• Santos 🌪
Estávamos na boca. Eu, meu sogro, Vargas, Duca e o 157. Resenhado, aproveitando enquanto está tudo tranquilo.
— Você deixou todos os vapores preparados? — Perguntei ao Vargas, o qual eu tinha colocado com sub dono do meu morro.
Vargas: Deixei, pô. Todos estão preparados e bem armados pra quando começar outra invasão. — Assinto.
Lorenzo: Fala aí pra mim, Ret, onde conheceu a minha filha? — Pergunta, me olhando.
Duca: Iih, cara, tú ainda não sabe? — Ele nega.
157: Tá atrasadão nos bagulhos aí. — Rimos.
— A Estrella era minha sobrinha, digamos assim. — Ele me olha sem entender.
157: Só tá deixando o cara mais confuso, maluco.
— Eu era irmão da Loren, a mulher que adotou a Anna.
Lorenzo: Era? — Pergunta, confuso e eu assinto.
— Quando ela descobriu que eu e a Anna estávamos nos relacionando, ela ficou puta. Até aí tudo bem, mas ela xingou meu filho, pô, aí já é demais. Chamou a Anna de vagabunda e várias outras coisas, o marido dela também. Alí ela deixou de ser a minha irmã. As únicas que ficaram do lado dela foi a Raquel e a Carla, minhas irmãs e a Gaby, minha sobrinha e amiga da Anna. — Ele assenti.
Lorenzo: Putaria isso aí, quero nem ver a cara desses dois. — Revira os olhosz puto e eu assinto.
Duca: Iae, patrão, eu vou cobrar os aluguéis ou tú vai? — Olho pra ele.
— Eu vou, fica de boa aí — ele assenti — vou lá. — Pego minha arma, colocando na cintura e saio da boca, subindo na minha moto.
{...}
Gaby: Aqui o dinheiro do aluguel, Santos. — Pego da mão dela, contra gosto. Carla é uma pessoa que sempre me apoiou, não gosto de cobrar ela não.
— Já falei que não precisa.
Gaby: Vaza, Luan! — Fala e bate a porta na minha cara.
Próxima casa é a casa da Loren. Ótimo! — Reviro os olhos. — Bato na porta algumas vezes e ela abre, assim que me vê, tenta fechar mas coloco o pé.
— Aluguel, filha, tá achando o que? — Ela me olha.
Loren: Já vai. — Fala, com nojo e eu dou um sorriso irônico. Esse é o preço que pago por enxergar.
Ela demora um pouco mas logo aparece.
Loren: Aqui. Fiquei sabendo que a família biológica da Anna apareceu.
— É — falo, contando o dinheiro — são da máfia Italiana, putões pelo o que vocês fizeram com ela — ela me olha assustada.
Dou risada e saio dali voltando pra boca.
Boto todo o dinheiro em cima da mesa, separo em bolinhos e depois guardo tudo na gaveta.
Vargas: Já terminou? — Assinto.
Ficamos trocando uns papos nada a ver lá, mas paramos assim que escutamos fogos.
Invasão!
Pego um colete e um fuzil colocando nas costas, duas glocks uma em cada lado da cintura, mais algumas coisas e saímos dali nos separando. Me ajoelho no chão e abaixo a cabeça fazendo uma rápida oração.
Que Deus me proteja e proteja os meus, aqueles de coração bom e puro.
Passo por um beco e escuto um choro. Me aproximo e vejo uma mina que aparenta ter uns 11 anos. Tiro meu colete, pondo nela e tiro ela daquele lugar, botando escondida em um cantinho. Não tinha como sair daqui agora.
— Fica aqui quietinha. Nestante acaba. — Ela assenti e eu saio.
Começo a atirar contra os alemães, desviando das balas deles também.
Vargas: SANTOS, CUIDADO! — Escuto o grito. Ouço dois disparos e sinto uma ardência no meu peito me fazendo cair e logo apagar de uma vez.
_______________________
Votem e Comentem.
Reta final.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Romance Proibido
Fiksi Penggemar📍Complexo da Penha, Rio de Janeiro. +16|| Sei que é errado amar você, mas sempre tive um queda por erros. ɪɴɪ́ᴄɪᴏ: 13.04.22 ᴛᴇ́ʀᴍɪɴᴏ: 12.05.22
