Jade García, uma adolescente de 16 anos. Um pouco complicada e um tanto rebelde, que não leva desaforos para casa. Acreditava em Deus, mas depois que perdeu sua mãe para uma doença com 10 anos, todo esse consentimento mudou e se tornou uma ateia. De...
- Jade, pode ir lá em cima acordar sua vó? Ela costuma acordar sozinha, mas até agora nada... deve ser do ontem, foi bem cansativo. - Sofia diz, arrumando a mesa de café.
- Claro. - me levanto da mesa.
- Só não assuste ela com essa sua cara feia - Tony diz rindo e Brian acompanhou ele, olhei feio para os dois.
Sair da cozinha andando lentamente. Logo após, que cheguei na sala, subi as escadas devagar. Fui para o corredor ao contrário do meu quarto. Parei na porta da Isabel e bati.
- Abuela, com licença, se estiver trocando de roupa, estou entrando. - sorri e abri a porta lentamente.
Quando entrei, vi seu corpo todo jogado na cama. Me aproximei devagar.
- Abuela? - chamei ela, mas a mesma não respondeu. Sorri. - Isabel, sei que está acordada. - toco no seu corpo, mas a mesma está gelada e me afasto. - D-Dona Isabel? - chamo novamente e nada.
Não...
Não...
Não pode ser!
Quando vejo, já estou saindo do quarto que nem vulto. Desço as escadas correndo tremendo e chego na cozinha rápido, fazendo todos me olharem.
- O que foi Jade? Minha mãe ainda não acordou? - Sofi pergunta, sorrindo e eu engoli o choro.
- Jade? Responda, sua mão... você está pálida? - Brian repara, preocupado, assim como todos. A primeira lágrima caiu.
- Jade...
- E-Ela n-não está respondendo. - falo interrompendo o Tony. Assim que falo, Sofia sai correndo da cozinha e Brian se levanta, pegando seu celular rapidamente.
- Calma, Jade, Anthony! Cuide da sua irmã. - Brian ordena, olhando para ele que está em transe enquanto o mesmo fala no telefone e em seguida sobe a escada correndo.
- E-Está bem... - Tony pisca e vem até mim abraçando meus ombros. Mais lágrimas caem do meu rosto.
Por favor, Isabel, não posso perder você também.
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20:00 da noite.
A mesa do jantar está em um silêncio mortal. Depois de mais cedo eu ir ao quarto da minha vó e a encontrar ela, enfim, o m-médico disse para a gente da família aquilo que eu sentia que ia acontecer e foi mais confirmado quando eu a toquei pela última vez.
- Filha, precisa comer algo. - Sofia fala pela primeira vez depois de um silêncio e reparar que estou apenas brincando com a carne enquanto a toco com o garfo. Na verdade, eu não queria nem comer, desisti pela insistência da Sofia.