Jade García, uma adolescente de 16 anos. Um pouco complicada e um tanto rebelde, que não leva desaforos para casa. Acreditava em Deus, mas depois que perdeu sua mãe para uma doença com 10 anos, todo esse consentimento mudou e se tornou uma ateia. De...
Hoje acordei mais calma, ontem tive uma conversa com Deus de madrugada, chorei horrores. Quase inundei a sala do Jason com as minhas lágrimas. O bom é que ele não acordou, já que estava dormindo lá.
Hoje ia para casa, preciso conversar com a Isabel.
Ouço batidas na porta e murmuro um: "entra". A porta é aberta pela Débora.
- Bom dia, querida, vim te chamar para tomar café. - ela disse, se apoiando na porta e me encarando. - Está melhor? - a senhora quis saber.
- Estou sim. - me levanto e começo a arrumar a cama.
- Jason queria ficar... mas disse que ele tinha que ir para a escola. - me viro na mesma hora quando Débora fala isso. Droga! A escola. - Seus pais disseram que você podia ficar hoje em casa. Jason, depois te passe as matérias. - a mesma disse e eu suspiro aliviada.
- Ótimo, então. - continuo arrumando a cama. - Não que eu goste da escola, mas perder aula é complicado em questão para pegar as matérias depois. - respondo pensando. - Ainda mais se algum professor passar alguma matéria nova...
- Imagino... - a senhora disse. - A Ava continua aí. - a mesma responde. - Seus pais daqui a pouco vêm te buscar. - a mulher me avisa.
- Tudo bem. Já estou indo. - respondo e em seguida escuto a porta bater. Termino de arrumar a cama e olho para fotos no mural, vejo uma que eu e o Jason. Ele fazendo careta e eu com cara de "te odeio". Sorri olhando a foto. Acabo me lembrando de que ontem quase beijei ele...
- O que eu tenho na cabeça? - nego e saí do quarto.
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- Filha! - Sophia me esmaga em um abraço, fazendo-me dá dois passos para trás. - Você está bem? - a mais velha pergunta colocando suas duas mãos no meu rosto.
- Eu estou bem. - respondo enquanto ela toca em toda parte do meu corpo para ver. Sophia levanta meu braço. - Sofi, eu estou bem. - encaro seus olhos e a mesma suspira e me abraça de novo.
- Eu fiquei tão preocupada com você, Jade...
- Nós ficamos... - Brian disse a primeira vez. - Mas que bom que está bem, e obrigada, Débora. - olha para trás e a mulher ali sorri.
- Tudo bem! Não precisam agradecer...
- Nunca mais sai daquele jeito, entendeu? - Sophia pressiona meu rosto e eu assenti. A mesma suspira e encara Débora. - Obrigada novamente, Débora, de verdade. - ela agradece. - Agora temos que ir para casa, temos muito o que conversar. - a senhora me encara agora.
- Não precisa agradecer, a Jade sempre será bem-vinda aqui. - a senhora ali disse e eu fui até a mesma, e dando um abraço que deixo ela surpresa, mas Débora me correspondeu. Encaro seus olhos e a mesma sorri. Agradeci-a mentalmente.