Escobar
Ela entra no meu carro, o cheiro do perfume dela exala na mesma hora, se misturando com o meu. Respiro fundo e encaro seu rosto moreno, os traços delicados, diferente dela que não tinha delicadeza nenhuma.
Bia: jatava com saudade? — sorri assim que entra no carro e inclina o corpo me cumprimentando com um
beijo no rosto.
Escobar: ontem você me enrolou a noite toda e foi embora, maior mancada.
Chego perto do seu pescoço dando um beijo devagar, subo e dou um beijo na sua boca vendo ela se arrepiar. No mesmo instante, ela vem pro meu colo me surpreendendo.
Escobar: vai esperar nem a gente sair daqui?
Ela não me responde. Só me beija de novo, mergulhando a língua dentro da minha boca. Enquanto sua mão passa na minha nuca. Seguro sua bunda com força e retribuo o beijo na mesma intensidade que ela tá.
Bia: tá ficando quente, liga o ar — a voz manhosa vem pra dentro do meu ouvido, mandando um sinal direto pro meu pau que fica duro.
Ligo o ar condicionado, reclino o banco pra trás e volto a minha atenção pra ela. Chegou no meu carro, mal falou comigo e vem me devorando igual uma leoa. Seguro na sua cintura, pressionando contra meu pau e ela começa a se esfregar pra frente e pra trás.
Puxo a sua blusa pra cima, passo a mão nas suas costas deslizando meu dedo até o fecho do sutiã e abro. Jogo ele longe, deixando os peitos dela livres pra mim. Chupo um dos seus bicos do peito, enquanto o outro eu aperto. Ela geme em resposta, se esfregando em mim.
Tiro a mão do seu peito e abro seu shorts, ela levanta o quadril e eu puxo pra baixo, com a ajuda dela. Sem aguentar mais, abaixo meu shorts e tiro meu pau pra fora. Puxo o tecido da calcinha dela pro lado, e ela vem por cima sentando, me tirando todo o ar do pulmão.
A Bia se apoia com a mão no banco, levantando o corpo e eu movimento meu quadril, começando a meter nela, indo mais rápido, sentindo todo meu sangue ser bombeado pro meu pau.
Bia: continua. —gemeu alto passando as unhas pontudas nos meus braços.
Escobar: geme baixo, tu tá na rua caralho — coloco a mão na garganta dela apertando com força.
Me seguro até o último, quando escuto ela dizer que gozou, não aguento e peço pra ela sair de cima. Na mesma hora a filha da puta se ajoelha na minha frente, por ser pequena coube certinho.
Ela me masturba ao mesmo tempo que passa a língua pelo meu pau. Seguro seu cabelo com força, obrigando ela a me olhar.
Escobar: não me provoca porra, chupa logo essa porra.
Bia: calma, tá muito apressado. — desce o rosto chupando as minhas boias devagar.
Puxo com mais força seu cabelo, fazendo ela entender o que eu queria. Sua boca engole todo meu pau, de um jeito que só a boca dela sabe. Aperto a mão no volante quando começo a gozar, jorrando os jatos no peito dela.
Ela levanta do meio das minhas pernas indo pro banco do passageiro e eu respiro me recuperando.
Bia: pode me dá sua cueca pra mim me limpar.
Escobar: tem papel no porta luvas, cuidado que a arma tá aí também — ela se estica, pega o papel tirando um pedaço.
Bia: não acredito, você deixou marca de novo. — fala enquanto se olha no espelho — vontade de matar você.
Escobar: e não pode? Tem que ficar a marca mesmo.
Bia: Não é pra deixar mais, coisa de adolescente. — fico quieto subindo meu shorts e a cueca — Você veio pra cá fazer o que?
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Hayran KurguBeatriz nasceu no meio do crime, mas sempre foi a mulher que ninguém tocava. Filha de um dos chefes mais temidos e irmã de bandidos perigosos, aprendeu cedo a se blindar. O nome dela carregava respeito e medo, ninguém ousava chegar perto. Até que Es...
