Jade García, uma adolescente de 16 anos. Um pouco complicada e um tanto rebelde, que não leva desaforos para casa. Acreditava em Deus, mas depois que perdeu sua mãe para uma doença com 10 anos, todo esse consentimento mudou e se tornou uma ateia. De...
- Vocês que mudam a programação e não querem me esperar? - pergunto descendo com a minha mochila nas costas.
Íamos para um cinema, programa de tarde, mas vamos passar o dia na casa do meu tio Clau, que mora 1 hora da cidade.
Mudaram a programação de última hora. Hoje. Fui acordada pela Sofia me avisando e isso foi uma hora atrás, tive que arrumar tudo correndo.
Por sorte, eu já tinha separado minha roupa para o culto de hoje a noite. Estou ansiosa, vamos direto de lá, por isso estou levando minha mochila, com as minhas coisas e meu violino.
- Você demora demais - Tony reclama, sentando no sofá digitando no seu celular e eu revirei os olhos.
- Qual é, me dá um desconto. Fui avisada uma hora atrás - digo e indireto a bolsa. - Vamos? - pergunto, olhando aos demais ali.
- Calma, estamos esperando a minha namorada e o Ben - Anthony diz. Ambos iriam, foram convidados.
- E a mim ninguém queria esperar, né? - encaro ele que revirou os olhos dessa vez.
- Não comecem vocês, por favor - Brian diz olhando para a gente.
- Cadê Isabel? - pergunto, os olhando e Sofi sorriu.
- Adivinha? - ela pergunta me olhando e eu sorri andando.
Depois, quando chego na cozinha, vejo a mesma tampando umas comidas. Reconheci pelo cheiro.
- Está cheirando a... - chamo sua atenção e vejo a mesma se vira e sorri. Ando mais parando perto da mesa cheia de coisas. - Está levando a casa nas costas? - pergunto devido às coisas e a senhora vai andando até a geladeira.
- Você sabe que amo cozinhar... é como terapia para mim, ainda mais quando temos um motivo para fazer bastante comida. - abuela diz, abrindo a geladeira, tirando um pavê dali. Amo pavê!
- Gostaria muito que tivesse esse motivo todos os dias. - observa a mais velha e um sorriso brincou em seus lábios.
- Opa! Senti o cheirinho de comida assim logo que entrei, sabia que era a comida da Dona Isabel - ouvimos a voz do Ben e se viramos vendo ele parada ali na entrada da cozinha.
- Oh, meu filho! Você nunca muda. - Isabel diz e sorri. - Como sua mãe está? - ela quis saber.
- Está bem, aproveitando bastante a viagem - Benjamim diz, cruzando os braços e de relance olha para mim, me dando língua e eu faço o mesmo.
- Como vocês estão aqui, me ajudem a colocar essas comidas no carro do meu genro. - Isabel aponta para a mesa.
- Ah, Isabel! Isso é covardia... - Benjamim começa a falar e eu já entendo e ri, porém, a mais velha fica confusa. - Fazer a gente trabalhar com comida, sem poder comer, - ele diz, vendo que, já só pela expressão, a mesma não entendia. Abuela sorri.
- Também concordo, Isabel - digo olhando para a mesma.
- Parem de drama e vão logo. - a mesma se vira indo fazer outras coisas e a gente rir, mas foi fazer o que nos foi mandando.
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