Beatriz
Escobar parece que sofre algum tipo de distúrbio. Vai no banheiro falando um monte de história, jurando que eu era alguma coisa romântica do Luan. Dei risada mesmo, achei graça nele tirar conclusão sendo que me viu conversando com Luan só.
Fez o show, pra no final do baile vim me chamando. Sei nem o que passou na minha cabeça, deveria ter recusado pelo bem do meu amor próprio, mas aceitei e tô aqui na casa dele com ele.
Bia: aqui é tua casa mesmo ou é aonde se leva as mulheres?
Escobar: de qualquer forma é meu. — ele jogou a chave do carro no armário e veio até mim.
Com essa frase logo concluo que ele nem mora aqui. Também da pra notar nos pequenos detalhes da casa. Sou curiosa, entrei vendo tudo.
Bia: Como foi que você disse mesmo? Pra gente fingir que nada aconteceu porque nem ia acontecer né?
Estávamos um de frente ao outro, bem próximos ao
ponto de eu sentir s respiração quente dele e o cheiro forte de perfume e maconha. A sua mão passa no meu pescoço e aperta ele com uma certa força.
Escobar: você fala demais — coloca a mão dele entre meus cabelos e da um puxão pra trás. Solto um gemido baixo, meio que involuntário— enquanto tu fica falando, a gente poderia tá fazendo outra coisa.
Passo a mão no cordão dele, puxando seu corpo pra perto do meu. Grudo nosso lábios e na mesma hora ele corresponde. A sintonia do beijo é tão boa, poderia beijar ele a noite toda. Ele encerra o beijo e me olha, aquele olhar dele me mata, me dá um tesão absurdo. A libriana que habita em mim pira muito com esse negócio de troca de olhares.
Coloco a cabeça no ombro dele, sentindo ele beijar meu pescoço. Sua mão aperta minha cintura, puxando meu corpo contra o dele, me obrigando a sentir o pau duro. A mão dele entra debaixo do meu vestido, respiro fundo com o toque relaxante. Os dedos dele massageavam minha buceta, nessa altura do campeonato eu estava completamente molhada e ele percebe isso, porque sua fala vem em seguida.
Escobar: toda molhadinha — me contorço quando ele enfia a ponta de um dedo dentro de mim, com a maior facilidade.
Bia: vamo pro quarto.
Ele não fala nada, só me puxa me pegando no colo e caminha comigo até o quarto. Quando me coloca no chão começamos a entrar na disputa, um puxando a roupa do outro, tirando tudo. Escobar me empurra na cama, quase pelada, sendo tampada só pela calcinha de renda.
Escobar: abre as pernas.
Ele coloca a calcinha de lado e começa a me estimular passando a mão, me masturbando. Por mais que tivesse tão gostoso assim, eu queria mais, muito mais dele.
Escobar: buceta linda da porra — escuto o elogio mais aleatório da minha vida. Mas nem consigo pensar nisso, porque sua língua se encaixa na minha buceta no mesmo momento. Passando por toda minha buceta num ritmo bom, seus dedos entravam e saiam de dentro de mim acompanhando o ritmo.
Deixo ele me fazer gozar assim, mas depois inverto a posição. Fico abaixada na sua frente, empinando a bunda e começo a chupar o pau dele. Chupo até ele não aguentar mais e pedir pra mim subir.
Escobar: fica de quatro pra mim.
Sigo as ordens dele, me ajeito na cama ficando de quarto com a bunda empinada. Ele vem por trás passando o pau na minha buceta, meu clítoris sensível a qualquer toque deixava meu prazer mais aflorado.
Bia: me fode logo.
Sen delongas, ele enfia de uma vez puxando o meu cabelo, enrolando nos braços dele como uma espécie de rabo de cavalo. Depois daí só escutava o barulho dele entrando e saindo de mim, os tapas na bunda e a gente falando putaria. Deixei ele comandando, mas depois fui por cima pra entregar meu nome. Encaixo o pau dele na minha buceta e vou sentando devagarinho, subindo e descendo enquanto rebolava. Vez ou outra quando a perna cansava, eu me esfregava por cima dele. Na hora que eu subi rebolando, ele só segurou a minha bunda e me fez descer com força. Depois daí eu entendi que ele queria mais rápido e assim eu faço.
Ele invente as posições ficando por cima, vem mantendo com rapidez enquanto sua mão grossa segura na minha garganta. O olhar de quem não prestava enquanto me fodia estava acabando comigo. Minhas pernas não aguentam muito tempo sustentada no ombro dele e eu deixo elas caírem sobre sua cintura, quando eu sinto meu orgasmos vindo.
Escobar: vou gozar na tua boca, vem.
Sou do time que prefere na boca do que no útero, então fiquei na frente dele e ele começou a punhetar gozando na minha cara e nos meus peitos. Passei o dedo indicador pegando um pouco de gozo dele e levando até a minha boca e chupei o dedo engolindo o sêmen dele.
Me levantei e fui no banheiro me limpar, aproveitei que tinha uma toalha limpa ali e fui logo pro chuveiro. Ele veio e entrou no box comigo, fizemos mais um sexo ali dentro e depois caímos na cama cansados.
...
Tava eu aqui na cozinha dele procurando algo de comer ou pra fazer, mas não tinha nada. Na geladeira só tinha vodka e uns negócios estranhos. Isso só me confirmou mais ainda que não é aqui que ele mora, apensar da casa ser bem mobiliada.
Escobar: tá caçando o que aí?
Bia: eu tô com fome e aqui não tem nada cara, como tu vive assim?
Escobar: no outro quarto tem um guarda roupa e tem umas peças lá de uma prima minha, vê se tem algo que te sirva e se veste lá, pra gente almoçar.
Bia: e tua prima não vai achar ruim não?
Escobar: ela não mora aqui no Rio não, vai logo.
Pego a roupa que ele falou, sei nem sabe se era de prima, irmã, mãe ou de qualquer uma que ele trouxe pra cá. Mas não ia nem ligar pra isso. Tomo um banho e me troco, quando saio ele tá todo arrumado.
Escobar: demorou.
Bia: tomei banho em dez minutos, deixa de ser grosso.
Ele não me reponde e eu deixo assim. Eu e ele não dura mais de cinco minutos sem sermos grossos um com o outro. A gente sai daqui de moto, e eu que não sou de ficar tímida, acabei ficando. Todo mundo olhando nas ruas, nem no complexo do alemão sou julgada assim.
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FanficBeatriz nasceu no meio do crime, mas sempre foi a mulher que ninguém tocava. Filha de um dos chefes mais temidos e irmã de bandidos perigosos, aprendeu cedo a se blindar. O nome dela carregava respeito e medo, ninguém ousava chegar perto. Até que Es...
