64// Dios altísimo

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Sábado/ 9:00M

- Vocês que mudam a programação e não querem me esperar? - pergunto descendo com a minha mochila nas costas.

Íamos para um cinema, programa de tarde, mas vamos passar o dia na casa do meu tio Clau, que mora 1 hora da cidade.

Mudaram a programação de última hora. Hoje. Fui acordada pela Sofia me avisando e isso foi uma hora atrás, tive que arrumar tudo correndo.

Por sorte, eu já tinha separado minha roupa para o culto de hoje a noite. Estou ansiosa, vamos direto de lá, por isso estou levando minha mochila, com as minhas coisas e meu violino.

- Você demora demais - Tony reclama, sentando no sofá digitando no seu celular e eu revirei os olhos.

- Qual é, me dá um desconto. Fui avisada uma hora atrás - digo e indireto a bolsa. - Vamos? - pergunto, olhando aos demais ali.

- Calma, estamos esperando a minha namorada e o Ben - Anthony diz. Ambos iriam, foram convidados.

- E a mim ninguém queria esperar, né? - encaro ele que revirou os olhos dessa vez.

- Não comecem vocês, por favor - Brian diz olhando para a gente.

- Cadê Isabel? - pergunto, os olhando e Sofi sorriu.

- Adivinha? - ela pergunta me olhando e eu sorri andando.

Depois, quando chego na cozinha, vejo a mesma tampando umas comidas. Reconheci pelo cheiro.

- Está cheirando a... - chamo sua atenção e vejo a mesma se vira e sorri. Ando mais parando perto da mesa cheia de coisas. - Está levando a casa nas costas? - pergunto devido às coisas e a senhora vai andando até a geladeira.

- Você sabe que amo cozinhar... é como terapia para mim, ainda mais quando temos um motivo para fazer bastante comida. - abuela diz, abrindo a geladeira, tirando um pavê dali. Amo pavê!

- Gostaria muito que tivesse esse motivo todos os dias. - observa a mais velha e um sorriso brincou em seus lábios.

- Opa! Senti o cheirinho de comida assim logo que entrei, sabia que era a comida da Dona Isabel - ouvimos a voz do Ben e se viramos vendo ele parada ali na entrada da cozinha.

- Oh, meu filho! Você nunca muda. - Isabel diz e sorri. - Como sua mãe está? - ela quis saber.

- Está bem, aproveitando bastante a viagem - Benjamim diz, cruzando os braços e de relance olha para mim, me dando língua e eu faço o mesmo.

- Como vocês estão aqui, me ajudem a colocar essas comidas no carro do meu genro. - Isabel aponta para a mesa.

- Ah, Isabel! Isso é covardia... - Benjamim começa a falar e eu já entendo e ri, porém, a mais velha fica confusa. - Fazer a gente trabalhar com comida, sem poder comer, - ele diz, vendo que, já só pela expressão, a mesma não entendia. Abuela sorri.

- Também concordo, Isabel - digo olhando para a mesma.

- Parem de drama e vão logo. - a mesma se vira indo fazer outras coisas e a gente rir, mas foi fazer o que nos foi mandando.

 - a mesma se vira indo fazer outras coisas e a gente rir, mas foi fazer o que nos foi mandando

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