" E quando eu pensei que não podia amar.. você chegou, minha doce menina."
Heitor.. um excelente advogado criminal mas que não acredita que o amor pode mais chegar em sua vida. No momento, tudo que quer é voltar para a casa onde cresceu e tirar um t...
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Umas das vantagens de ser advogado é conhecer muita gente. Esse pensamento me ocorre quando pego o cartão de acesso ao quarto do hotel em que trouxe Helena.
Pegamos o elevador e paramos no quarto andar. A vista do quarto da pra piscina que no momento está lotado de adultos.
Está tendo uma recepção, não sei do que se trata, mas não importa.
Helena está no meio do quarto olhando as coisas encantadas quando chego por trás e beijo seu pescoço.
A viro de frente para mim e beijo seus lábios absorvendo todo o sabor do sobremesa de chocolate que comemos no restaurante.
Me afasto de helena o suficiente apenas para retirar a gravata e joga la na cama, pois pretendo usa la em helena.
Tiro minha camisa bem devagar sob o olhar atento da minha menina.
- Heitor.. nós.. devíamos fechar a porta.. as pessoas podem nos ver..- Diz olhando em direção a porta.
- Não vamos fechar nada meu amor.. se alguém ver o que estamos fazendo aqui.. ou vai sentir muito tesão ou vai entender que somos um casal que se ama muito..agora seja uma boa menina e sente se na cama..- Respondo indo atender a porta.
Volto com uma garrafa de vinho nas mãos.
- Você quer me embebedar..- Diz.
- Não amor.. eu não preciso disso.. - Digo subindo na cama sobre o corpo de Helena.
- Heitor..- Geme.
- Pode gemer meu amor.. deixe eles saberem o quanto você está adorando ser minha..- Sussurro.
Chuto os sapatos para longe e me esfrego sem vergonha alguma contra o corpo pequeno na minha baby girl.
- Sente bebê.. vejo o quão duro eu estou por você.. eu te amo tanto Maria.. tanto.. minha noiva..- Sussurro embriagado pelo seu cheiro.
- Eu quero ser sua meu amor.. somente sua..- Responde de olhos fechados.
Suas unhas arranham minhas costas e isso me deixa mais excitado ainda. Chupo seu pescoço e então me ergo.
Abro o vinho com facilidade, uma vez que ele já veio quase aberto. Tomo um longo gole e então me deito, despejando uma pequena parte do líquido em minha boca, na boca de Helena.
Sugo seus lábios e vejo quando resmunga pela dor.
Saio de cima de Helena e ponho a garrafa no chão. A puxo pelos braços e com cuidado retiro o vestido.
- Mas que porra é essa?!- Rosno ao ver que Maria está sem nada por baixo.