozinhar. Mas é bom saber que você gosta da minha comida. — ele diz.
Eu estou muito ciente de Victor me tocando, o tempo todo.
Fazendo carinho no meu ombro, deslizando a mão em minha coxa, cheirando meu pescoço...e em um determinado momento, ele chega a roçar seus lábios em minha bochecha.
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De repente, sua paciência parece se esgotar e ele logo se levanta, dando a volta no braço do sofá e envolvendo seus braços ao redor da minha cintura, me pressionando contra seu corpo e me fazendo levantar do sofá.
— Sabe aquele biquíni? — ele grunhe contra a minha boca, começando uma sessão de beijos lentos e sensuais.
Ele vai nos levando até o quarto e logo sinto meu corpo inteiro formigar por seus toques.
Murmuro um "uhum", mas não sei se foi um murmuro mesmo, ou um gemido rouco. A verdade é que eu não faço idéia do que ele está falando. Estou com tanto tesão e tão perdida nele, que nem consigo pensar direito.
— Queria ter tirado ele, aquilo foi tortura.
— Bem, agora você pode tirar outras coisas. — falo e logo ele me deita na cama, cobrindo meu corpo com seu calor tórrido.
Seus lábios continuam nos meus, e se antes seus beijos já eram quentes, esses daqui podiam colocar fogo em nós dois. Passo as mãos por todo o caminho até chegar em seu cabelo e enfiar a mesma ali.
No começo, achei que nunca seria capaz de sentir esse anseio, esse desejo indescritível por alguém. Mas estava errada. É isso aqui. É o Victor. Eu desejo Coringa, e só ele.
Sua boca se desliza para minha mandíbula, meu pescoço, e minha clavícula, me torturando com línguas e dentes.
Gemidos roucos escapam da minha garganta.
Então, ele gira os quadris, curvando-se de leve para encaixar seu membro no encontro das minhas coxas, provocando uma onda de prazer na minha espinha, induzindo meu corpo a se contorcer, necessitando do contato dele.
Deslizo a camisa dele para cima e enterro minhas mãos em sua pele macia, explorando seus músculos e acariciando as suas tatuagens.
Em um movimento rápido, giro nossos corpos, invertendo as posições e sendo tomada por uma chama e um desejo de atrevimento.