- Você é o outro? – Um típico cantinero de bar le preguntaba a una cierta rubia que levava ya varias horas bebendo na barra del lugar. Na verdade, não havia sido tomado muito, embora os vasos durassem bastante tempo, normalmente só eram dois ou três ou menos se a golpiza chegasse antes.
Kara assentiu e correu sua copa para que o homem empurrasse o líquido que fuera dentro do recipiente, não importava muito que bebesse sempre e quando fuera forte e hiciera muito mais ameno o momento de receber os golpes.
Uma vez que sua copa cheia de miró no bar onde estava, depois de caminhar por várias horas. Não era tão cheio como aqueles que só entravam com mais frequência, mas pelo menos havia muitos grupos que poderiam ser úteis. Kara levou um trago para sua bebida e o álcool branco queixou a garganta. Agitou a cabeça e se agarrou, depois de tudo era o mínimo que merecia para fazer o que ele fez, o fogo que ele queimou a boca não era nada comparado com o que ele havia feito a Lena.
- ¡Mierda! – Kara bateu na barra chamando a atenção do cantinero e de algum outro solitário borracho - ¡Mierda! – volvió um pegarle.
- ¡Oye amiga! – O cantinero tinha cara de paciência de poca – O que rompe paga – ele avisou antes das garrafas e copas que a rubia fazia tremer com cada golpe.
Kara ni siquiera miró al hombre. Puso os códigos na barra e sua cabeça entre suas mãos. A pesar de ter caminhado durante horas não lograba sacarse a culpa que levou no pecho. Não entendi como foi tão estúpido ao arruinar a vida de Lena dessa maneira. Kara sabia que ela não era inteligente e que precisava mais tempo que os demais para decidir e pensar nas coisas, sabia que o único que poderia opinar era de desenhos, pinturas e tatuagens e também preferia se abster de qualquer tipo de conversa para não passar vergüenza. Tanto que não se considerava digno de ser ouvido, ou pelo menos quando era chica o silêncio era o único que levava a algum lugar. A rubia sempre foi a preferida da gente que regenteaba aos meninos da rua, a rubia simplesmente bajaba sua cabeça e fez lo que o pedia e quando algo no le gustaba huía y por eso pasaba tan poco time formando parte dos grupos. Kara não era inteligente, mas era suficientemente sabia para saber que você te quejava, as "sustâncias do si", como a chamava para as drogas que os injetavam para que não se armassem rebeliões, venían e isso para Kara não a gustasse. A tatuadora não era inteligente, mas era suficientemente perspicaz para fazer com que a senhora da casa abusasse da criança. Kara já sabia que a mulher iba fazer com que ela morresse com ou sem seu consentimento. De ele, mais de uma vez, ele caiu sem poder sentar-se várias semanas por culpa de negar a colaborar e isso para Kara tampoco o gustaba, então simplesmente agachaba sua cabeça e faça com que ele pedisse até que algo passasse e ela pudesse fugir dele lugar ou tal vez teve a suerte e iba para parar no cárcel ou no hospital e lograba que a mudança de casa ou de casa de acógida.
Mas agora se você tivesse passado, agora se sua estupidez tivesse sido tocada fundo, agora se Kara tivesse arruinado o único lindo que ele havia passado na vida. Kara estava embaraçada com Lena - ¡Mierda! – volvi e golpeei a barra.
- ¡Ei! Foi a última vez que te avisei! – le gritó el cantinero.
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Sem soja para ti
Hayran KurguUna millonaria inversora llega a New York acompanhada de sua sociedade e sua melhor amiga com o propósito de arrasar com todo e agregar mais logros e milhões a sua vida perfeita e controlada. Que conocer a una persona a cambiar nunca sus pen de form...
