Escobar
Ela puxa a camisinha do meu pau, abaixa na minha frente e coloca a língua pra fora me chupando. Isso é pra acabar com a minha mente... chupar depois de gozar, com a piroca toda sensível ainda. As pernas chega até ficar mole.
Enrolo a minha mão no seu cabelo, com força. Em resposta ela me olha de baixo pra cima, os olhos puxados e marcantes. Bia tava representando pra caramba, me deixando quase com vontade de gozar de novo.
Jogo a cabeça pra trás, gemendo rouco. Ela continua me chupando enquanto masturba com uma das mãos. O arrepio vem debaixo pra cima, até a cabeça do meu pau e eu gozo de novo jogando tudo dentro da boca dela, que engole sem reclamar. Seu dedo passa no canto da boca e ela levanta.
Nosso sexo foi gostoso e eu poderia até ficar em casa o resto da noite fudendo com ela. Mas começaram a me chamar no rádio, dizendo que tinha um problema urgente na boca. Então tive que me adiantar, e pedir pra ela se arrumar.
Escobar: vou pedir pra alguém te levar até sua casa.
Bia: precisa não, meu carro tá na entrada da favela, você me deixando lá tá ótimo.
Escobar: então bora aí, preciso resolver um negócio.
Desço e espero ela se vestir. Aproveito pra guardar o carro na garagem e ir de moto. Pela favela andar de carro é ruim, maioria das ruas são estreitas, cheia de carros. Ando de carro fechado quando tô com mulher, pra não render fofoca.
Bia: vai de moto? —assenti— não tinha hora pior pra mim andar de moto... de vestido então.
Só ignorei, se tiver ruim pra ela, só ir andando. Ela sobe na moto se apoiando em mim, dou partida assim que ela se ajeita no banco. O morro ainda tava agitado, então não acelero muito. Paro a minha moto do lado do carro que ela disse que era dela, quando vai dando as costas sem falar nada, seguro seu pulso.
Escobar: passa teu numero. — ela me olha durante alguns minutos, mas logo responde.
Bia: da teu celular pra mim anotar aí — pego no bolso e entrego pra ela, espero ela anotar e me devolver.
Escobar: te aciono mais tarde.
Ela me dá os ombros indo ma direção do carro, desço meu olhar mais uma vez pra bunda dela, mas logo desvio indo embora dali. Assim que entro na boca, vejo os caras reunidos e tudo eufórico.
Só esperava que não fosse nenhum vacilo, porque o Th me deixou cuidando das parada tudo enquanto ele tá viajando com a mulher.
Escobar: o que tá acontecendo? —coloco o baseado na boca, puxando a fumaça e soltando em seguida vendo uns 15 manos reunidos, tudo com cara de tacho.
R3: a casa caiu.
Escobar: pra quem? — me sentei na cadeira relaxado. A minha que não era.
Goiabada: é o paizão, parece que ele caiu numa cilada aí. Pegaram ele. — mudo a minha postura, travo meu maxilar sentindo os dentes ranger um no outro.
Escobar: quem tava com ele?
Goiabada: Tetéu e o Brito.
Escobar: explica o que aconteceu. — encarei o Tetéu que estava no canto de braços cruzados.
Tetéu: a gente tinha caído na pista, tava suava sem polícia nenhuma. Quando chegamos em Paraty o patrão foi pra pousada com a dona e a gente fico num barraco lá perto.
Escobar: enrola não, fala da parte que interessa.
Tetéu: quando o patrão foi pro centro da cidade com a mulher dele tava nós três lá, do nada começou a encher de polícia, a gente tentou ajudar ele, mas na muvuca foi difícil. Quando a gente viu ele já tava encurralado.
Escobar: e cadê o Brito? ? Não tô vendo ele aqui não.
Tetéu: sobre isso mesmo, Escobar. Ele sumiu, evaporou. Ninguém sabe aonde ele tá não.
Escobar: esse filho da puta a gente cobra na melhor hora. Agora a gente tem que dar assistência pro Th. Já chama o melhor advogado que tiver aí e vê aonde a Duda tá.
R3: ela tá em casa, veio com os manos aí.
Escobar: então vê o advogado já e passa toda a visão pra ela depois que tiver tudo acertado. Podem meter o pé pô.
Geral saiu, menos o R3. Fiquei ali pensando, pra mim já tava mais que claro que o Brito tinha sido x9, não adianta nem ele tentar fugir. Uma hora a gente acha e quando achar a gente vai dar aquele trato especial. Meu telefone de trampo começou tocar e eu vi um número desconhecido.
Escobar: alô?
Th: sou eu, Th. —ouvi a voz de puto dele.
Escobar: tá tudo certo pô, acionei o engravatado.
Th: e ela? Tá suave? —se referiu a Duda, ligação quando era de cadeia a gente se limitava a falar nome e entrar em detalhe, negócio era por código.
Escobar: tranquila, vamos dar a devida assistência.
Th: aí, cuida do meu filho, jaé? Tá tudo na suas mãos porra, não vai fazer merda não. Tô ligado que não vai ter como eu sair não, por isso tu vai ser meus olhos e meus ouvidos aí. —falou e eu logo catei que ele tava dizendo sobre a favela, a gestação daqui. Porque filho assumido ele não tinha— pede pro o advogado trazer biri.
Escobar: pode deixar, vou cuidar de tudo aqui fora.
Th: vou desligar, deu o tempo já.
Escobar: fecho. — olhei o R3 me observando parado.
R3: era ele?
Escobar: ele mesmo, arruma um advogado bom, um foda de verdade pô e que faça qualquer coisa. Ele pediu um celular também.
R3: vou correr atrás disso amanhã.
Já tive oportunidade de comandar uma favela, mas não quis porque é muita responsabilidade. Gostava de ficar só na gerência de tudo, mesmo tendo muito trabalho, era menos responsabilidade.
Só não ia dar o pé pra trás e mandar colocarem outro porque ia bagunçar toda a gestão do Th. Não tem jeito, eu vou tem que assumir a favela e ficar comandando durante a ausência do mano.
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Intocável - em processo de revisão!
FanfictionBeatriz nasceu no meio do crime, mas sempre foi a mulher que ninguém tocava. Filha de um dos chefes mais temidos e irmã de bandidos perigosos, aprendeu cedo a se blindar. O nome dela carregava respeito e medo, ninguém ousava chegar perto. Até que Es...
